Ultimas Anedotas ou Piadas Publicadas Página 246 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Anedota 12:47 em 6 September, 2017 | Comentar!
      
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    Um alentejano visita o Oeste americano. Lá chegado, trava conhecimento com um proprietário rural, que o convida para o seu rancho e lhe diz:

    • Amanhã de manhã, às oito horas, pego no carro, aponto a direito, sem virar nem à esquerda, nem à direita, e às quatro da tarde, continuo nas minhas terras. Não acha espantoso?
    • Não – diz o alentejano. – Eu também há tempos tive uma merda de um carro igual ao seu.
     
  • Anedota 8:31 em 6 September, 2017 | Comentar!
      
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    Estava um alentejano sozinho num autocarro e além dele só o motorista. Chovia muito e o infeliz estava mesmo sentado por baixo de uma goteira. O motorista pára num sinal vermelho e, ao olhar para o espelho, vê aquilo e pergunta:
    — Mas porque é que não troca de lugar?
    — Ê até trocava, mas com queim?

     
  • Anedota 4:08 em 6 September, 2017 | Comentar!
      
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    Um alentejano foi visitar a China.
    Uma vez lá chegado, o homem visitou o Poço dos Nomes.
    Dizia a lenda que quem estivesse prestes a ser pai deveria atirar uma pedra para o poço, e o barulho que a pedra fizesse seria então o nome do filho.
    O alentejano aproxima-se do poço e vê um Chinês a atirar uma pedra, que faz: Chin-Chan-Yen.
    O alentejano acha piada aquilo e vê outro Chinês a fazer o mesmo: Tin-To-Yan.
    O alentejano não resiste e, como também ele estava prestes a ser pai, atira também uma pedra.
    Conforme cai no poço, a pedra faz: Chim-Pan-Zé.

     
  • Anedota 23:35 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    Um jovem que tinha acabado há pouco tempo uma especialização em eficácia na organização da produção, ia um dia tranquilamente de carro pelo meio do Alentejo.
    Às tantas deparou-se-lhe uma cena que por pouco não o enlouqueceu: um compadre segurava um porco acima da cabeça e andava à volta de uma azinheira a levar o porco de bolota em bolota.
    O rapaz, jovem e generoso, parou o carro e foi falar com o compadre:
    — Amigo, tive uma ideia que talvez lhe interesse: porque não sacode as bolotas da árvore? Depois punha o porco no chão e com isso poupava imenso tempo…
    O homem parou, reflectiu, pôs novamente o porco à cabeça e respondeu com um encolher de ombros:
    — Que é o tempo para um porco?…

     
  • Anedota 19:22 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    — Perdeu-se a questão, mas não está tudo perdido. Temos o recurso da apelação.
    Apele! Apele e verá como ganhamos.
    — A pele?! A pele já o senhor doutor me levou. Agora só se forem os ossos.

     
  • Anedota 15:07 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    Certo cliente expunha ao seu advogado uma questão em que não tinha sombra de razão, mas, querendo mostrar que a tinha, alongava-se em rodeios, metendo os pés pelas mãos…
    O advogado interrompeu-o:
    — Diga as coisas claramente; como são. Para as embrulhar, cá estou eu!

     
  • Anedota 14:21 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    Porque é que os alentejanos metam alhos a… 

    Porque é que os alentejanos metam alhos a volta da estrada?

    R: Porque dizem que faz bem a circulação!

     
  • Anedota 11:03 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    No consultório de um conhecido advogado de Lisboa apresenta-se um indivíduo que tem uma questão pendente no tribunal da Boa-Hora, em que ele é queixoso. Trata-se dum caso de difamação, começando ele por declarar ao advogado que está disposto a gastar toda a sua fortuna para obter que a Justiça castigue o difamador.
    — Muito bem! — exclamou o advogado. Diga-me, então, quais as palavras de que o réu se queixa.
    O cliente: Disse que me desafiava a encontrar um maior ladrão e mentiroso do que eu.
    — E o que lhe respondeu o senhor?
    — Que vinha procurar o meu advogado.

     
  • Anedota 6:20 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    Numa comarca da Louisiana, o tribunal ocupa-se de uma causa, cujo advogado não goza das boas graças do juiz. Resumia o juiz os factos principais quando um burro, na vizinhança, zurrou descompassadamente.
    — O que é isto? — perguntou o juiz, aborrecido.
    — Nada, senhor — respondeu o advogado — É o eco da voz de Vossa Senhoria.
    Não respondeu o juiz, mas pouco depois a casualidade veio em seu auxílio.
    Quando o advogado refutava acaloradamente certas observações do juiz, tornou o burro a zurrar com tal força que não se ouvia a voz do advogado.
    Então, o juiz disse com toda a gravidade:
    — Cale-se um de vocês, se querem ser ouvidos, porque falando os dois ao mesmo tempo é impossível.

