O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar dele não é a Santa Casa de Misericórdia.
Então o cliente diz o seguinte:
– Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu te mostrar, você vai me pagar uma bebida!
O barman, intrigado, pede que ele mostre logo. Então o cliente tira do sobretudo um baralho de cartas com cerca de 30 cm. O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve pagar uma bebida para o cidadão. Alguns jogos e copos depois, o barman resolve perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal estranho baralho.
– Eu tenho um geniozinho que concede desejos!!
O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o geniozinho para pedir alguma coisa. O cara esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:
– Vou te conceder um único desejo, mas fala logo que eu quero voltar a dormir!
O barman então, sem pensar muito, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:
– Quero um milhão! Um milhão em notas!
O geniozinho estala os dedos e, de repente, o bar fica entulhado de botas.
– Botas???? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um bocado surdo, não acha??
O homem responde:
– Claro que eu acho!! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 cm???!
O paciente vem à capital para um exame periódico de saúde. – Você bebe? Pergunta o doutor. – Dois ou três copos de vinho durante o dia, um uisquinho à noite… – Fuma? – Dois charutos por dia. – E sexo? – Duas ou três vezes por mês. – Sóóóóóó? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e chegam a ser duas ou três vezes por semana. – Pois, só que vossemecê é médico em Lisboa, e eu… sou padre em Aljustrel.
No consultório, a paciente, que tinha sete filhos, diz ao ginecologista:
– Doutor, eu preciso de uma orientação sua. – Pode dizer Dona Marli. Qual é o problema? – Eu engravido com muita facilidade! – Eu tenho uma solução muito barata. Tome alguns copos com água! – Nossa! Que interessante! Mas eu devo tomar antes de ou depois de? – Nem um, nem outro. A senhora deve tomar em vez de…
Manoel conseguiu um emprego em uma transportadora e, no primeiro dia, o seu chefe pergunta:
– Manoel, você escreveu “Este lado para cima” nas caixas que transportam os copos de cristal? – Sim senhor! E para ter certeza de que todos iam ler, eu escrevi de todos os lados!
Manoel entra em um restaurante grã-fino e se depara com as mesas bem arrumadas. Pratos, talheres, guardanapos. Tudo no seu devido lugar. O que mais chama a sua atenção são os copos, colocados na mesa com a boca virada para baixo:
Um alentejano vem à capital para um exame periódico de saúde: – Você bebe? – Dois ou três copos de vinho às refeições e um uisquinho à noite. – Fuma? – Dois charutos por dia. – E quanto a sexo? – Duas ou três vezes por mês. – Só?! Com a sua idade e a sua saúde?! Mais velho sou eu e chega a ser duas a três vezes por semana. – Pois! Só que você é médico em Lisboa e eu sou padre em Aljustrel.
À beira de um caminho há uma casa, habitada por um casal conhecido pela sua generosidade e desinteresse. O caminho encontra-se em muito mau estado e há continuamente acidentes e avarias nos veículos que nele transitam. Um dia passa um padre católico com o seu carro e o inevitável acontece. Os donos da casa consertam-lhe generosamente o veículo, convi- dam-no para almoçar e tratam-no com amabilidade. O padre vai-se embora e no dia seguinte, agradecido, manda-lhes uma enorme caixa de chocola- tes. Na semana seguinte acontece o mesmo, mas desta vez com um pastor protestante. Os donos da casa tratam dele, arranjam-lhe o carro, dão-lhe de comer e o pastor, agradecido e feliz, manda-lhes um belo presente no dia seguinte. Finalmente, o destino decide que aconteça o mesmo a um rabino. Os donos da casa, tão amáveis como sempre, arranjam os estragos, convi- dam-no para almoçar, bebem juntos uns copos e o rabino vai-se embora muito contente. E o que lhes manda no dia seguinte? Outro rabino.
Dois amigos num bar, depois de alguns copos, conversam: — Se por exemplo, eu comesse a tua mulher, continuaríamos amigos? — Não! — Bem, mas ficaríamos companheiros, não? — Não — Hum… Ficaríamos inimigos? — Não — Deixaríamos de nos falar, é assim? — Não! — Pô, cacete! Então ficaríamos como? — Quites! Ficaríamos quites!
A esposa e o marido estão jantando em um restaurante muito fino. Já são casados há muitos anos e conversam muito pouco no dia-a-dia.
Depois de comerem e beberem a vontade, a mulher olha atentamente para o “patrão” e diz: – Como você muda depois de quatro copos de vinho!
Que conversa é essa, mulher? Eu só bebi uma cerveja.
Eu vi, eu sei. Mas eu bebi os quatro copos de vinho!
Aguentar! :D
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