No consultório psiquiátrico:
Paciente:
-Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo! O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:
-E desde quando o senhor acha que é um galo? Paciente:
-Ah, desde que eu era um pintinho.
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Psiquiatra para o paciente bebum:
-O senhor vai parar de beber cerveja, durante um ano só vai beber leite. -Outra vez, doutor?
-O que, o senhor já fez esse tratamento?
-Já, durante os primeiros meses da minha vida…
Sabem qual a diferença entre um clínico, um cirurgião-geral, um psiquiatra e um patologista?
O clínico: Sabe tudo e não resolve nada.
O cirurgião: Não sabe nada mas resolve tudo.
O psiquiatra: Não sabe nada e não resolve nada.
O patologista: Sabe tudo, resolve tudo, mas sempre chega atrasado.
Ao sentir que o exame de toque havia virado uma orquestra, a mulher deu um pulo da maca, vestiu-se atabalhoadamente e desembestou porta afora:
– Socorro! Tarado! Esse cara é um tarado!
Estupefactas, na sala de espera, as outras pacientes levantaram os olhos das revistas Veja e Manchete do ano retrasado e assistiram à mulher sair correndo.
Logo o médico surge na porta e esclarece:
– Desculpem-me do transtorno! Essa mulher sofre de uma terrível síndrome e eu a aconselhei a procurar ajuda psiquiatra. Ela teve um surto e acabou fazendo esse escândalo. Pobre coitada!
Balançou a cabeça e entrou em sua sala novamente.
Logo em seguida, entra a secretária.
– E aí? – pergunta ele. – Acha que fui convincente?
– O discurso foi bom, mas faltou um pequeno detalhe: o senhor se esqueceu de vestir as calças!
Um homem vai ao psiquiatra:
- Qual é o seu problema? – perguntou o doutor.
- Bem… é que eu tive uma discussão com a minha sogra e ela disse-me que não falaria comigo durante um mês.
E o psiquiatra:
- Para muitos, isso não e’ problema. Muito pelo contrário…
- Só que para mim é um grande problema!
- Mas porquê? – quis saber o psiquiatra.
- É que o prazo termina hoje!
Uma gaja mesmo boa vai ao psiquiatra.
-Dr., preciso da sua ajuda. Todas as vezes que saio com um rapaz, logo no primeiro encontro vou para a cama com ele. É uma coisa incontrolável, não consigo resistir! No dia seguinte fico deprimida e com um sentimento de culpa enorme.
- Já sei! Quer livrar-se desse impulso, fortalecer o seu carácter e poder controlar melhor a sua vontade não é ?
- Não Dr., não é nada disso! Eu quero apenas que o Sr. me diga como é que faço para não ficar deprimida depois!
– Doutor, acabei de descobrir um remédio que faz a gente adivinhar as coisas! O senhor não quer experimentar?
O médico para ser gentil pega o vidro e toma um gole.
Em seguida, dá uma cusparada e com nojo, diz:
– Mais isso é urina!
– Adivinhou! Tá vendo como o remédio é bom?
– Doutor, toda vez que conheço um rapaz não resisto e vou pra cama com ele logo no primeiro encontro.
– Depois me dá uma depressão enorme…
– Não é pra menos… Vou te ajudar a se livrar desta compulsão!
– Compulsão? Não… eu só queria que o senhor me dissesse como é que eu faço pra não ficar deprimida depois…
Os psiquiatras de uma clínica aconselharam, por razões terapêuticas, um jovem doente a dedicar-se à pintura. Depois de semanas de trabalho intenso, o doente mostrou finalmente o resultado do seu esforço: uma magnífica tela em branco.
Os psiquiatras tentaram dizer-lhe qualquer coisa que não o afastasse de vez da pintura.
— Muito bonito… Mas o que é?
— E um quadro bíblico — explicou o doente. — Representa a fuga do Egipto.
— Percebo… — exclamou com bondade um médico. — Aquilo que nós não vemos é o mar Vermelho!
— Claro —concordou o doente—, porque foi separado, como explica o Antigo Testamento.
— E os Israelitas? ‘
— Esses já passaram! — diz o doente.
— E os Egípcios?
— O senhor doutor vê mal?! — perguntou o doente compadecido. — Não vê que esses ainda não chegaram?!
— Doutor, está um homem invisível na sala de espera! — diz alguém ao psiquiatra.
— Diga-lhe que agora não o posso ver!
— Meu caro senhor — diz o psiquiatra ao cliente —, o seu caso é simples: o senhor tem dupla personalidade. São cem euros pela consulta.
— Aqui tem cinquenta, senhor doutor. O que falta, o outro que pague.
O psiquiatra estava a aconselhar o homem infeliz.
— Arranje uma rapariga que tenha os seus gostos — disse ele.
— Oh, doutor — protestou o cliente. — Para que quero eu uma rapariga que goste de assobiar às outras?
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!
No psiquiatra:
— Diga-me: foi soldado?
— Não, sr. doutor; sou feito duma só peça.
No psiquiatra:
-Doutor, tenho complexo de feia.
-Que complexo que nada.
O psiquiatra incentiva o paciente:
-Pode me contar desde o princípio…
-Pois bem, doutor! No princípio eu criei o céu e a terra…