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Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?

Reza a história que, na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo e ao chegar à adega, esta estava vazia, então voltou a casa para ver se havia algo para petiscar mas os ratos tinham comido tudo. Para além disso a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.

No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Este com a pressa de abrir a porta, tropeça e bate com a cara no chão, começando logo a sangrar. Abre a porta e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:

  • Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta Árvore de Natal. Onde é que queres que a meta?
Um casal recém casado chega ao hotel e a inocente rapariga diz ao marido: – Amor, eu não sei nada destas coisas, então vais ter que me ensinar.
Compreensivo o marido responde: – Minha vida, a partir deste momento, à tua “coisita” vamos chamar-lhe a prisão e a “este” vamos chamar o prisioneiro. Vamos então meter o prisioneiro na prisão…
Depois do primeiro “round”, o tipo atira-se de barriga para cima na cama, mas a rapariga entusiasmada diz ao marido: – Amor, o prisioneiro está fora da prisão..
O esposo não muito entusiasmado diz: – Vamos metê-lo na prisão outra vez.
E seguem com a segunda….
Mas a rapariga é bastante gulosa e diz-lhe: – Amooooooooor, o prisioneiro está fora outra vez!
Levanta-se o tipo como pode, com as pernas tremendo como um recém nascido, e vai para a terceira….
Ao terminar atira-se na cama, exausto.
Mas a rapariga volta a dizer: – Querido, o prisioneiro voltou a sair!
Responde-lhe o esposo, desesperado: – Não me chateies porra!… O prisioneiro não foi condenado a prisão perpétua…
É um casal que está deseperadamente a tentar ter um filho. Já consultaram todos os médicos, fizeram todos os exames, tentaram todos os métodos… Em vão. Até o dia em que ouvem falar de um super professor americano que consegue milagres. Eles compram uma passagem para os Estados Unidos e vão consultar o professor. Como eles não falam inglês e nem o professor fala português, este dá a entender por gestos que ele quer que eles façam amor para que ele possa diagnosticar. Inicialmente envergonhado, o casal começa a “trabahar”. O professor os examina sob todos os ângulos, e depois de um tempo manda-os parar. Ele vai até à mesa dele e escreve uma receita. Super feliz, o casal volta para casa. Assim que chega, o marido vai à farmácia e pergunta:
– O senhor tem Triteoterol?
O farmacêutico responde:
Triteoterol?… Triteoterol?… Não conheço. O senhor tem a receita?
O sujeito dá a receita ao farmacêutico. Esse lê e responde:
– O senhor leu errado. Está escrito “Try the Other Hole”!
Um casal de jovens recém casados resolvem confessar-se. Diz a mulher:
– Olha meu amor, tenho um segredo para te contar, é que eu sou lisa, completamente lisa, não tenho mamas nenhumas.
– Ó meu amor isso não tem importância, o que interessa é a confiança um no outro e o amor. Eu tambem tenho um segredo, o meu pénis é como um bebé.
– Ó meu querido isso não interessa, o que importa é o nosso amor.
Na 1ª noite, ela despe-se e era de facto completamente lisa. Ele despe-se, ela olha e desmaia. Quando fica consciente diz:
– Então tu não tinhas dito que o teu pénis era como um bebé?
– Então não é? 50 cm e 2 kg!
O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!
Um idoso, de 87 anos, foi ao médico, e ao ser atendido disse: 

– Doutor, não sei o que está a acontecer comigo, já não consigo fazer amor, não tenho erecção!


- Meu caro senhor, isso na sua idade é mais do que normal.
– Mas como normal, doutor?! Eu tenho um primo de 89 anos que diz que dá 3 por dia! 

– Mas o senhor também pode dizer! As suas cordas vocais estão impecáveis.
O culpado de tudo foi o homem-dos-gelados
Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega, Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma, o neto pergunta: – Diz-me avó, como morreu o avô?
– Morreu ao fazermos amor – Confessa a avó, meio embaraçada.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso.
Ao que a avó responde: – Já só fazíamos ao Domingo, de há cinco anos a esta parte, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era ding para o meter e dong para o tirar… Se não fosse o canalha do homem dos gelados com o seu sininho… o avô ainda estaria vivo!