Com as tags: esperteza Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Anedota 6:02 em 15 May, 2018 | Comentar!
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    O Joãozinho entra em casa a correr e mostra ao pai um canivete novo que achou na rua.

    • Mas tens a certeza que foi perdido? – pergunta o pai.
    • Foi perdido foi, que eu bem vi o homem à procura dele.
     
  • Anedota 23:26 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    Um lavrador entrou na mercearia da aldeia e pediu um bocado de presunto. Quando lho deram, cheirou-o e disse:
    — Este presunto não está bom.
    — Ora essa! Está bom, sim senhor
    — Isso é que ele não está.
    — Pois fique sabendo que o acabámos de curar a semana passada.
    — Acabaram de o curar? Pois então é porque teve uma recaída!

     
  • Anedota 19:00 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    Um amigo encontrou um amigo qualquer lá da categoria dele e disse:
    — Ó nosso amigo, amanhã faço anos; o senhor procure a casa número quatro e sobe ao quarto andar; a porta fica só encostada; e o senhor toca à campainha com o cotovelo e empurra a porta com o pé.
    — Home, mas diga-me uma coisa: mas como é essa conversa de tocar a campainha com o cotovelo, abrir a porta com o pé?!
    — Então o senhor julga que vem com as mãos vazias…

     
  • Anedota 14:44 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    Dois amigos iam de jornada. Um era muito gastador e outro muito poupado. Este foi escolhido para guardar o dinheiro. Todos os dias o outro lhe pedia dinheiro, mas inutilmente. Não podendo obtê-lo de dia, lembrou-se de obtê-lo de noite: deixava adormecer o companheiro e ia revistar-lhe os bolsos, mas sempre sem resultado.
    No fim da jornada pediu ao outro que lhe dissesse onde escondia o dinheiro, e confessou que todas as noites lhe tinha revistado as algibeiras.
    — Olha: eu previ que tu irias procurá-lo nos meus bolsos. Por isso, assim que apagávamos a luz, ia meter a bolsa num dos bolsos do teu casaco, e de madrugada ia tirá-la para o meu poder.

     
  • Anedota 10:17 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    — Diga-me: quanto custa um bife com batatas?
    — Dez euros.
    — E sem batatas?
    — O mesmo: dez euros.
    — Então as batatas são de graça?
    — Sim, senhor.
    — Bem. Sirva-me um prato de batatas.

     
  • Anedota 6:02 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    Na inspecção militar:
    — Queixa-se de alguma coisa?
    — De falta de vista, senhor doutor.
    — Ao perto ou ao longe?
    — Uma coisa e outra. O senhor doutor vê aquela mosca, ali na parede?
    — Vejo.
    — Pois eu não vejo.

     
  • Anedota 1:32 em 12 December, 2017 | Comentar!
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    O filme está a projectar-se, a sala, está às escuras e quase silenciosa, quando se ouve o estalar de uma valente bofetada, e a senhora, levantando-se, gritar ao homem que lhe apalpara â coxa:
    — Seu patife! Seu atrevido! Seu malandro!
    O homem levanta-se, pede licença para passar, às pessoas que estavam próximas, olha para trás, para a senhora, e diz-lhe em tom de ameaça:
    — E lá em casa levas mais.

     
  • Anedota 21:25 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    — Talvez aqui tenha um bom partido para si — diz o homem da agência de casamento — Uma menina bem linda, filha do dono duma grande empresa metalúrgica.
    — Tem fotografias?
    — Não. A menina disse que não tinha nenhuma que achasse capaz, mas ficou de me mandar ainda hoje, ou amanhã.
    — Não estou, a pensar na fotografia da menina. Pergunto se tem fotografias das instalações metalúrgicas.

     
  • Anedota 17:13 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    — Eu, quando preciso de pedir dinheiro emprestado, nunca recorro aos amigos.
    — Nesse caso, estou incondicionalmente às suas ordens. Tem aqui um amigo até à morte!…

     
  • Anedota 13:04 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    No eléctrico vai sentada uma bela rapariga. Um malandrão chega ao pé dela e segreda-lhe: «Se você me mostrasse um bocadinho mais dessa linda perna… eu dava-lhe esta nota!» — e mo-trou-lhe uma nota de cinco euros. A moça pegou na nota e, efectivamente, puxou a saia um centimetrozinho mais acima. O homem, estasiado, aventurou-se novamente:
    —Se você puxasse um bocadinho de nada a mais… eu dava-lhe esta notinha… e estendeu-lhe dez euros.
    A rapariga puxou a saia um bocadinho mais acima. E em seguida, pergunta-lhe:
    — Olhe lá. Quanto é que me daria se eu lhe mostrasse o sítio onde fiz a operação à apendicite?
    — Oh! Isso… dou-lhe vinte euros.
    — Pois então dê-mos cá.
    Ele estendeu-lhe a nota, ela recebeu-a, e ele verificou que ela, quietinha no banco, não fazia menção de levantar a saia. Começou a pensar que estava a ser ludibriado, e perguntou:
    — Então? Mas onde é que foi?
    — Olhe, foi ali! — e apontou o Hospital de Santa Marta, por onde nesta altura o eléctrico ia passando.

     
  • Anedota 8:37 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    Na fronteira suíça os guardas interceptam um homem que transporta, numa bicicleta, um grande saco, cheio de areia. Revistam, e verificam que ele não mente: é um saco cheio de areia. O incidente repete-se dois dias depois, e na semana seguinte, e assim durante meses.
    — É um louco — diziam os guardas-fiscais.
    Os anos passaram. Um dos guardas reforma-se e encontra, por acaso, o ciclista.
    — Afinal — pergunta ele —, é capaz de me dizer o que é que você passava noutro tempo, na fronteira, por contrabando.
    — Nada. Somente bicicletas.

     
  • Anedota 4:33 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    Na casa de antiguidades.
    O cliente: — E diga-me: este armário é antigo?
    O antiquário: — Sem qualquer dúvida, meu caro senhor. Aqui, todos os móveis que fabricamos são antigos.

     
  • Anedota 0:20 em 11 December, 2017 | Comentar!
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    Na montagem de electricidade de uma fábrica, o oficial diz ao ajudante:
    — Ó Malaquias, sobe aqui esta escada. Vês aqueles dois fios?
    — Vejo, sim senhor.
    — Então agarra um.
    O outro sobe a escada, e agarra num fio. Pergunta-lhe o oficial:
    — Dá choque?
    — Não.
    — Então não mexas no outro, que é de alta tensão — 1000 volts.

     
  • Anedota 20:17 em 10 December, 2017 | Comentar!
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    — A mãezinha manda perguntar se nos pode emprestar o seu gira-discos.
    — Querem dançar a estas horas da noite?
    — Não, mas queríamos dormir.

     
  • Anedota 16:04 em 10 December, 2017 | Comentar!
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    Um marinheiro, a bordo duma fragata, teve a desgraça de deixar cair ao mar um bule de prata, e, cheio de receio, foi ao camarote do comandante e perguntou:
    — Meu capitão: pode dizer-se que está perdida uma coisa que se sabe onde está?
    — Não, visto que se sabe o paradeiro.
    — Nesse caso, não vale a pena procurar o seu bule, porque eu sei que está no fundo do mar.

     
  • Anedota 11:36 em 10 December, 2017 | Comentar!
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    — Que fazes agora?
    — Vendo pombos-correios.
    — E isso dá lucro?
    — Se dá. Vendo-os de manhã e à tarde já estão de volta ao pombal.

     

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