Verbo DEVOLVER no presente:
Eu devolvo
Tu de mini
Ele de triciclo
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Anedota
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Anedota
O pessoal da F-1 quis organizar uma corrida. Então chamaram o Nelson Piquet, mas ele logo disse:
- Ah, sei não, esse papo de corrida não vai dar pé…
Então tentaram o Niki Lauda. Ele respondeu, irritado:
- Nem vem que eu ja ’tou queimado com esses papos de corrida !
Daí apelaram pró Senna, que, desdenhando, afirmou:
- Ah não! Eu já não tenho mais cabeça para isso !
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Anedota
Um gajo compra um carro novo, e vai para a estrada para o testar, e puxar por ele. Ia o gajo a 170, quando vê uma placa: REDUZA A 100 KM.
O tipo, começa a mandar vir, mas resolve obedecer à placa.
Passado uns tempos vê REDUZA A 50 KM. O gajo fica lixado, pois queria testar o carro novo e não podia.
Passado mais uns tempos a placa REDUZA A 20 KM.
O tipo não via motivo nenhum para aquele limite de velocidade, até porque aquela estrada nunca tinha ninguém. Passado mais uns tempos vê a placa BEM VINDO A REDUZA. -
Anedota
Ia um homem a estrear o seu carro novo quando vê um trolha de bicicleta ao longe na estrada.
Para mostrar ao trolha que o seu carro andava muito, acelerou e passou por ele a 120 Km hora. Diminuiu a velocidade mais à frente quando de repente é ultrapassado pelo trolha também a 120 Km hora.
Surpreendido, o homem acelera de novo e ultrapassa o trolha, desta vez a 140 Km hora, mas, de novo é ultrapassado.
Não entendendo mais nada, o homem pára o carro. Surpresa das surpresas, o trolha passa por ele, desta vez de marcha à ré a 140 Km hora. E continua a passar para trás e para a frente, já diminuindo a velocidade até parar à beira do homem do carro.
Diz então o trolha:- Moço, posso tirar o suspensório que ficou preso na maçaneta da porta.
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Anedota
Iam dois gajos a fazer uma disputa, um com um Lamborghini, e outro num Ferrari. Entretanto passam por um padre que ia de bicicleta. Ambos passam o padre, e o gajo do Ferrari passa o do Lamborghini. O tipo do lamborghini, passa de novo o do Ferrari,e para espanto dos dois, vêem o padre de bicicleta a ultrapassar os dois.
Ambos os carros aceleram, e entram em nova disputa. Novamente, o padre ultrapassa os dois.Os gajos, dispostos a deixar o padre para trás, aceleram a sério, 170, 180, 190, 200, 210, 230, 240, 250,…
Quando pensam ter deixado o padre, eis que este os passa de novo na sua bicicleta. Os tipos ficam pasmados. Entretando, numa curva o padre espeta-se, e os tipos resolvem parar os carros para falar com o padre.- Oh senhor padre, o senhor é um espectáculo, conseguiu dar pelo menos 270 KM/h numa bicicleta.
- Que remédio – diz o padre – os meus suspensórios ficaram presos num pára-choques.
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Anedota
Iam dois gajos, a fazer disputas com os seus carros. Um com um Lamborghini Diablo,e o outro com um Ferrari F40.
Entretanto, um deles, num desvio engana-se no caminho, e eles separam-se.
O gajo do ferrari, julgando que o outro tinha desistido, vai mais devagar, e com calma.
Entretando, vê um tipo num mini 1000, que estava a precisar de ajuda.- Então amigo, problemas com o carro?
- Sim, algo com o carburador, isto não anda, será que me podia rebocar até à garagem mais próxima.
- Tudo bem!
Eles atam o mini ao ferrari, e seguem viagem.
Mais à frente, num outro cruzamento, o tipo do lamborghini torna-se a juntar ao do ferrari.
Ao notar que este está a rebocar outro carro, abranda, e põe-se ao lado dele.
O tipo do ferrari, esquecendo-se do mini, acelera, e passa o lamborghini.
O gajo do lamborghini torna-se a pôr ao lado, e assim sucessivamente, até ambos os carros atingirem grandes velocidades.
O tipo do mini, que ia atrás, fartava-se de buzinar, mas ninguém o ouvia.
Ao passarem por um polícia que estava na berma da estrada, este resolve notificar o chefe!- Chefe, estou a precisar de férias
- Porquê? Ora diga lá.
- Veja lá o chefe, que acabo de ver um ferrari e um lamborghini em plena disputa de velocidade, e ia um gajo num mini 1000 atrás, a apitar para ultrapassar.
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Anedota
Estava um nevoeiro cerrado em Lisboa e um condutor não conseguia ver nada, então ao ver umas luzes vermelhas de um carro pensou logo: vou segui-las e assim não saio da estrada. A certa altura, o outro carro pára e como este ia muito perto do outro espeta-se pelo outro dentro.
O motorista sai do carro aos berros:
“Como é que o senhor faz uma travagem dessas sem fazer sinal nenhum ??”
“O quê ? Ia fazer sinal dentro da minha garagem ??!!” -
Anedota
Um sujeito liga para casa, para saber o que a esposa vai fazer para o jantar. – Alô?, diz uma vózinha de criança.
– Ó, querida, é o papá. A mamã está perto do telefone?
– Não, papá. Ela está lá em cima no quarto com o tio Chico.
Após alguns segundos, o sujeito diz:
– Mas querida, você não tem um tio chamado Chico!
– Sim, eu tenho! E ele está lá em cima no quarto com a mamã.
– Está bem, então eu quero que você faça o seguinte: Suba a correr as escadas, bata na porta do quarto e grite para a mamãe e para o tio Chico que meu carro acabou de parar na frente da casa.
