Joãozinho para o pai: Papá, as meninas de 7 anos podem engravidar?
Pai: – Claro que não meu filho, que ideia!
Diz o Joãozinho: – Ai a pu** da Mariana que me pediu a mesada para pagar o aborto
Etiqueta: papá
O jaime perguntou ao pai: – Ouve papá, darias uma bofetada a um filho sem ele fazer nada? – Nem pensar. – Ah! Que susto! Assim posso te dizer que não fiz os trabalhos de casa!
- Papá, porque é que já estás a fazer a árvore de Natal se ainda só estamos em Junho?
- Então o menino julga que com essa leucemia chega a Dezembro?!
Um puto mais o pai passam à porta duma pastelaria. Diz o miúdo:
– Papá, quero uma bola de Berlim!
– Para que é que queres outra máquina de lavar se já tens a tua mãe lá em casa?
A partir desse dia o miúdo nunca mais comeu bananas…
Moral da história: O pai não sabia andar de Skate.
– Papá, quero uma bola de Berlim!
– Para que é que queres outra máquina de lavar se já tens a tua mãe lá em casa?
A partir desse dia o miúdo nunca mais comeu bananas…
Moral da história: O pai não sabia andar de Skate.
– Mamã, porque é que o papá está tão pálido?
– Cala-te e continua a cavar!
– Cala-te e continua a cavar!
O miúdo virou-se para o pai e perguntou:
– Papá, porque é que eu só ando em círculos?
– Cala a boca, rapaz! Senão ainda te prego o outro pé!
– Papá, porque é que eu só ando em círculos?
– Cala a boca, rapaz! Senão ainda te prego o outro pé!
Um pai tem cinco filhos. A um domingo reúne-os e diz-lhes:
— Muito bem, vamos lá ver quem merece uma recompensa esta semana. Qual de vocês foi o mais obediente e fez tudo o que a mamã pediu?
Os cinco, ao mesmo tempo:
— Tu, papá…
— Muito bem, vamos lá ver quem merece uma recompensa esta semana. Qual de vocês foi o mais obediente e fez tudo o que a mamã pediu?
Os cinco, ao mesmo tempo:
— Tu, papá…
— Como é que se chama o pai do burro?
— É burro, meu rapaz.
— Então porque é que o papá me chama tantas vezes burro?
— É burro, meu rapaz.
— Então porque é que o papá me chama tantas vezes burro?
— O papá não tem medo da trovoada.
— Eu não, minha filha.
— E não tem medo dos lobos?
— Não, minha filha.
— E não tem medo dos rinocerontes?
— Não, minha filha.
— Afinal, o papá só tem medo da mamã!
— Eu não, minha filha.
— E não tem medo dos lobos?
— Não, minha filha.
— E não tem medo dos rinocerontes?
— Não, minha filha.
— Afinal, o papá só tem medo da mamã!
— Papá: como é que começa a guerra?
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.
— Mas isto é só uma suposição…
— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.
— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…
— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.
— Fazes-me perder a paciência, diabo!
— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.
— Olha: supõe que a Espanha, por exemplo, apreendia um barco dos nossos…
— Ó homem! Não ensines uma coisa dessas à criança. A Espanha nunca nos fazia isso. De mais a mais, estamos em óptimas relações.
— Mas isto é só uma suposição…
— Mas é uma suposição parva. Não tem jeito nenhum.
— Ó mulher, cala-te. Isto é só como exemplo…
— Cala-te tu, que tu é que estás dizendo as asneiras.
— Fazes-me perder a paciência, diabo!
— O quê? Estás a ameaçar? Julgas que me metes medo?
— Ó mulher… eu…
— Pronto, papá! Pronto! Já sei como é que começa a guerra.