Um talhante entra no escritório de um advogado e pergunta:
— Se um cão à solta na rua entra num talho e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento ao dono do cão?
— Sim, claro — responde o advogado.
— Então o doutor deve-me dois euros. O seu cão andava à solta e roubou um chouriço da minha loja.
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de dois euros e entrega-o ao talhante. Alguns dias depois, este recebe uma carta do advogado, cobrando quinze euros pela consulta.
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Enterrado em dívidas, aquele advogado resolve se suicidar. Vai no meio da rua, joga um litro de gasolina sobre o corpo e quando vai atear fogo, uma mulher o segura pelo braço.
- Não faça isso não, seu moço! – Diz ela, comovida com a dramática situação. – Se o problema é dinheiro, a gente vai dar um jeito! Ela pega uma sacolinha e começa a abordar os carros pedindo auxílio. Vinte minutos depois ela volta com a sacolinha quase cheia.
- Quanto você conseguiu? – Pergunta o advogado, ansioso. E ela:
- Muita coisa! Uns quinze isqueiros e 6 caixas de fósforos!
Dois amigos se encontram depois de muitos anos. Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
E as crianças? O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.
Então ficaram com a mãe?
Não, ficaram com nosso advogado.
P: Como se pode ver que um advogado está a mentir?
R: Os lábios estão a mexer.
Um advogado e sua sogra estão num edifício em chamas. Você só tem tempo pra salvar um dos dois. O que você faz?
Você vai almoçar ou vai ao cinema?
Quando você sabe que um advogado está mentindo? Quando os lábios dele estão se mexendo.
Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada:
“Dr. Antônio Soares – Especialista em Direito Tributário”.
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente. Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!
Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:
- Pois não, o que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone!
Um advogado estava em seu leito de morte em seu quarto, e ele chamou sua esposa. Ela entrou correndo e disse:
- “O que foi, querido?” Ele disse a ela para correr e pegar a Bíblia o mais breve possível.
Sendo uma mulher religiosa, ela achava que isso era uma boa idéia. Ela correu e conseguiu, preparando para ler o seu verso favorito ou algo do tipo. Ele arrancou a bíblia dela e começou rapidamente folheou as páginas, os olhos correndo a torto e a direito. A esposa estava curiosa, então ela perguntou:
- “O que você está fazendo, querido?”
- “Estou à procura de brechas!”, gritou ele!
– Vou dar para minha namorada um colar de ouro com brilhantes e um anel de rubis. Se ela nao gostar do colar, com certeza ela vai gostar do anel.
O amigo médico continuou:
– Hoje a noite minha namorada vai ganhar um celular novo, o menor do mundo, e um aparelho de DVD. Se ela nao gostar do celular, ela vai gostar do DVD.
E por último falou o amigo engenheiro:
– Vou dar para minha namorada uma camiseta da Hering e um vibrador.
Os amigos ficaram curiosos e quiseram saber porque um vibrador. E ele respondeu:
– Se ela nao gostar da camiseta, ela que se foda!
– Nós três ficamos nus. Então eu começo a desfilar diante de vocês. O primeiro que ficar visivelmente excitado será o vencedor.
Os dois aceitam a idéia mas, tão logo o duelo começa, o advogado percebe o juiz se manipulando disfarçadamente.
– Protesto, senhor juiz! – exclama o advogado. – Vossa Excelência está enganando a testemunha!
– Protesto rejeitado! – sentencia o juiz. – Eu estava apenas tentando refrescar a memória da testemunha
Antes que eles começassem a reclamar, um dos carregadores explica:
– Eles são cegos, senhor. Eles perderam a visão tentando salvar o clube de um incêndio, há alguns anos.
– Puxa, que azar! – lamenta o padre. – Vou rezar uma missa por eles.
E o médico:
– Vou falar com um amigo oftalmologista para ver se ele consegue um transplante.
E o advogado:
– Pô, por que esses caras não jogam à noite?
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:
– Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários?
– Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!
Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:
– Pois não, o que o senhor deseja?
– Eu vim instalar o telefone!
Num avião seguiam, um Padre, um Advogado e um Escuteiro. O avião entra em queda e é necessário abandonar o avião. O piloto sai do cokpit e diz:
- Temos de saltar, mas só há três paraquedas. Um tem que ficar atráz. Eu tenho de ir para contar o que aconteceu.
Dito isto pega num paraquedas e salta. O advogado diz:
- Eu tenho de ir defender aquele homem, logo tenho de me salvar também.
E pega num paraquedas e salta. O Padre vira-se para o escuteiro.
- Meu filho, tu és novo salva-te tu.
- Ó sr. Padre, não se preocupe, o advogado saltou com a minha mochila.
O negão foi passear no zoológico. Compra um saco de amendoins e vai distribuindo para a bicharada. Ao passar em frente a jaula do gorila, o bicho olha prá ele, agradece o presente e pergunta:
- Escuta, ô cara! Dá prá você me arranjar o telefone do seu advogado?
Todos se surpreendem com a conversão daquele homem ateu, até que um de seus colegas pergunta o motivo daquela súbita mudança.
O advogado, com voz cansada, responde:
– Estou procurando brechas na lei.