Etiqueta: prisão

Um casal recém casado chega ao hotel e a inocente rapariga diz ao marido: – Amor, eu não sei nada destas coisas, então vais ter que me ensinar.
Compreensivo o marido responde: – Minha vida, a partir deste momento, à tua “coisita” vamos chamar-lhe a prisão e a “este” vamos chamar o prisioneiro. Vamos então meter o prisioneiro na prisão…
Depois do primeiro “round”, o tipo atira-se de barriga para cima na cama, mas a rapariga entusiasmada diz ao marido: – Amor, o prisioneiro está fora da prisão..
O esposo não muito entusiasmado diz: – Vamos metê-lo na prisão outra vez.
E seguem com a segunda….
Mas a rapariga é bastante gulosa e diz-lhe: – Amooooooooor, o prisioneiro está fora outra vez!
Levanta-se o tipo como pode, com as pernas tremendo como um recém nascido, e vai para a terceira….
Ao terminar atira-se na cama, exausto.
Mas a rapariga volta a dizer: – Querido, o prisioneiro voltou a sair!
Responde-lhe o esposo, desesperado: – Não me chateies porra!… O prisioneiro não foi condenado a prisão perpétua…

Um inspector de prisões chega a uma cidade e encontra um homem sentado à porta da prisão a fumar cachimbo.
— Onde está o director?
— Saiu.
— E o chefe dos guardas?
— Foi assistir ao casamento do filho.
— E os outros guardas?
— Estão no café a jogar bilhar.
— E você, que faz aqui?
— Eu não posso sair daqui. Sou o preso.

Num dos calabouços do Torel um preso, que se encontrava incomunicável, certa noite e a altas horas desata num berreiro ensurdecedor, a chamar o guarda que estava de seviço.
— Ó senhor guarda! ó senhor guarda! — Gritava o homem com toda a força dos seus pulmões, descarregando socos e pontapés na porta.
Finalmente, o polícia, com passo vagaroso, decide-se a ir saber o que o impertinente hóspede deseja.
— Que diabo quer você com esse espalhafato? — pergunta-lhe mal humorado.
Com inacreditável serenidade, o preso responde:
— O senhor guarda seria tão amável que me indicasse a saída em caso de incêndio?

O capelão de uma prisão passa nas celas, um pouco antes do Natal, para distribuir aos detidos as gulodices de circunstância. Um deles, recentemente encarcerado, parece tão afectado pela sua sorte que o capelão lhe propõe:
— Quer que escreva a alguns dos seus amigos, pedindo-lhes que venham vê-lo? Isso levantar-lhe-ia a moral.
— Não vale a pena — resmunga ele —. Os compinchas já estão todos aqui.