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Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o presidente da câmara.

  • Sr. presidente, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!

E o presidente, grande adversário político do padre, alfinetou:

  • Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
  • Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!

A freira vai ao médico:

  • Doutor, tenho tido um ataque de soluços, que não me deixam viver. Não durmo, não como, e tenho dores no corpo de tanto movimento compulsivo involuntário.
  • Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.

Ele examina-a e diz:

  • Irmã, a senhora está grávida!

A freira levanta-se e sai a correr do consultório, com cara de pânico.
Uma hora depois o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:

  • Doutor, o que o senhor disse à irmã Carmem?
  • Cara madre superior, como ela tinha uma forte crise de soluço, eu disse-lhe que estava grávida. Espero que com o susto ela tenha parado de soluçar!
  • Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo saltou da torre da igreja!

Num autocarro, um padre senta-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lê o jornal. De repente, com a voz ‘empastada’, o bêbado pergunta ao padre:

  • O senhor sabe o que é artrite?

O padre pensa logo em aproveitar a oportunidade para dar um sermão ao bêbado e responde:

  • É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer…

O bêbado arregalou os olhos e continuou lendo o jornal. Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar:

  • Há quanto tempo é que o senhor está com artrite?
  • Eu? … Eu não tenho artrite! … Diz o jornal que quem tem é o Papa!

Estando um pregador a pregar o sermão duma festa numa aldeia serrana, entra um ébrio pela porta adentro e joelha-se em frente do púlpito com muito respeito, e faz as suas orações. A certa altura estava o pregador a pregar, o ébrio levanta a mão direita, com o dedo indicador para o lado do púlpito e disse: «Aquelas palavras são do profeta Isaías do antigo testamento». Calou-se e ficou sossegado. Depois passado algum tempo disse: «Agora aquelas são de S. Mateus».
O pregador já farto de o ouvir disse:
— Ah, seu ébrio, vá-se daqui para fora, está a tirar a atenção aos meus amados ouvintes. Torna o ébrio: «Agora aquelas palavras são dele».

Dois beatos estavam numa igreja à espera do sermão. Como se demorasse, diz um para o outro.
— Vamos ali defronte beber meio litro, enquanto não chega o padre?
Foram e, quando voltaram, ainda nada de pregador. Nova demora. Apertou a sede, e repetição do mesmo convite:
— Vamos beber outro meio.
Recusa o companheiro, e nisto chega o pregador. Sobe ao púlpito, e diz:
— Meus amados irmãos: para um cristão se salvar bastam dois meios…
— O companheiro, tocando no braço do outro:
— Eu não disse? Vamos lá beber o outro meio e estamos salvos.

Batem à porta do advogado. Ele abre a porta e lá fora está um padre que diz:

  • Bom dia. Nós fizemos umas investigações e reparamos que o senhor ganha muito dinheiro, mas que nunca contribuiu com nada para a paróquia… O senhor não gostaria de fazer um donativo?

O advogado pensa um bocado e diz:

  • Olhe lá… e nas suas investigações também não descobriu que a minha Mãe está prestes a morrer e gasta uma fortuna em medicamentos?
  • Bem… não…
  • E também não descobriu que o meu irmão é um veterano de guerra confinado a uma cadeira de rodas que não tem qualquer meio de sustento?
  • Pois, quer dizer…
  • E suponho que também não saiba que a minha irmã acaba de ficar viúva e que agora tem três filhos para sustentar sozinha, não é?
  • Pois, realmente eu não fazia ideia…
  • Então agora diga-me lá… se eu não dou dinheiro nenhum aqueles gajos, porque raio é que devia de o dar a si?

Numa aldeia do interior, um padre resolveu informatizar os serviços da igreja, para ser mais justo na atribuição das penitências. No dia seguinte, a Joaquina foi á igreja, para confessar os seus pecados e o Padre contou-lhe que ela seria a 1ª pessoa a usufruir daquele serviço.

  • Aí, Sr. Padre estou tão aflita !
  • Confessa-te minha filha, para assim obteres o perdão do Senhor .
  • Sabe, Sr. Padre, o meu Quim, ontem foi lá a casa.
  • Ai, foi minha filha ?
  • Foi, Sr. Padre e aí, como é normal trocamos uns beijos.
  • E depois minha filha ? – Entretanto o Padre escrevia no computador, o que ia sendo relatado.
  • Ora Sr. Padre, aqueles beijos deixaram-nos com muito calor, então resolvemos subir para o meu quarto.
  • Sim minha filha conta mais !
  • Depois Sr. Padre com tanto calor que tínhamos, tiramos as roupas
  • Sim, Sim, minha filha, continua .
  • Bem Sr. Padre, como estávamos muito excitados o meu Quim, penetrou-me..

Mas foi só um bocadinho, Sr. Padre !

  • Bom, aguarda um pouco que já te digo a tua penitência.

Depois do texto todo introduzido o Padre faz “enter” e logo a seguir o computador dá erro, em seguida o Padre volta a escrever toda a ladainha do principio e novamente lhe dá o mesmo erro, como já não sabia mais o que fazer, diz o Padre para a mocinha:

  • Olha minha filha, vais convidar o teu Quim a ir novamente a tua casa, beijem-se, subam ao quarto, tirem as roupas e excitem-se, mas desta vez pede ao teu teu Quim te penetrar toda, porque o computador não aceita casas decimais!