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Durante uma de suas consultas, aquele famoso ginecologista não resistiu à exuberância de uma de suas pacientes e avançou o sinal.

Ao sentir que o exame de toque havia virado uma orquestra, a mulher deu um pulo da maca, vestiu-se atabalhoadamente e desembestou porta afora:

– Socorro! Tarado! Esse cara é um tarado!

Estupefactas, na sala de espera, as outras pacientes levantaram os olhos das revistas Veja e Manchete do ano retrasado e assistiram à mulher sair correndo.

Logo o médico surge na porta e esclarece:

– Desculpem-me do transtorno! Essa mulher sofre de uma terrível síndrome e eu a aconselhei a procurar ajuda psiquiatra. Ela teve um surto e acabou fazendo esse escândalo. Pobre coitada!

Balançou a cabeça e entrou em sua sala novamente.

Logo em seguida, entra a secretária.

– E aí? – pergunta ele. – Acha que fui convincente?
– O discurso foi bom, mas faltou um pequeno detalhe: o senhor se esqueceu de vestir as calças!

Um homem vai ao psiquiatra:

  • Qual é o seu problema? – perguntou o doutor.
  • Bem… é que eu tive uma discussão com a minha sogra e ela disse-me que não falaria comigo durante um mês.

E o psiquiatra:

  • Para muitos, isso não e’ problema. Muito pelo contrário…
  • Só que para mim é um grande problema!
  • Mas porquê? – quis saber o psiquiatra.
  • É que o prazo termina hoje!

Uma gaja mesmo boa vai ao psiquiatra.
-Dr., preciso da sua ajuda. Todas as vezes que saio com um rapaz, logo no primeiro encontro vou para a cama com ele. É uma coisa incontrolável, não consigo resistir! No dia seguinte fico deprimida e com um sentimento de culpa enorme.

  • Já sei! Quer livrar-se desse impulso, fortalecer o seu carácter e poder controlar melhor a sua vontade não é ?
  • Não Dr., não é nada disso! Eu quero apenas que o Sr. me diga como é que faço para não ficar deprimida depois!
A loira, toda fogosa, desabafa com o psiquiatra:

– Doutor, toda vez que conheço um rapaz não resisto e vou pra cama com ele logo no primeiro encontro.
– Depois me dá uma depressão enorme…
– Não é pra menos… Vou te ajudar a se livrar desta compulsão!
– Compulsão? Não… eu só queria que o senhor me dissesse como é que eu faço pra não ficar deprimida depois…

Os psiquiatras de uma clínica aconselharam, por razões terapêuticas, um jovem doente a dedicar-se à pintura. Depois de semanas de trabalho intenso, o doente mostrou finalmente o resultado do seu esforço: uma magnífica tela em branco.
Os psiquiatras tentaram dizer-lhe qualquer coisa que não o afastasse de vez da pintura.
— Muito bonito… Mas o que é?
— E um quadro bíblico — explicou o doente. — Representa a fuga do Egipto.
— Percebo… — exclamou com bondade um médico. — Aquilo que nós não vemos é o mar Vermelho!
— Claro —concordou o doente—, porque foi separado, como explica o Antigo Testamento.
— E os Israelitas? ‘
— Esses já passaram! — diz o doente.
— E os Egípcios?
— O senhor doutor vê mal?! — perguntou o doente compadecido. — Não vê que esses ainda não chegaram?!

O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!