Etiqueta: touro

Um turista entra num restaurante da cidadezinha espanhola e pede a especialidade da casa.
– Garçom! Que espécie de carne é esta? – pergunta quando é servido o prato.
– São cojones, señor… Os testículos do touro que foi morto hoje na arena da cidade.
Desconfiado, o turista experimenta e gosta. Volta no dia seguinte. Quando o garçom traz o prato, ele nota que há alguma diferença.
– Escuta aqui. Estes cojones são bem menores do que aqueles que você me serviu ontem!
– É verdade, señor. Mas o señor há de convir… nem sempre o touro perde…

Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
– Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
– Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.

O agente da ASAE diz, indignado:
– O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá, mostrando ao agricultor:
– Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.

Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.

O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:
– O crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!

Um agricultor tinha um touro que era o melhor da região. O touro era o seu único património. Os fazendeiros descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor e começaram a alugar o bicho para cobrir as suas vacas. Era só colocar uma vaca perto dele e o touro não perdoava! O agricultor ia ganhando muito dinheiro! Os fazendeiros reuniram-se todos e decidiram comprar o touro. Chegaram na casa do agricultor e falaram:
-Faz um preço ao touro que nós queremos comprá-lo.
O agricultor, aproveitando da situação, pediu um preço absurdo. Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram queixar-se ao  Presidente da  Câmara. Este, sensibilizado com o problema, comprou o animal com o dinheiro da Câmara, pagando uma fortuna, e registou-o como  Património da cidade. Fizeram uma festa imensa na cidade… Os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir, tudo de graça!!! Veio a primeira vaca, o touro cheirou e nada…

  • Deve ser culpa da vaca – disse um fazendeiro – Ela é muito magra!

Trouxeram outra vaca, uma holandesa, a mais bonita da região. O touro cheirou a vaca e… nada! O  Presidente, desesperado, chamou o agricultor e perguntou-lhe o que estava acontecendo.

  • Não sei…
  • Disse o agricultor
  • Ele nunca fez isso antes!

-Deixe que eu vou conversar com o touro.
E o agricultor, aproximando-se do bicho, perguntou:

  • O que há contigo? Já não estás com vontade de trabalhar?

E o touro, dando uma espreguiçadela, respondeu:

  • Não me chateies…

Agora sou  Funcionário Público!

Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:

– Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
– Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
– O quê? – perguntou ele, assustado – Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
– Sim senhor… Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!

Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:

– Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
– Os testículos? – perguntou o garçom, desconfiado.
– Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!

Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.

– Novamente o prato estava uma delícia! – diz ele ao garçom – mas desta vez os testículos estavam bem menores!
– É verdade, senhor – concordou o garçom – mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.
Uma apresentadora de televisão foi a Londres entrevistar um fazendeiro sobre a doença da Vaca Louca.

Lá chegando, pegou um fazendeiro já meio invocado com o problema e sem muito bom humor para responder a perguntas sobre o assunto.

Ela começou a gravar:

– Boa noite, senhor. Nós estamos aqui para ouvir sua opinião. O que o senhor acha que é a razão principal das vacas terem apanhado esta doença, a Loucura das Vacas?

O fazendeiro olhou para a moça e respondeu:

– A senhorita sabia que o touro cobre a vaca somente uma vez por ano?

A repórter, visivelmente embaraçada disse:

– Bem, senhor, eu não sabia… Acho a informação interessante… Mas o que isso tem a ver com a doença?
– Bem, senhorita, você sabia que as vacas são ordenhadas quatro vezes por dia?
– Senhor, novamente agradeço a informação… Mas vamos diretamente ao ponto central da minha pergunta: a que o senhor atribui o fenómeno da vaca louca?

O fazendeiro, já irritado, responde:

– Senhorita, eu estou tentando explicar. Imagine só seu eu ficasse brincando com as suas tetas por alguns minutos, quatro vezes por dia, e só transasse com você uma vez por ano, você também não ficaria louca?
Na praça de touros, grande toureiro Zeca Lemos, teve pouco sorte a lidar o touro e levava marrada em cima de marrada, e alguém na assistência gritava OLÉ…OLÉ. Mais tarde no hospital, o melhor amigo do Zeca Lemos foi visitá-lo, e lamentava-se o toureiro com as dores, e disse para o amigo: o que me dói mais não são as feridas, mas sim o animal que estava no público a gritar OLÉ…OLÉ; ao que responde o amigo: eeera eu pá, estaaaava a a a dididizer “Ó LEMOS foge que o touro mata-te”.
Um polícia da Judiciária vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho lavrador: – Preciso de inspecionar a sua quinta por suspeita de plantação ilegal de droga!
O lavrador diz: – Ok, mas não vá prá encosta ali à direita.
E aponta para uma certa área.
O polícia, chateado, diz indignado: – O senhor sabe que tenho o poder do governo comigo?
E tira do bolso um crachat mostrando-o ao lavrador: – Este crachat dá-me autoridade para ir onde quero… e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta! Está claro? Fiz-me entender?!”
O lavrador, educado pede desculpas e volta para o que o estava a fazer. Poucos minutos depois, o lavrador ouve uma gritaria e vê o polícia da “judite” a correr para salvar a pele, perseguido pelo malhado, o maior touro da propriedade! A cada passo o touro chega mais perto do polícia, que parece que irá levar umas cornadas, antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O polícia está apavorado…
O lavrador larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças: – “O seu crachat, mostre-lhe o seu CRACHAT!”