Etiqueta: copos

Um homem entra num Restaurante e fica surpreendido com a dimensão de tudo o que o rodeia.
Pede um “Bife com Batatas Fritas” e quando o empregado vem servi-lo exclama:

  • Mas este bife dá pelo menos para quatro pessoas.

Ao que o empregado responde:

  • Isto aqui é tudo em grande.

Pede vinho da casa para acompanhar a refeição. Volta a surpreender-se, pois trazem-lhe um garrafão de cinco litros para a mesa.
O empregado, vendo o ar perplexo do homem, volta a dizer-lhe:

  • Isto aqui é tudo em grande.

Já no fim da refeição e porque tinha bebido imenso, o nosso homem pergunta onde fica a casa de banho.
O empregado explicou-lhe que era à direita ao fundo do corredor.
Mas o homem, que já estava meio com os copos, engana-se e vira à esquerda. Cai dentro da piscina.
No meio da sua aflição só gritava:

  • Não puxem o autoclismo… Não puxem o autoclismo…

Um homem vai à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe?
– Dois ou três copos de vinho às refeições e um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia…
– E… quanto a sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Só!? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e cheguei a ter duas a três vezes por semana.
– Pois… só que você é médico em Lisboa e eu sou padre em Évora.

A esposa e o marido estão jantando em um restaurante muito fino. Já são casados há muitos anos e conversam muito pouco no dia-a-dia.
Depois de comerem e beberem a vontade, a mulher olha atentamente para o “patrão” e diz: – Como você muda depois de quatro copos de vinho!

  • Que conversa é essa, mulher? Eu só bebi uma cerveja.
  • Eu vi, eu sei. Mas eu bebi os quatro copos de vinho!

O paciente está na capital para um exame periódico de saúde.

  • Bebe?
  • Dois ou três copos de vinho pela manhã, um whiskyzinho à noite…
  • Fuma?

Dois charutos por dia.

  • E sexo?
  • Duas ou três vezes por mês.
  • Sóóó? Com a sua idade e a sua saúde, era pra ser duas ou

três vezes por semana.

  • Sabe como é, doutor? Se eu fosse bispo na capital até que dava,

mas numa diocese pequena, numa aldeia…

Entra um sujeito num bar e diz para o barman:

– Quero que o Sr. me pague uma bebida!

O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar dele não é a Santa Casa de Misericórdia.

Então o cliente diz o seguinte:

– Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu te mostrar, você vai me pagar uma bebida!

O barman, intrigado, pede que ele mostre logo. Então o cliente tira do sobretudo um baralho de cartas com cerca de 30 cm. O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve pagar uma bebida para o cidadão. Alguns jogos e copos depois, o barman resolve perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal estranho baralho.

– Eu tenho um geniozinho que concede desejos!!

O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o geniozinho para pedir alguma coisa. O cara esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:

– Vou te conceder um único desejo, mas fala logo que eu quero voltar a dormir!

O barman então, sem pensar muito, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:

– Quero um milhão! Um milhão em notas!

O geniozinho estala os dedos e, de repente, o bar fica entulhado de botas.

– Botas???? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um bocado surdo, não acha??

O homem responde:

– Claro que eu acho!! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 cm???!
O paciente vem à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe? Pergunta o doutor.
– Dois ou três copos de vinho durante o dia, um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Sóóóóóó? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e chegam a ser duas ou três vezes por semana.
– Pois, só que vossemecê é médico em Lisboa, e eu… sou padre em Aljustrel.
No consultório, a paciente, que tinha sete filhos, diz ao ginecologista:

– Doutor, eu preciso de uma orientação sua.
– Pode dizer Dona Marli. Qual é o problema?
– Eu engravido com muita facilidade!
– Eu tenho uma solução muito barata. Tome alguns copos com água!
– Nossa! Que interessante! Mas eu devo tomar antes de ou depois de?
– Nem um, nem outro. A senhora deve tomar em vez de…
Um alentejano vem à capital para um exame periódico de saúde: – Você bebe?
– Dois ou três copos de vinho às refeições e um uisquinho à noite. – Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E quanto a sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Só?! Com a sua idade e a sua saúde?! Mais velho sou eu e chega a ser duas a três vezes por semana.
– Pois! Só que você é médico em Lisboa e eu sou padre em Aljustrel.
À beira de um caminho há uma casa, habitada por um casal conhecido pela sua generosidade e desinteresse. O caminho encontra-se em muito mau estado e há continuamente acidentes e avarias nos veículos que nele transitam. Um dia passa um padre católico com o seu carro e o inevitável acontece. Os donos da casa consertam-lhe generosamente o veículo, convi- dam-no para almoçar e tratam-no com amabilidade. O padre vai-se embora e no dia seguinte, agradecido, manda-lhes uma enorme caixa de chocola- tes. Na semana seguinte acontece o mesmo, mas desta vez com um pastor protestante. Os donos da casa tratam dele, arranjam-lhe o carro, dão-lhe de comer e o pastor, agradecido e feliz, manda-lhes um belo presente no dia seguinte.
Finalmente, o destino decide que aconteça o mesmo a um rabino. Os donos da casa, tão amáveis como sempre, arranjam os estragos, convi- dam-no para almoçar, bebem juntos uns copos e o rabino vai-se embora muito contente. E o que lhes manda no dia seguinte? Outro rabino.