Foi um casal para a sua lua-de-mel, mas o noivo desconhecia por completo o que teria que “fazer”. Já no quarto, o noivo, muito nervoso, telefona para o seu pai.
O pai, já a par da história diz ao filho: – Calma, presta atenção ao que eu te vou dizer: primeiro tira a tua roupa -e ele tirou; agora tira a roupa dela -e ele tirou; deita-a na cama -e ele deitou; apaga a luz -e ele apagou; e agora atenção, isto é o mais importante, …, atira-te para cima dela!
Ele atirou-se e deu uma valente cabeçada na mesinha de cabeceira.
Pegou novamente no telefone e disse: – Ai, …, ai, e agora?
Agora continua! – disse o pai.
E ele, agora confiante, continuou a dar valentes cabeçadas na mesinha de cabeceira!…
A rapariga tinha casamento marcado, e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não era.
Nervosa, ela pede conselhos à sua mãe :
Mãe… o que é que eu faço ? O Astolfo pensa que eu sou virgem, e se ele descobre que eu não sou pode querer anular o casamento!
Filha, olha, faz como eu fiz ao teu pai: Antes do momento X vais à casa de banho e dissolves umas pedras hume-hume num copo com água, passas a água na coisa e pronto, vais ficar toda apertadinha e ele vai acreditar, já que ele é mesmo burro.
Dito e feito, na hora do vamos-ver, a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia.
A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi à casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo.
Querido, não viste um copo com água que eu deixei na casa de banho ?
– Sandra! Por que você não me faz mais aquelas loucuras sexuais que você fazia antes do casamento? Aquelas posições loucas, aquelas coisas inacreditáveis…
E ela se defende:
– Você já ouviu falar de algum pescador que continue a dar isca para o peixe depois de ter conseguido pescá-lo?
Depois de 25 anos de casamento a mulher resolveu tentar resgatar o interesse do marido e vestiu a mesma camisola que usou na noite de Núpcias.
– Amo-or! – sussurrou ela, com voz lânguida – Lembra dessa camisola?
O marido tirou o olho do jornal e disse:
– Sim. É a camisola que você usou na nossa lua de mel! Por quê? – E você lembra do que você me disse naquela noite, quando me viu com essa camisola? – Sim, me lembro! – respondeu o marido – Eu disse “Você está maravilhosa nessa camisola, Clarice! Quero chupar os seus peitos até deixá-los SECOS! Depois quero transar com você até te deixar ACABADA!” – E agora, depois de tantos anos, o que você tem a dizer?
Uma mae tinha 3 filhas. No dia do casamento de cada uma, ela pediu que cada filha mandasse uma carta contando como estava a sua vida sexual. A primeira a casar enviou a carta dois dias após o casamento. No papel, apenas uma palavra: “Coca-Cola”.
Confusa a princípio, a mae finalmente viu num jornal um anúncio da Coca-Cola que dizia: “SATISFAÇAO ATÉ A ULTIMA GOTA”.
E entao ficou feliz!
A segunda filha casou e uma semana depois enviou uma carta que dizia: “Marlboro”.
Já escolada, a mae procurou um anúncio do cigarro Marlboro que dizia: “EXTRA LONGO, KING SIZE”.
E entao ficou feliz!
Quando a terceira filha casou, a mae ficou ansiosa para receber a carta da caçulinha, que só chegou 4 semanas depois.
Abriu o envelope e viu escrito: “VARIG”.
Procurou freneticamente um anúncio da VARIG em todos os jornais que tinha em casa. Finalmente achou um e desmaiou logo após lê-lo.
O anúncio dizia: “TRES VEZES POR DIA, SETE DIAS POR SEMANA, NOS DOIS TRECHOS”
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou: – Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão. Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro. A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou: – Querido, tenho uma surpresa para o jantar! Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão! As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!! Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho. Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!
Depois da morte, o casal encontra-se no céu. A mulher: – Que tal continuarmos casados? Marido: – No dia do casamento fui claro: – “até que a morte nos separe. ” agora desaparece.
Depois de namorar durante um ano, o Miguel decidiu casar-se. A mãe da sua namorada, e sua futura sogra era genial (além de ser terrivelmente sensual). Ela sozinha ocupou-se da organização de tudo, casamento, igreja, música, fotógrafo, jantar, flores… Um dia telefonou-lhe e pediu-lhe que fosse a sua casa para reverem a lista de convidados e retirar alguns da sua família pois o total de convidados estava acima das nossas expectativas. Quando chegou, fizeram uma revisão da lista e diminuiram para menos de cento e cinquenta convidados. Foi quando ela o deixou boquiaberto e lhe disse: – Sempre o achei um homem atraente, e já que dentro de um mês você será um homem casado, gostava de ter sexo selvagem consigo. Então, ela levantou-se, caminhou sensualmente para o quarto e sussurrou-lhe ao ouvido: «Se quiser você sabe onde é a porta de saída…». Ele ficou em pé imóvel, quente, gelado, quente, por uns três minutos e finalmente decidiu que sabia perfeitamente o caminho a tomar. Dirigiu-se a correr para a porta, saiu, e lá fora apoiando-se sobre o capôt do seu carro estava o sogro, sorridente, que lhe explicou que os dois queriam unicamente estar seguros de que a sua filha iria casar-se com um homem educado e honesto, e por isso o tinham posto à prova. O sogro abraçou-o de tal forma que ele nem conseguia falar e deu-lhe os parabéns. O Miguel pensou: «Ainda bem que eu tinha os preservativos no carro porque se os tivesse no bolso…»
-Padre, o senhor acha certo alguém lucrar com o erro dos outros?
-Mas é claro que não, meu filho!
-Então vê se devolve a grana que eu te paguei para fazer o meu casamento.
😏 Agora ainda mais rápido e catita!
😍 Novo visual da página para ficar mais rápida e funcionar melhor em telemóveis.
😆 Melhorei os links de partilha, agora funcionam yay! ;D
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