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Anedota
O menino está deitado na areia ao lado do pai numa praia de nudismo. Ele olha as pessoas ao à sua volta e de repente ele Pergunta ao pai: – Porque é que estão aqui homens com a pilinha para cima e outros com a pilinha para baixo? O pai constrangido pensa um pouco e responde:
– Olha, os que estão com a pilinha para cima são ricos e os que estão com ela para baixo são pobres. A resposta parece satisfazer o garoto que continua a olhar. Algum tempo depois o pai pergunta:
– Viste a tua mãe?
O miúdo responde:
– Vi sim. Ela estava ali a conversar com um homem muito pobre. De repente ele começou a ficar muito rico e agora ela está ali nas dunas a chupar-lhe a fortuna toda. -
Anedota
Um brasileiro e dois macacos saem em missão espacial. Do centro de controle na terra o responsável pela missão da algumas ordens aos tripulantes:
-Macaco 1: segue a rota xpt0 de acordo com as coordenadas estabelecidas.
-Macaco 2: qual a situação da nave
-Zé: _
-Já sei, dou de comer aos macacos e não mexo em nada – responde o Zé. -
Anedota
Um sujeito liga para casa, para saber o que a esposa vai fazer para o jantar. – Alô?, diz uma vózinha de criança.
– Ó, querida, é o papá. A mamã está perto do telefone?
– Não, papá. Ela está lá em cima no quarto com o tio Chico.
Após alguns segundos, o sujeito diz:
– Mas querida, você não tem um tio chamado Chico!
– Sim, eu tenho! E ele está lá em cima no quarto com a mamã.
– Está bem, então eu quero que você faça o seguinte: Suba a correr as escadas, bata na porta do quarto e grite para a mamãe e para o tio Chico que meu carro acabou de parar na frente da casa.
– Tá bem, papá.
Alguns minutos depois, volta a menina:
– Eu fiz o que você disse, papá.
– E o que aconteceu?
– Bem, a mamãe pulou da cama nua e começou a correr pelo quarto gritando, tropeçou no tapete e caiu pela janela da frente, e agora ela está morta!
– Ó, meu Deus! E o tio Chico?
– Ele pulou da cama nu também, estava muito assustado, e saltou pela janela do fundo para dentro da piscina, mas ele deve ter-se esquecido que você esvaziou a piscina na semana passada para limpar. Daí ele bateu a cabeça no fundo dela, e agora está lá, morto também.
Uma longa pausa e o cara diz:
– Piscina? Não tenho piscina! Por acaso o telefone daí é 35550739?
– Não!
– Desculpe, foi engano! -
Anedota
Um brasileiro, ao ver num bar uma brasileira com um anel de brilhantes diz:
- Opa, isso aí é um anel “di’amante”!
Responde a mulher:
- Não, não. Esse aí é de marido mesmo!
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Anedota
Corno, porém, sensato
No meio de um julgamento, pergunta o Juiz: – O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama com outro homem, correto?
– Correto, meritíssimo!- diz o réu de cabeça baixa.
Continua o juiz: – Então o senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora, correto?
– Correto, meritíssimo! – repete o réu.
– E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?
O réu responde: – Senhor Juiz…. Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.
Foi absolvido na hora! Corno… porém sensato… -
Anedota
Ontem um gajo disse-me:
- Eu comi um Brasileiro ontem !!!
- Mas como?? Ele é maricas ???
- Não! Eu usei uma técnica para isso!
- E qual foi ??
- Foi fácil… Cheguei-me a ele, estiquei o indicador e disse:
” Olha aqui, Brasileiro, vou enfiar este dedo no teu cu !!! ” E ele respondeu:
” Vais enfiar o C……..!!! “… -
Anedota
Uma paciente vai ao médico e queixa-se:
– Ai Sr. Dr. estou tão inchada, será que estou grávida?
– Não minha Sra. isso são gases. Passados 8 meses o médico encontra a mesma paciente com um bebé ao colo e pergunta-lhe:
– Ai que linda bebé é a sua filha?
– Não Sr. Dr. é a minha bufa. -
Anedota
Um brasileiro vivia na Europa e tinha a esposa na maternidade, o filho tinha nascido poucas horas antes. Então ele lá foi para ver o seu rebento.
Chegou à recepção e perguntou:- Olhe, eu venho cá ver o meu filho, nasceu há algumas horas. Sabe, sou brasileiro e novo na cidade, perdi-me. Ainda posso vê-lo?
- Suponho que possa fazer uma excepção, suba estas escadas à direita e vai lá ter facilmente.
- Muito obrigado!!