     
  • Anedota 1:22 em 5 September, 2017 | Comentar!
      
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    Uma advogada muito feia defende um belo rapaz.
    Estou de tal modo convicta da sua inocência — diz ela — que me disponho a casar consigo depois da absolvição.
    — Nesse caso — grita o acusado —, prefiro confessar!

     
  • Anedota 20:59 em 4 September, 2017 | Comentar!
      
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    Um casal jovem e apaixonado morre num acidente na véspera do casamento. Chegando ao Paraíso, pedem a Deus para se casarem lá mesmo. O Senhor responde:
    — Esperem cinco anos e, se vocês ainda quiserem casar-se, daremos um jeito.
    Passaram-se cinco anos, e o casal continua com a firme intenção de casar. Vão outra vez à presença do Senhor e repetem o pedido. O Senhor, mais uma vez, responde:
    — Infelizmente, vocês vão ter de esperar mais cinco anos.
    Passados mais cinco anos, finalmente, a resposta esperada:
    — Okay, podem casar. Teremos uma bela cerimónia este sábado na capela celeste.
    Poucos meses depois, o casal já se quer separar. Vão à presença do Senhor, que ouve o pedido. E diz:
    — Demorei dez anos para arranjar um padre aqui no Paraíso. Vocês têm ideia de quanto tempo vai levar para arranjar um advogado?

     
  • Anedota 16:37 em 4 September, 2017 | Comentar!
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    Numa noite de neblina, numa estrada, um automóvel dirigido por um médico chocou com outro, guiado por um advogado. Nenhum dos dois sabia precisar de quem fora a culpa, mas, como estivessem ainda aturdidos e nervosos pelo acidente, o advogado tirou uma pequena garrafa de uísque do porta-luvas do seu carro e ofereceu um trago ao médico.
    O doutor, com mãos trémulas, pegou na garrafa e bebeu. Depois, passou-a ao advogado:
    — O senhor não vai também beber um pouco para acalmar os nervos?
    — Claro que vou — disse o advogado. — Mas só depois de a Brigada de Trânsito chegar.

     
  • Anedota 12:11 em 4 September, 2017 | Comentar!
      
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    O túmulo tinha gravado: «Aqui jaz um homem honrado e um grande advogado.»
    — As coisas devem estar más — disse o visitante ao coveiro — andam a pôr dois na mesma campa.

     
  • Anedota 8:05 em 4 September, 2017 | Comentar!
      
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    O Instituto Pasteur anunciou que não vai usar ratos em experiências médicas. No lugar dos ratos utilizará advogados. Houve três razões para tomar esta decisão:
    1. Existem no momento mais advogados do que ratos.
    2. Os pesquisadores não ficam tão ligados emocionalmente aos advogados como aos ratos.
    3. Há certas coisas que nem os ratos fazem.

     
  • Anedota 4:00 em 4 September, 2017 | Comentar!
      
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    O advogado recebe no escritório um cliente preocupado com seu processo:
    — Doutor, se eu perder este caso, estou arruinado.
    — Tudo depende do juiz… — diz o advogado.
    — Se eu desse um presentinho ao juiz, isso ajudaria?
    — Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se lhe der um presente, só irá prejudicar-se! Nem pense nisso!
    Passado algum tempo, sai a sentença: a favor do cliente. Este procura o advogado e diz:
    — Obrigado pela dica sobre o presentinho, funcionou!
    — Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
    — Mas eu mandei o presente… Foi por isso que a ganhámos.
    — Você está louco? Como?
    — Bem, eu mandei o presente e, dentro da caixa, coloquei um cartão-de-visita do nosso adversário.

     
  • Anedota 23:51 em 3 September, 2017 | Comentar!
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    Um talhante entra no escritório de um advogado e pergunta:
    — Se um cão à solta na rua entra num talho e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cão?
    — Sim, claro — responde o advogado.
    — Então o doutor deve-me dois euros. O seu cão andava à solta e roubou um chouriço da minha loja.
    Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de dois euros e entrega-o ao talhante. Alguns dias depois, este recebe uma carta do advogado, cobrando quinze euros pela consulta.

     

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