Um homem chega a um banco e grita para uma das funcionárias:
– Eu quero abrir uma conta na merda deste banco!
Surpresa, a funcionária fica totalmente paralisada com tamanha falta de educação.
– O que foi? É surda, menina? – grita o homem.
– Mexa-me esse cu porque estou com pressa, filha da puta.
– Desculpe, meu senhor – diz a funcionária. – Neste banco não toleramos esse tipo de linguagem.
Nesse exacto momento, o gerente aproxima-se:
– Algum problema, meu senhor?
– Sim! Acabo de ganhar 10 milhões na Lotaria e já faz cinco minutos que estou aqui para abrir a “porra” de uma conta neste banco de merda e…
– Então, mas esta vaca ainda não atendeu o senhor?
Etiqueta: cu
Duas amigas caídas de bêbedas e aflitas para fazer xixi, vão fazê-lo no cemitério. Uma limpou-se à cuequinha, e a outra, como não tinha, limpou-se a uma fita de uma coroa de flores que estava perto.
No dia seguinte um dos maridos ligou ao outro:
- A minha mulher chegou bêbeda e sem cuecas. Acabei o casamento!
Diz o outro.
- Eu também! A minha trazia uma fita presa no cu, que dizia:
”jamais te esqueceremos. Carlos, Tiago, Pedro e todo o pessoal da faculdade.”
Uma repórter do Jornal da noite da SIC estava na estação do Rossio a perguntar às pessoas do que é que elas mais gostavam.
- O senhor aí, pode dizer-me qual é a coisa de que mais gosta?
- Cú com leite condensado!
- O senhor podia ser um pouquinho mais discreto, estamos numa emissão em direto.
- Eu disfarcei, minha senhora. Eu até nem gosto de leite condensado.
Realizou-se um campeonato de paneleiros, para ver quem tinha o cú mais sensível.
Veio o primeiro e enfiaram-lhe uma caneta bic. Com uma voz fina, o tipo disse: “Ai, deixa eu ver… Caneta bic ponta fina”.
Porra, até na ponta acertou!
Veio o segundo e enfiaram-lhe uma lapiseira. Com vos finíssima o tipo disse: “Ai, deixa me ver.. Lapiseira 0.7” UAAAAU! gritou a assistência. Até na espessura acertou!
Veio então o terceiro e um dos jurados que ia a passar entornou o café em cima do cú do tipo. E o tipo, com voz super fina: “Aaaaaaaiiiiiiiiiii…… Está sem açúcar”
– Quanto é? – ela perguntou ao vendedor.
– São 500 reais!
– Ai, moço… Eu só tenho 300! Você me vende por 300?
Depois de pensar um pouco, o vendedor disse:
– Se você me der o cu em cima desse tapete, você pode levar até de graça! Mas tem uma condição: não pode peidar!
A loira aceitou, o vendedor trancou a loja e o abaixou as calças.
– Meu Deus! – gritou a loira, abismada com o tamanho do membro do rapaz, que quase batia no joelho.
Mas como já estava tudo combinado, ele subiu em cima da loira e, quando deu a primeira encostadinha ela gemeu, suspirou e… peidou.
Voltou pra casa aos prantos e contou a história para a mãe.
– O quê? – gritou a mãe, assustada – Eu vou lá resolver isso! Vou trazer esse tapete, é uma questão de honra!
Já na loja, a mamãe corajosa agüentou bem por cerca de dez segundos, depois prendeu a respiração, mordeu os lábios e… peidou.
Chegou em casa xingando o desgraçado, indignada e contou o fracasso pra filha. A avó da loira, que ouviu a história, se intrometeu:
– Esse é um problema pra eu resolver! É uma questão de tradição de família! – e correu para a loja.
Depois de uma hora, ela volta com o tapete enrolado no ombro. A mãe e a filha fizeram a maior festa, abraçaram a velha, pularam e perguntaram como ela tinha conseguido se segurar diante daquele fenômeno.
– Mas quem foi que disse que eu consegui – disse a vovó – Eu caguei o tapete inteiro! Só estou trazendo ele pra lavar…
– Tenham calma. Não podem entrar assim! Para poderem entrar façam uma fila e respondam às minhas perguntas.
– Você, Irmã Maria, alguma vez tocou num pénis?
– Foi só uma vez São Pedro, e só lhe toquei com a ponta do meu dedo mindinho.
– Muito bem Irmã Maria, tem de meter seu dedo mindinho nesta água benta e depois pode entrar.
– Você, Irmã Celeste, alguma vez tocou num pénis?
– Foi só uma vez São Pedro, e só foi com a mão esquerda.
– Muito bem Irmã Celeste, tem de meter sua mão esquerda nesta água benta e depois pode entrar.
Entretanto na fila começa uma desordem, porque uma das freiras, que estava no fim da fila, empurra as outras para poder chegar à frente!
– Minha filha, tem paciência! Porque empurras e não esperas pela tua vez?
– Ó, meu Senhor São Pedro, é que eu tenho de bochechar antes que a Irmã Margarida meta o cu na água benta!
Distraído, o menino pega a caixa e vai saindo da farmácia sem entregar o dinheiro.
– É pra pôr na conta de sua mãe? – Pergunta o farmacêutico.
– Não, é prá pôr no cu do meu pai!