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No primeiro dia de aula, a professora chama os alunos um por um e pede para eles se apresentarem brevemente, dizendo o nome e a profissão dos pais.
– Eu me chamo Luciana – diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.
– Eu sou o Luís Carlos – diz um garoto – minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.
– Eu sou o Roberto – diz um outro menino – minha mãe é prostituta e meu pai faz strip-tease numa boate gay.
Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto.
No recreio, os colegas perguntam para Roberto: – É verdade que sua mãe é prostituta e seu pai tira a roupa na frente das bichas?
– Não! – responde o Roberto – É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft!
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.
Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
– Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.
O garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever, pegou numa caneta e começa a soletrar:
– Ca-ne-ta!
– Sim senhor, agora isto.
– e volta a escrever, desta vez BORRACHA
– Você aí ao lado agora. Mesma cena, e o garoto:
– Bo-rra-cha!
– Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo.
– e ele escreve SINO O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
– Pu-nhe-ta
Numa escola em África a professora pede aos alunos que digam um verbo. O 1º aluno pensa um bocado e diz: – Bicicrete.
– Não, bicicleta não é um verbo. Tu aí atrás, diz um verbo.
O rapaz pensa um bocado e finalmente diz: – Prástico.
– Não, plástico não é um verbo. Tu aí ao pé da janela, diz um verbo.
O rapaz pensa um pouco e diz: – Hospedar.
– Muito bem, hospedar é um verbo sim senhor. Agora diz uma frase com esse verbo. O aluno: – Hospedar da minha bicicrete são de prastico!
Numa aula de biologia, o professor colocou uma lombriga em cada um de quatro tubos de ensaio.
Além da lombriga, o primeiro tubo continha álcool, o segundo fumo de cigarros, o terceiro esperma e o quarto terra humedecida.
Na aula seguinte, mostrou aos alunos a conclusão da experiência. De facto: a primeira, que tinha sido mergulhada em álcool, estava morta; a segunda, com fumo de cigarros, morta estava; a terceira morreu no meio do esperma; a quarta, na terra humedecida, fora a única sobrevivente.
Então, perguntou à turma: – “O que podemos aprender com esta experiência, meninos?”
Imediatamente, o Joãozinho responde: – “Temos de beber, fumar e foder para não termos lombrigas!”