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O dia em que o noivo se dirige à casa da noiva para pedir ao pai dela a sua mão (da filha, é claro) em casamento é uma das ocasiões mais tensas na vida de um noivo apaixonado. Muitas vezes o noivo ainda não sabe se o pai da noiva concorda ou não com o casamento. Não é raro uma negativa do pai. Sem saber o que lhe aguarda, o nosso herói vai até a casa da noiva. Reunião formal, toda a família na sala de visitas: pai, mãe, irmãos e irmã da noiva. O noivo fala o motivo da visita, coisa que todo mundo já sabe.

  • Eu vim pedir a mão de sua filha em casamento.
  • Qual delas? – pergunta o pai. – A maior ou a menor?
  • Desculpe, mas eu não sabia que a sua filha tinha uma mão maior que a outra.

Ela, na noite do casamento, para o marido, que se mostrava absolutamente desinteressado:
— Olha, querido: quando um homem e uma mulher se casam, à noite… têm de fazer… aquela coisa.
— Qual coisa?
— Ora… aquilo que vês os cãezinhos fazerem na rua. Percebes?
— O quê?! Não me digas que tenho de passar a noite toda a fazer chichi contra a parede!

Na noite do casamento, ela foi despir-se para a casa de banho. Demorava-se, e o marido, achando já muita a demora:
— ÓMaria: anda daí, vem-te deitar.
— Espera um bocado que eu já vou.
— Mas anda daí.
— Sabes?… É que eu tenho vergonha.
— Tens vergonha de quê? Anda daí!
— Sabes? É que eu já não estou virgem…
— Deixa lá, rapariga. Eu também não quero fazer nenhum presépio.

No dia do casamento os noivos vão a Sintra e jantam no hotel, à mesa redonda. No regresso a Lisboa, ele pergunta à noiva do que é que ela tinha gostado mais. Ela hesitou um momento, mas, como ele insistisse, respondeu com toda a ingenuidade:
— Olha: do que mais gostei foi daquele oficial de cavalaria que ficava em frente de nós.

O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!