Etiqueta: advogado

O Instituto Pasteur anunciou que não vai usar ratos em experiências médicas. No lugar dos ratos utilizará advogados. Houve três razões para tomar esta decisão:
1. Existem no momento mais advogados do que ratos.
2. Os pesquisadores não ficam tão ligados emocionalmente aos advogados como aos ratos.
3. Há certas coisas que nem os ratos fazem.

O advogado recebe no escritório um cliente preocupado com seu processo:
— Doutor, se eu perder este caso, estou arruinado.
— Tudo depende do juiz… — diz o advogado.
— Se eu desse um presentinho ao juiz, isso ajudaria?
— Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se lhe der um presente, só irá prejudicar-se! Nem pense nisso!
Passado algum tempo, sai a sentença: a favor do cliente. Este procura o advogado e diz:
— Obrigado pela dica sobre o presentinho, funcionou!
— Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
— Mas eu mandei o presente… Foi por isso que a ganhámos.
— Você está louco? Como?
— Bem, eu mandei o presente e, dentro da caixa, coloquei um cartão-de-visita do nosso adversário.

Um talhante entra no escritório de um advogado e pergunta:
— Se um cão à solta na rua entra num talho e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cão?
— Sim, claro — responde o advogado.
— Então o doutor deve-me dois euros. O seu cão andava à solta e roubou um chouriço da minha loja.
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de dois euros e entrega-o ao talhante. Alguns dias depois, este recebe uma carta do advogado, cobrando quinze euros pela consulta.

Um advogado e um engenheiro estão a pescar nas Caraíbas, quando o advogado diz:
— Estou aqui porque a minha casa ardeu, e tudo foi destruído pelo fogo. A companhia de seguros pagou tudo e, com o que sobrou, vim para cá.
— Que coincidência! Estou aqui porque a minha casa e tudo o que estava dentro foi levado por uma enchente. O seguro cobriu tudo — diz o engenheiro.
O advogado fica calado por alguns instantes e então pergunta:
— E como é que você provocou a enchente?

No tribunal, o acusador, encolerizado:
— Senhores jurados, este ser abjecto matou o pai e a mãe, e não revela o menor remorso. Proponho que lhe seja aplicada uma pena exemplar.
O advogado de defesa, dirigindo-se aos jurados:
— Por favor, meus senhores, mantenham a calma. Sobretudo, não se esqueçam de que estão a julgar um infeliz órfão.

Um matemático, um físico e um advogado vão a uma entrevista para um emprego!
O entrevistador pergunta:

  • Quanto é três vezes sete?

O matemático responde:

  • Bem, considerando que três é um número inteiro e bla bla bla… 21!

O físico diz:

  • Imaginemos que três é um corpo e bla bla bla… 21!

O advogado fechas as cortinas, tranca a porta do escritório, aproxima-se devagar do entrevistador, olha para os lados e diz baixinho:

  • Quanto quer que seja?

Batem à porta do advogado. Ele abre a porta e lá fora está um padre que diz:

  • Bom dia. Nós fizemos umas investigações e raparamos que o senhor ganha muito dinheiro, mas que nunca contribuiu com nada para a paróquia… O senhor não gostaria de fazer um donativo?

O advogado pensa um bocado e diz:

  • Olhe lá… e nas suas investigações também não descobriu que a minha Mãe está prestes a morrer e gasta uma fortuna em medicamentos?
  • Bem… não…
  • E também não descobriu que o meu irmão é um veterano de guerra confinado a uma cadeira de rodas que não tem qualquer meio de sustento?
  • Pois, quer dizer…
  • E suponho que também não saiba que a minha irmã acaba de ficar viúva e que agora tem três filhos para sustentar sozinha, não é?
  • Pois, realmente eu não fazia ideia…
  • Então agora diga-me lá… se eu não dou dinheiro nenhum aqueles gajos, porque raio é que devia de o dar a si?

Um jovem advogado abre o seu consultório.
Ao fim de três dias sem um único cliente, eis que finalmente um homem entra pela porta.
Apressado, o advogado pega no telefone e simula uma conversa:

  • Ai sim? E o que lhe disseram? Que somos os melhores? Pois, é o costume, sabe como é… Olhe, fico contente por termos resolvido o seu caso, ainda para mais tendo em conta que era um caso tão difícil. Muito bem, concerteza, até breve e obrigado.

E, pousando o telefone, diz ao senhor que tinha entrado:

  • Em que posso ser útil?
  • Eu sou da companhia dos telefones… vim ligar o telefone…

Há muitos, muitos anos, chegaram juntos ao Céu um advogado e um Papa.
São Pedro mandou o advogado instalar-se numa bela mansão de 800 m2, no alto de uma colina, com um fabuloso jardim, pomar, piscina, etc…
O Papa, que vinha logo atrás, pensou que seria contemplado com um palacete, mas ficou branco como a cal quando São Pedro lhe disse que ele deveria morar num apartamento T1 na periferia. Irritado e incrédulo, o Santo Padre observou:

  • Não estou a entender! Esse sujeitinho medíocre, um simples advogado, recebe uma mansão daquelas e eu, Sumo Pontífice da Igreja do Senhor, vou morar nesta espelunca!

São Pedro, pacientemente, respondeu:

  • Espero que Sua Santidade compreenda! De papas, está o Céu cheio, mas advogados, este é o primeiro que recebemos!

Um advogado importante foi chamado a um tribunal no Alentejo por conta dos caminhos-de-ferro. O caso era que um compadre tinha processado a companhia porque tinha perdido uma vaca numas terras atravessadas pela via férrea.
Antes do julgamento, o advogado chegou a acordo com o compadre, que aceitou uma indemnização de metade do valor que tinha pedido.
Antes de se ir embora, o advogado não resistiu a dizer ao compadre:
— Sabe, a verdade é que eu dificilmente podia ter ganho o caso … É que no dia em que a sua vaca desapareceu o maquinista tinha adormecido na cabina e nem deu por nada…
Respondeu-lhe o compadre:
— Mas eu também não estava nada descansado! É que a minha vaquinha apareceu hoje de manhã…

Um jovem advogado abre o seu consultório.
Ao fim de três dias sem um único cliente, eis que finalmente um homem entra pela porta.
Apressado, o advogado pega no telefone e simula uma conversa:

  • Ai sim? E o que lhe disseram? Que somos os melhores? Pois, é o costume, sabe como é… Olhe, fico contente por termos resolvido o seu caso, ainda para mais tendo em conta que era um caso tão difícil.

-Muito bem, com certeza, até breve e obrigado.
E, pousando o telefone, diz ao senhor que tinha entrado:

  • Em que posso ser útil?
  • Eu sou da companhia dos telefones… vim ligar o telefone…