Etiqueta: veterinário

Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.
O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.
A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:
– Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?
O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.
Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.
Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:
– Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.
– Ótimo!
– Claro que se não resolver… vamos ter que o abater…

Um motociclista ia a 140 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se.PÁ!!! Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratado e medicado, comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o bicho põe as asas na cabeça e grita:
-M*#%@!!!!! Matei o motoqueiro!!!

O sujeito leva o cachorro ao veterinário.

– Eu quero cortar o rabo do meu cachorro!

O veterinário, acostumado a esse tipo de serviço, obedece calado. Vinte minutos depois está de volta.

– Pronto, meu senhor! Aqui está!
– Péra aí! Eu mandei cortar o rabo todo mas o senhor ainda deixou um pedaço!
– Se eu cortar o rabo todo, o seu cachorro vai ficar horrível! – defende-se o veterinário.
– Não me interessa! Quero que corte tudinho!
– Tudo bem! Tudo bem! – concorda o médico. – Mas posso ao menos saber o motivo da implicância com o pobrezinho?
– Implicância nenhuma, doutor! É que a minha sogra vai almoçar em casa no próximo domingo e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria!
Um fazendeiro fazia coleção de cavalos, e só faltava um exemplar de uma única determinada raça para completar sua coleção.

Um belo dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo, então ele perturbou seu vizinho até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, então ele chamou o veterinário:

– Bom, o seu cavalo está com uma virose é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.

Neste momento o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e nada. O porco se aproximou do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta daí!.

No segundo dia, deram o medicamento e nada. O porco se aproximou e disse:

– Vamos lá amigão, levanta se não você vai morrer!

No terceiro dia deram o medicamento e nada. O veterinário chegou e disse:

– Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo porquê ele tem uma virose e pode contaminar os outros cavalos.

O porco se aproximou e disse:

– Cara é agora ou nunca levanta logo! Coragem!

De repente o cavalo deu um pulo e saiu correndo, o dono gritou:

– Milagre! O cavalo melhorou! Isso precisa de uma comemoração. – MATA O PORCO, VAMOS FAZER UMA FESTA!

Estão dois cães no veterinário e diz um para o outro:

  • O que é que estás aqui a fazer?
  • Ena, – responde o outro – soltei-me e, durante três dias andei às cadelas. Agora a minha dona trouxe-me para ser capado. Então e tu?
  • Ei, a minha dona andava lá a esfregar o chão de mini-saia, eu vou por trás e…
  • E também vais ser capado? – pergunta o outro.
  • Não, é só para cortar as unhas!

O veterinário detestava o médico do bairro mas como estava doente e não tinha outra escolha foi consultá-lo de muito má vontade.
— Eu, quando trato dos meus pacientes, sou obrigado a descobrir a doença sem fazer nenhuma pergunta. Experimente fazer o mesmo.
O médico concordou e depois de fazer um exame cuidadoso, sentou-se para redigir a receita.
— Tome estes remédios. Se dentro duma semana o senhor não tiver melhorado, sinto muito. Vamos ter de abatê-lo.