Etiqueta: padre

Na porta da Igreja, antes da missa, conversa rola, e o padre no meio de um grupo. Um cabra de chapelão de palha e peixeira na cintura disse:

  • Pois padre, me desculpe, mas comigo é assim: se o cabra me contar uma mentira eu faço hannnn… Se ele não justificar eu passo a peixeira na barriga.

Começa a missa e o cara tá lá no primeiro banco, bem compenetrado. Na hora do sermão, o padre explica o milagre da multiplicação dos pães:

  • Meus irmãos, Jesus alimentou cinco mil pessoas com cinco pães… Antes de concluir o homem que não admitia mentira fez:
  • Hannnnnnn… E o padre muito que ligeiro ajuntou:
  • … Mas também cada pão era do tamanho dessa Igreja….

A freira vai ao médico:

  • Doutor, tenho tido um ataque de soluço, que não me deixa viver. Não durmo, não como, e dor no corpo de tanto movimento compulsivo involuntário. O doutor disse:
  • Tenha calma, irmã, que vou examiná-la. Ele a examina e diz:
  • Irmã, a senhora está grávida. A freira se levanta e sai correndo do consultório, com cara de pânico. Uma hora depois o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:
  • Doutor, o que o senhor disse pra irmã Carmem?
  • Cara madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, eu disse que ela estava grávida. Espero que com o susto ela tenha parado de soluçar!
  • Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo pulou da torre da igreja!

Um padre, um pastor e um rabino estavam conversando sobre vários assuntos, numa determinada hora sai o começam a conversar sobre dízimos. E o padre comenta:

  • Eu faço um circulo no chão, jogo o dinheiro para cima, o que cai dentro do círculo é da igreja, o que cai fora é meu. O pastor:
  • Uso o mesmo metodo, porém o que cai dentro é meu. O rabino:
  • Eu jogo o dinheiro para cima, o que Deus pegar é dele…
Numa cidade do interior, Joãozinho entra na Igreja e vai direto ao confessionário.

– Padre, eu pequei.
– O que foi que você fez Joãozinho.
– Padre, eu comi jíló.
– Mas comer jiló não é pecado Joãozinho.

E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja.

No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló. E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado.

No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia. Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o cumprimenta e pergunta seu nome.

– Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de Jiló.
O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:

– Vim me confessar, seu padre.
– Quais são seus pecados, meu filho?
– Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
– Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
– Isso não seria direito, padre.
– Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
– Não, não!
– Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
– Também não.
– Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
– Não. Nenhuma dessas, padre.
– Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.

O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:

– O padre o absolveu?
– Não. Mas me deu três dicas sensacionais!
No clube de golfe, estavam um padre, um médico e um advogado disputando uma partida, quando de repente percebem um grupo de jogadores extremamente ruins, um pouco mais à frente, atrapalhando o jogo.

Antes que eles começassem a reclamar, um dos carregadores explica:

– Eles são cegos, senhor. Eles perderam a visão tentando salvar o clube de um incêndio, há alguns anos.
– Puxa, que azar! – lamenta o padre. – Vou rezar uma missa por eles.

E o médico:

– Vou falar com um amigo oftalmologista para ver se ele consegue um transplante.

E o advogado:

– Pô, por que esses caras não jogam à noite?
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
O garotinho está parado numa esquina, com um cabo de vassoura nas mãos, tentando matar uma barata:

Tum!
– Errei, porra!
Tum!
– Errei, porra!
Tum!
– Errei, porra!

Nisso aparece um padre:

– Meu filho, não faça isso! Deus pode te castigar!
– Castiga, ô cass…

Nesse instante, desce um raio do céu KABRUUUMMM e cai bem em cima do padre. E, em seguida, ouve-se um enorme vozeirão:

– Errei, porra!
O corintiano nunca tinha ido à missa. Mas, quando o time estava perdendo todos os jogos, quase sendo rebaixado, ele não viu outra alternativa. E levou um amigo, também corintiano.

Um pouco atrasados, eles entraram na igreja e ouviram o padre falando:

– Vamos abrir a Bíblia, irmãos: Coríntios 1, Versículo 6.

Então um corintiano puxou o outro pra fora da igreja, revoltado.

– O que foi? – perguntou o amigo.
– Pô, assim não dá, cara! Você viu? O Corinthians tá perdendo até na Bíblia!
No velório de um rico empresário, um sujeito chorava copiosamente num canto da igreja.

Até que o padre foi tentar consolá-lo:

– Rapaz… Não chore… Ele foi para um lugar melhor!
– É – respondeu o chorão – Mas ele foi e deixou muito dinheiro aqui! Buáááá!
– Sim – continuou o padre – Deixou muitos bens porque foi um empresário bem-sucedido…
– Muito bem-sucedido! Snif… Ele deixou uma casa na praia, uns 10 apartamentos espalhados pelo mundo, milhões de dólares na conta bancária! Snif…
– Sim, é verdade… Mas, me diga… Por que isto lhe faz chorar tanto, meu filho?
– Porque eu não sou da família, padre! Buáááá!
Ia o Joãozinho à missa de bicicleta, e quando lá chegou pediu ao padre para lhe guardar a bicicleta, e o padre disse:
-Jesus guarda-te a bicicleta.
E então Joãozinho deixou lá a bicicleta e quando entrou na igreja disse o padre:
-Jesus está no meio de nós.
E Joãozinho levanta-se chateado e disse:
-Sr. Padre eu pensava que ele estava lá fora a guardar a minha bicicleta!!! ;D
Uma senhora esta voltando da sua viagem. No avio ela vira-se para um padre que esta sentado ao seu lado e faz-lhe um pedido:
– Sr. Padre, eu comprei este aparelho, um depilador eléctrico novo. O senhor importa-se de esconde-lo debaixo da sua batina, para o caso de passarmos por uma revista na alfandega?
O padre responde:
– Será um prazer atende-la, minha senhora. Mas aviso-a já que se me perguntarem, eu não sei mentir.
A mulher concorda e fica torcendo para que ninguém pergunte nada ao padre. Na alfandega um fiscal aborda o padre:
– Alguma coisa a declarar, Sr. Padre?
– Da cabeça cintura? diz o padre, não tenho absolutamente nada.
– E em baixo? Pergunta o fiscal, desconfiado.
– Ah, em baixo, só um instrumento para mulheres, que nunca foi utilizado… O fiscal corou e rindo disse:
– O passageiro seguinte por favor!!!
O paciente vem à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe? Pergunta o doutor.
– Dois ou três copos de vinho durante o dia, um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Sóóóóóó? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e chegam a ser duas ou três vezes por semana.
– Pois, só que vossemecê é médico em Lisboa, e eu… sou padre em Aljustrel.

Vai um padre a passear pela rua, e vê três jovens a discutir e prestes a se zangarem. Numa tentativa de acalmar os ânimos, aproxima-se e pergunta a um:

  • Como é que tu te chamas?
  • João.
  • Então anda aqui e beija-me a mão. – Diz o padre, e vira-se para outro:
  • E tu como te chamas?
  • André.
  • Então anda a aqui e beija-me o pé.

E o terceiro começa a fugir.

  • Ei, aonde vais, anda aqui, como é que te chamas. – Grita o padre.
  • Não, não, – grita o outro já longe – eu chamo-me Ramalho.