Etiqueta: amigo

Um advogado foi surpreendido dirigindo em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:
– Por favor, posso ver sua habilitação?
– Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.
– Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.
– Não o tenho, o carro é roubado.
– Como é? O carro é roubado?
– Aliás, pensando melhor, quando fui guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta e eu que acredito que lá estejam os documentos do carro.
– Você tem uma arma em seu porta-luvas?
– Claro, meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar o corpo no porta-malas.
O guarda fica desesperado e diz:
– Aguarde um minuto, por favor.
O policial chamou o Capitão pelo rádio e relatou todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais ao local, que cercaram o carro e, com suas armas em punho, exigiram que o advogado descesse do carro.
Nessa hora, chega o Capitão e diz ao advogado:
– Posso ver sua habilitação?
– Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.
– O veículo é seu?
– Sim, Senhor. Aqui estão os documentos.
– Por gentileza, abra seu porta-luvas lentamente.
O advogado abriu o porta-luvas, que estava vazio.
O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido. O Capitão, indignado, disse:
– Eu não entendo, o guarda que o abordou disse que o senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas…
O advogado responde com cara de espanto:
– Olha que mentiroso! Aposto que ele disse também que eu estava trafegando em excesso de velocidade!

Um amigo encontrou um amigo qualquer lá da categoria dele e disse:
— Ó nosso amigo, amanhã faço anos; o senhor procure a casa número quatro e sobe ao quarto andar; a porta fica só encostada; e o senhor toca à campainha com o cotovelo e empurra a porta com o pé.
— Home, mas diga-me uma coisa: mas como é essa conversa de tocar a campainha com o cotovelo, abrir a porta com o pé?!
— Então o senhor julga que vem com as mãos vazias…

O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:

  • Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:

  • Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.

Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.

  • Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.

Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.

  • Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.

Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:

  • Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.