Ele lá foi, subiu as escadas e viu logo um grande letreiro que dizia:
*** Bebés Super Inteligentes e Bonitões ***
Viu uns bebes deitados nos seus berços. Chegou perto da primeira enfermeira que viu e perguntou muito excitado:
- O meu bebé, quero ver o meu bebé!!
- Pode-me dar o seu nome sff?
- Sou o brasileiro, não devem haver muitos aqui.
- Deixe ver… não, não tenho cá nenhum brasileiro, tente o piso acima.
E subiu as escadas de novo, para encontrar outro letreiro que dizia:
*** Bebés Inteligentes Acima do Normal e Bonitos ***
Lá estavam mais bebés nos seus berços e foi perguntar a uma enfermeira se estava lá o seu bebé.
- Não, desculpe mas não temos aqui o seu filho, tente o piso acima.
Subindo novamente as escadas e ia embatendo noutro letreiro que dizia:
*** Bebés Com Q.I. Normal e Apresentáveis***
Lá encontrou outra enfermeira a quem perguntou se lá estava o seu adorado filho, mas obteve a mesma resposta:
- Parece-me que não… Definitivamente não está cá, talvez no piso acima.
Já conhecendo de cor os degraus daquela escada lá foi subindo até encontrar outro letreiro que por sua vez dizia:
*** Bebés Mais Fracos Intelectualmente e Menos Bonitos ***
Um pouco desiludido, lá foi questionar à enfermeira e foi o mesmo:
- Vai ter que ir lá ver acima que nós aqui não o temos, é só subir…
- Eu sei o caminho, obrigado!
Subindo de novo as escadas encontra outro letreiro que por sua vez diz:
*** Bebés Burros e Feios ***
- Pode ser que seja aqui. Enfermeira, podia-me dizer se o meu filho está aqui?
Depois da procura…
- Terá que ir lá acima, porque ele aqui não está.
Mais escadas, e mais um letreiro onde está escrito:
*** Bebés Completamente Estúpidos e Feios de Morrer ***
Mais uma enfermeira questionada e a resposta já conhecida:
- Concerteza que está no piso acima, porque aqui não está, desculpe.
Já a pensar que estava no cimo do Hospital vai subindo as escadas, quando vê:
*** Futuros Parasitas e Inadaptados da Sociedade, Apresentação Alienígena ***
- Enfermeira!!
Bla bla bla…
- Como vê aqui há muitíssimos poucos bebés e posso-lhe garantir que aqui não está. Só há mais um piso acima deste e é aí que ele está!
- Ahh, finalmente vou ver o meu filho. Diz o brasileiro enquanto sobe as escadas, onde depara com o seguinte letreiro:
*** Brasileiros ***
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Anedota
No Brasil:
- Doutor, doutor, me dá uma injecção anti-britânica!
- Anti-britânica que nada. Injecção anti-tetânica.
- Que nada, doutor. Foi com uma chave-inglesa!
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Anedota
Estavam dois brasileiros muito admirados a olhar para o coliseu de Roma :
- Nossa ! Já vui qui coisa maisss linda?
- É meismo, cara! Imagina só quando estiver acabado …
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Anedota
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA! -
Anedota
Conversa entre um brasileiro e uma brasileira numa discoteca:
ele: quer dançar comigo?
ela: não… eu vou mija…
ele: e depois di mija você quer dançar?
ela: não, eu vou mija embora! -
Anedota
É noite. Pai e filha estão na sala. A filha está a observar o aquário e o pai a ver televisão.
Então o pai pergunta:- Filha, mudaste a água aos peixes hoje?
E ela, sem esconder que era brasileira, responde:
- Não pai. Eles ainda não beberam a que eu lá pus ontem.
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Anedota
Um homem vai ao medico com dores, quando chega ao médico ele diz:
– Sr. Doutor, quando toco no braço doí-me, quando toco na cara doí-me, quando toco na perna doí-me, quando toco na cabeça doí-me…
Então o médico vira-se e diz:
– O sr tem o dedo partido! -
Anedota
Tava um gajo no cinema, na maior : as pernas na poltrona da frente, os cotovelos nos bancos dos lados, todo à vontade. Então, o gerente do cinema chega e diz-lhe:
- Que gazeta, hein meu? Não quer uns amendoinzinhos ou um whiskysinho ?
- Não! Eu quero uma ambulância. Eu caí lá de cima…
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Anedota
Lançaram o cinema 180 graus no Brazil…
Houve uma grande festa e toda a gente queria ir à primeira sessão!
Mas no fim do filme ninguém saía; então o dono, foi ver o que se passava.
Estavam todos mortos…
Fez entao uma segunda sessão, e no fim também estavam todos mortos…
Tentou uma terceira, e também morreram todos ….
Então o dono concluiu:
-Assim não dá ! Vou ter que diminuir a temperatura!

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