Manuel entrou num bar por volta das 20 horas.
Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.
Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento em que começavam as notícias do dia.
A reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.
A loira voltou-se para o Manuel e disse:
– Você acha que ele vai saltar?
Manuel respondeu:
– Eu aposto que vai saltar.
A loira respondeu:
– Bem, eu aposto que não vai.
Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:
– Vamos apostar?
– Sim!
Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.
A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:
– Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.
Manuel respondeu:
– Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.
A loira respondeu:
– Também vi, mas nunca pensei que ele saltasse outra vez.
Etiqueta: manuel
Em turismo pelo Japão, Manuel e a Maria resolvem assistir a um dos jogos da Copa do Mundo.
Por culpa da Maria, que demorou uma eternidade para se arrumar, chegam com quase meia hora de atraso ao estádio.
Assim que se senta, Maria pergunta ao seu vizinho de arquibancada quanto está o jogo.
– Zero a zero! – responde o sujeito.
– Tá vendo – diz ela, virando-se para o Manuel. – Eu não te disse que íamos chegar a tempo?!
Por culpa da Maria, que demorou uma eternidade para se arrumar, chegam com quase meia hora de atraso ao estádio.
Assim que se senta, Maria pergunta ao seu vizinho de arquibancada quanto está o jogo.
– Zero a zero! – responde o sujeito.
– Tá vendo – diz ela, virando-se para o Manuel. – Eu não te disse que íamos chegar a tempo?!
O Manuel queria pular de pára-quedas, e se matriculou numa escola de paraquedismo. No dia do seu primeiro salto, com o avião à 10 mil pés de altura, o instrutor diz:
– É só o senhor colocar esta mochila nas costas, pular, e puxar a primeira cordinha. Se o pára-quedas não abrir, puxe a segunda cordinha. Lá embaixo vai estar um jipe, esperando para trazê-lo de volta.
O português salta, puxa a primeira cordinha e não acontece nada.
– Ai meu Jisuis.
Puxa a segunda cordinha, e nada.
– Ai meu Jisuis! Só falta o jipe não estar lá me esperando.
– É só o senhor colocar esta mochila nas costas, pular, e puxar a primeira cordinha. Se o pára-quedas não abrir, puxe a segunda cordinha. Lá embaixo vai estar um jipe, esperando para trazê-lo de volta.
O português salta, puxa a primeira cordinha e não acontece nada.
– Ai meu Jisuis.
Puxa a segunda cordinha, e nada.
– Ai meu Jisuis! Só falta o jipe não estar lá me esperando.
Maria chega em casa e, ao ver o leite fervido e derramado sobre o fogão, dá a maior bronca no Manuel:
– Ó Manel!… Eu não te pedi que ficasse de olho na hora em que o leite fervesse, ó tua anta???!!!
E o Manuel explica:
– Ó Maria!… E foi exatamente o que eu fiz: eram 8 horas 32 minutos e 45 segundos…
– Ó Manel!… Eu não te pedi que ficasse de olho na hora em que o leite fervesse, ó tua anta???!!!
E o Manuel explica:
– Ó Maria!… E foi exatamente o que eu fiz: eram 8 horas 32 minutos e 45 segundos…
O Joaquim e o Manuel eram grandes amigos e igualmente fanáticos por futebol. Uma vez o Joaquim perguntou – Oh Manuel, será que no céu há futebol. – Espero que sim. Vamos fazer o seguinte o primeiro que morrer volta para avisar o outro… – Combinado. Alguns anos depois, o Joaquim bateu as botas e na noite seguinte foi ao quarto do Manuel – Maneeeeel… – Ai meu Deus. – Calma, SOU EU, O Joaquim. Tenho uma boa e uma má noticia. A boa, é que há futebol no céu. – Fixe…e a má. – É que no domingo já jogas.
Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até a Igreja des Invalides.
E o guia explicava:
— Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!
E o portuga:
– Caramba! Como fumava este gajo!
E o guia explicava:
— Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!
E o portuga:
– Caramba! Como fumava este gajo!
Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:
- Estouuuu… é da polícia?
- É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.
E o alentejano:
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
E o policia:
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
E o Manel:
- Já.
E o outro alentejano:
- E racharam-te a lenha toda?
Responde o Manel:
- Sim…
E finaliza o alentejano todo contente:
- Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.