Etiqueta: banana

No meio de uma longa viagem, a aeromoça pergunta a um dos passageiros:

– O senhor aceita uma Banana Split?

– Não, obrigado… Eu sou diabético!

– Então que tal um pudim de leite condensado?

– Eu não posso! – repetiu ele – Sou diabético!

– Tudo bem – tornou a aeromoça – Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!

– Moça, você não está entendendo! – disse ele, começando a se alterar – Eu sou diabético!!!

– Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia…

– Porra! – grita ele, batendo no braço da poltrona – Eu já falei umas mil vezes que sou diabético! Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! EU SOU DIABÉTICO!!!

– Regina! – grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas – O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!

Um detetive estava à conversa com um amigo numa esplanada, quando três mulheres se sentaram a uma mesa cada qual a comer uma banana.
-Tu viste aquelas mulheres? – perguntou o amigo.
-Vi, mas não conheço nenhuma. Nem a prostituta, nem a freira, nem a recém casada.
-Como diabo é que tu sabes a profissão delas? Perguntou o amigo.
-É fácil, respondeu o detetive. É só ver a maneira como elas comem a banana. A prostituta engole a banana de uma só vez. A freira como aos poucos, em pedacinhos.
-E a recém-casada, como foi que descobriste?
O detetive colocou a mão na nuca e, fingindo segurar uma banana na outra mão empurra a cabeça na direção da banana imaginária, com a boca aberta!

O alentejano está a comer ao balcão de um restaurante na estrada, quando entram três motoqueiros de Lisboa, tipo “Abutres” (aqueles gajos que vestem roupas de couro preto, cheias de coisas cromadas e que gostam de mostrar a sua força quando estão em bando).
O primeiro, vai até ao alentejano, apaga o cigarro em cima do bife dele e vai sentar-se na ponta do balcão.
O segundo, vai até ao alentejano, cospe no copo dele e vai sentar-se na outra ponta do balcão.
O terceiro, vira o prato do alentejano e também vai sentar-se junto dos outros…
Sem uma palavra de protesto, o alentejano levanta-se, põe o boné já gasto na cabeça e vai-se embora.
Depois de algum tempo, um dos motoqueiros diz ao empregado do restaurante: – Aquele gajo não era grande homem!
– Era mesmo um banana. – remata o segundo motoqueiro.
E o empregado: – Nem grande motorista… acabou de passar com o TIR por cima de três motas que estavam ali paradas!!!