Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
– Como está indo a vida, meu neto?
– Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
– Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
– Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
– Quanto custa?
– São sessenta euros cada comprimido, avô!
– Tens razão. É caro.
– Não disse?
– Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
– Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
– Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!
Etiqueta: dia
– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!
No outro dia, fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…
Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota, espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto, os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).
No dia seguinte, a minha mãe acorda-me e diz:
– Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?
Um sujeito trabalhava há anos numa fábrica de conservas e, um dia, confessou à mulher que estava possuído por um terrível desejo: a vontade incontrolável de meter o pénis na cortadora de pickles. Espantada, a mulher sugeriu que ele procurasse um psicólogo, e o marido prometeu que iria pensar no assunto. O tempo foi passando, até que um certo dia, ele chegou a casa cabisbaixo, profundamente abatido:
– O que aconteceu, amor?
– Lembras-te do meu desejo de enfiar o pénis na cortadora de pickles?
– Oh, não! — gritou a mulher. — Fizeste isso?!
– Sim, fiz!
– Meu Deus, e depois?
– Fui despedido…
– Mas, e… e… e a cortadora de pickles…?
– Ahh, a Manuela?! Também foi!
Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia, ao chegar ao local, depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona. Mas, como já pescava por ali durante tanto tempo, acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
– Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
– Por acaso sim, sabia, mas eu também não estou a pescar.
– Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
– Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e, assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
– Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois, o agente pergunta:
– Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
– Peixe? Qual peixe?
Sempre tive uma atração irresistível pela vizinha do apartamento ao lado. Vivia obcecado com a ideia fixa de possuí-la… de comê-la… de traçá-la todinha! Um dia, ao conversar com o marido dela, ouvi este comentário: preciso mandar pintar o meu apartamento, mas trabalho o dia inteiro e chego cansado. Tentei contratar um pintor profissional, mas o tipo pediu-me os “olhos da cara!”… Nesse momento, o meu rosto iluminou-se, pois a ideia que eu tive foi simplesmente brilhante!
– Não seja por isso, vizinho! Estou de férias e pintar paredes é o meu hobby favorito! Posso fazer esse serviço para você, com o maior prazer.
O maridão aceitou a oferta e ficou feliz da vida. Não é para me gabar, mas, como sou “bom de papo”, mal comecei a pintar o apartamento, consegui levar aquele mulherão… aquele aviãozão… aquele monumento para a cama! Só que, azar dos azares… estávamos nos preliminares e eu não esperava que o marido se tivesse esquecido dos documentos em casa e que, por isso mesmo, tivesse que voltar justamente naquele momento! A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para a casa de banho e o gajo entra no quarto e encontra-me “peladão”, no cimo do escadote, dando umas pinceladas na parede. Aos berros, ele perguntou:
– Que m**** é esta, pá?… Começaste pelo quarto e… todo nu?
– Ora… estou a pintar de graça, começo por onde quiser!
– Mas todo nu?…
– Queria que eu manchasse a minha roupinha nova com tinta?…
– E de pau feito, c******?…
– E onde é que eu vou pendurar a “p****” do balde?…
Certo dia, um político, em plena campanha eleitoral, deslocou-se ao Alentejo.
O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e, mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.
Já desesperado, tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… O homem disse em plenos pulmões:
– E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…
Mesmo assim, ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:
– ATÃO E AS FÉRIAS, PAH… NÃO HÁ?
O Joãozinho estuda numa escola pública.
Um dia destes chega contente à escola.
A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:
– Joãozinho, de onde vem tanta alegria?
Joãozinho responde:
– É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do partido do Primeiro-Ministro.
A diretora ficou esfuziante e disse:
– Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo Primeiro-Ministro e ele ficará contente em saber disso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas-nos. Certo, Joãozinho?
Na semana seguinte, o Primeiro-Ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:
– Primeiro-Ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do seu partido?
A diretora, espantada, pergunta:
– Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que eram 8?
Responde o menino:
– Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos.
Uma mulher telefona para o hospital de Santa Maria:
– Bom dia, gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre os pacientes internados. Queria saber se certa pessoa está melhor ou se piorou…
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Fátima Franco e está no quarto 302.
– Vou passar a chamada para a enfermaria.
Respondem da enfermaria:
– Enfermaria. Bom dia. O que deseja?
– Gostaria de saber como está Fátima Franco do quarto 302, por favor!
– Só um momento, vou olhar para os registos… hummm… ok, de facto, ela já está a comer duas refeições por dia, a pressão no sangue está estável e vai ser tirada da máquina que controla o coração dentro de algumas horas, se a sua evolução continuar como tem estado até aqui. O Dr. Ricardo deve dar-lhe alta na terça-feira às 12h.
– Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, talvez da família?
– Nem por isso, sou a Fátima Franco do quarto 302! Ninguém me diz m**** nenhuma!
Um alentejano encontrou um pinguim no centro da cidade. Espantado, meteu-o no carro e levou-o, enquanto pensava o que havia de fazer. Nesse momento, viu um polícia; parou o carro e perguntou:
– Sr. polícia, acabo de encontrar este pinguim no centro da cidade. O que hei-de fazer?
O polícia respondeu:
– Olhe, leve-o ao Jardim Zoológico.
O alentejano agradeceu e assim fez. No dia seguinte, o polícia viu passar o mesmo alentejano no seu carro, com o pinguim ao lado. Mandou-o parar e perguntou:
– Então eu não lhe disse ontem que levasse o pinguim ao Jardim Zoológico?
– E levei, Sr. polícia. Hoje vou levá-lo ao cinema.
Um pastor evangélico é convidado para visitar um presídio no dia de Natal.
Durante a visita, os presos ouvem atentamente o que ele diz e, no final, aplaudem-no.
Comovido, o pastor diz:
– Obrigado, meus irmãos! No ano que vem, se Deus quiser, eu espero encontrar vocês aqui de novo!
Neste casal, as coisas já não eram como antes. Azedaram bastante. Certo dia, vinham de carro por uma estrada do interior sem dizer uma palavra. Uma discussão prévia tinha levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma quinta onde havia mulas e porcos, o marido perguntou:
- Parentes teus?
- Sim — respondeu ela, cunhados e sogra.
Numa cidade do interior, todas as mulheres que traiam o marido, ao se confessarem ao padre, diziam que haviam caído no buraco. O velho padre morreu, e entrou um padre novo que nao tinha conhecimento do buraco. E varias mulheres durante a confissão diziam-lhe todas o mesmo: que tinham caído no buraco. O padre como desconhecia a história, ia dizendo:
- Mas isso não é pecado minha filha.
Certo dia o padre foi falar com o Presidente da Câmara (Prefeito). Disse-lhe que ele deveria fechar as ruas da cidade, porque estavam com muitos buracos. O Presidente como já sabia da história por conversas anteriores com o anterior padre, começou a rir-se. Então o padre respondeu-lhe:
Não sei porque se ri. A sua mulher esta semana já caiu três vezes…
Jesus reuniu os seus discípulos para subirem a montanha.
Antes de começarem a caminhada, Jesus pediu que cada um levasse consigo uma pedra.
Todos os apóstolos carregaram grandes pedras, como forma de sacrifício.
Judas, no entanto, levou apenas uma pedrinha na mão e ia atirando-a ao ar pelo caminho, brincando com ela.
Findas as quatro horas de caminhada, Jesus rodeou-se dos 12 e transformou as pedras de cada um em pão.
Todos comeram e se saciaram, menos Judas, que passou fome, já que tinha apenas uma bucha de pão para comer.
No dia seguinte, Jesus chamou-os novamente para subir a montanha.
Judas, desta vez, levou um grande pedregulho com ele, ao passo que os outros, ainda com dores nas costas do dia anterior, levaram apenas pequenas pedras.
Judas esforçou-se para carregar o pedregulho.
Chegou ao fim completamente suado, cheio de dores e com bolhas nas mãos e nos pés.
Jesus reuniu os 12 em seu redor, olhou para Judas, viu o tamanho do pedregulho que ele carregava e o estado em que ele se encontrava e disse:
– Ó Judas! Mas nós hoje trouxemos lanche!
Um senhor já de idade tinha um bonito lago na sua enorme herdade. Durante bastante tempo deixou de dar o seu passeio até ao lago, mas naquele dia decidiu ir ver se estava tudo em ordem. Pegou num balde para trazer fruta das árvores do pomar.
Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes femininas, animadas e divertidas. Era um grupo de mulheres muito jovens a tomar banho no lago, completamente nuas. Todas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora da água. Uma delas gritou:
— Não saímos daqui enquanto o senhor não se for embora!
O velho respondeu:
— Calma, minhas meninas, eu não vim até aqui para as ver a nadar ou para as ver a sair nuas do lago!
Mostrando o balde, acrescentou:
— Eu só vim dar de comer ao jacaré…
Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
– Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
– Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
– Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira:
– Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
– Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo:
– Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
– Sim, madre.
– E posso saber porquê?
– É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.