– Tá bem, papá.
Alguns minutos depois, volta a menina:
– Eu fiz o que você disse, papá.
– E o que aconteceu?
– Bem, a mamãe pulou da cama nua e começou a correr pelo quarto gritando, tropeçou no tapete e caiu pela janela da frente, e agora ela está morta!
– Ó, meu Deus! E o tio Chico?
– Ele pulou da cama nu também, estava muito assustado, e saltou pela janela do fundo para dentro da piscina, mas ele deve ter-se esquecido que você esvaziou a piscina na semana passada para limpar. Daí ele bateu a cabeça no fundo dela, e agora está lá, morto também.
Uma longa pausa e o cara diz:
– Piscina? Não tenho piscina! Por acaso o telefone daí é 35550739?
– Não!
– Desculpe, foi engano! -
Anedota
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA! -
Anedota
Joãozinho estava brincando no páteo da escola, quando viu o carro do seu pai passando em direção ao mato atrás da escola. Ele seguiu o carro e viu seu pai e tia Jane, se abraçando apaixonadamente!!! Joãozinho achou isso tão excitante, que não se conteve e correu para casa, para contar à sua mãe o que tinha visto.
– Mamãe, mamãe, eu estava no páteo da escola, quando vi o carro do papai indo para o mato com a tia Jane dentro! Eu fui atrás para ver e ele estava dando o maior beijo na tia Jane! Depois ele a ajudou a tirar sua blusa! Aí tia Jane ajudou papai a tirar suas calças e depois a tia Jane…!
Nesse ponto a Mamãe o interrompeu e disse:
– Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que tal você guardar o resto dela para hora do jantar? Eu quero ver a cara do seu pai, quando você contar tudo isso hoje à noite!!!
Na hora do jantar, a Mamãe pediu pro Joãozinho para contar sua história. Joãozinho começou a sua contar:
– Eu estava brincando no páteo da escola, quando vi o carro do papai indo para o mato com a tia Jane dentro. Aí, fui correndo atrás para ver e ele estava dando o maior beijo na tia Jane. Depois ele a ajudou a tirar sua blusa. Aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calcas e depois a tia Jane e o papai começaram a fazer as mesmas coisas que a mamãe e o tio Bill faziam, quando o papai estava no exército.
A mamãe desmaiou! -
Anedota
Um caipira ia puxando o seu burro numa estrada, quando pára ao lado um tremendo Audi, estalando de novo.
O motorista, a gozar, pergunta: “sabes quantos cavalos tem este carro? mais de 200!”.
E, rindo, vai embora; tão distraído estava que não vê uma ponte; tenta desviar-se e cai com a frente do Audi no rio.
Dali a pouco, passa o caipira puxando o burrinho.
Coça a cabeça, tira o chapéu e pergunta:
– “Como é, moço ? Dando água prá tropa?” -
Anedota
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua “limousine” quando viu dois homens à beira da estrada, a comer erva.
Ordenou ao motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: – Porque estais a comer erva?
– Não temos dinheiro para comida… – disse o pobre homem – . Por isso temos que comer erva.
– Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro.
– Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
– Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: – Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse: – Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
– Pois que venham também – respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: – O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu: – Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura!
“Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…” -
Anedota
Um rapaz saiu para jogar bingo com 100 reais. Ao longo da noite, perdeu quase tudo: sobraram só 5 reais.
Já eram 5 horas da manhã, fazia frio e ele tinha que voltar para casa de táxi. Ele saiu do bingo, foi até um ponto de táxi e perguntou para o motorista:
— Olha, eu tenho só 5 reais e preciso ir até a Vila do Cafundó. São 5 da manhã e está o maior frio, quebra o meu galho!
O motorista não deu a mínima para o rapaz e falou:
— Eu não trabalho para sustentar vagabundo. Se vira.
O cara ficou puto e, já que estava tudo perdido mesmo, resolveu gastar o resto da grana no Bingo. Teve uma sorte dos diabos e ganhou 10.000 reais.
Pensou um pouco e resolveu voltar para o ponto de táxi. Quando chegou lá, viu que o taxista mal-educado agora estava na última posição da fila do ponto.
Chegou para o primeiro da fila e falou:
— Oi, chefe, eu te dou 200 pilas se você me levar para casa e mais 200 para você me fazer um boquete…
O taxista ficou puto e mandou ele para o inferno. Então, foi até o segundo taxista e fez a mesma oferta. Esse também ficou uma fera e falou que não levava nem a pau.
O cara foi fazendo a proposta táxi por táxi, e sempre recebendo a mesma resposta furiosa, até que chegou naquele taxista mal-educado. Entrou direto no carro e falou:
— Olha, agora eu arranjei grana para pagar a corrida e ainda pago dobrado se você sair buzinando, rindo e dando tchauzinho para os seus companheiros… -
Anedota
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou ! -
Anedota
Estavam dois agricultores, um Americano e um Alentejano :
- Qual é o tamanho da sua quinta ? – pergunta o Americano.
- Para os padrões portugueses, a minha quinta tem um tamanho razoável, vinte alqueires, e a sua? – retruca o nobre lusitano.
- Olha, eu saio de casa de manha, ligo o meu jeep e ao meio dia ainda não percorri a metade da minha propriedade.
- Pois é, – responde o Alentejano – já tive um carro desses. É uma merda…
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Anedota
Coincidentemente, dois juízes encontram-se no corredor do acesso a um motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro. Após alguns instantes de silêncios e de ‘saia justa’ mas, mantendo-se a compostura própria de magistrados, em tom solene e respeitoso um diz ao outro: – Nobre colega, e não obstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRECTO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.
Ao que o outro respondeu: – Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRECTO, sim… no entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que… vocês estão saindo… e nós estamos entrando…

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