Etiqueta: lógica

Estava sentado no vaso, fazendo minhas necessidades, quando ouço:

“Oi, tudo bem?”

Não gosto muito de conversa neste momento… muito menos sem saber quem se encontra do outro lado, mas para não ser indelicado… respondi:

“Estou ótimo!”

E o outro perguntou:

“O que é que esta fazendo?”

Mas que pergunta mais sem lógica. Achei até um pouco bizarro, mas respondi:

“Acho que o mesmo que você…”

Agora que estava chegando ao ponto alto da situação… ouço:

“Posso ir aí?”

OK, esta já foi demais, mas não querendo ser mal educado, respondi:

“Não… Neste momento estou muito ocupado!”

Então ele respondeu:

“Olha… eu ligo mais tarde, porque tem um idiota sentado aqui ao lado, e cada vez que eu falo, ele responde…”
Finalmente ficou comprovado, acima de qualquer duvida, que os computadores sao do sexo feminino: 11 razoes para crer que os computadores sao femeas.
1)Assim que se arranja um, aparece outro melhor na esquina;
2) Ninguem, alem do criador, é capaz de entender a sua lógica interna;
3) Mesmo os menores errinhos que voce comete sao guardados na memoria para futura referencia;
4) A linguagem nativa usada na comunicacao entre computadores é incompreensivel para qualquer outra especie;
5) A mensagem “bad command or file name” é tão informativa quanto digamos, “se voce nao sabe porque estou com odio de voce, nao sou eu quem vai explicar”;
6) Assim que voce opta por um computador, qualquer que seja, logo voce estara gastando tudo o que ganha com acessorios para ele;
7) O computador possui himen.sys;
8) Processa informacoes com muita rapidez, mas nao pensa;
9) O computador do seu amigo, vizinho ou do seu escritorio sempre é melhor;
10) O computador nao faz absolutamente nada sozinho, a nao ser que voce de o comando;
11) O computador sempre trava na melhor hora.

— Um cigarro? — diz o homem, desejando meter conversa com o companheiro de viagem.
— Obrigado. Não fumo. — responde o outro —. Fumei uma vez, e chegou-me.
Há um bocado de silêncio.
— Vai um uísque? — insiste o primeiro.
— Não. Obrigado. Bebi álcool uma única vez, e não quero voltar a beber.
Passa-se um quarto de hora, e o primeiro, insistindo em meter conversa, pergunta:
— Não quer que lhe arranje um jornal, para se entreter?
— Não. Obrigado. Li um jornal uma única vez na minha vida, e não torno a fazê-lo.
O homem que queria conversar, desiste. Mas, pouco depois, é o outro que lhe diz com amabilidade:
— O senhor é muito simpático. Gostaria de ter ocasião de lhe apresentar a minha filha.
— Filha única, certamente — remata o outro.