Etiqueta: advogado

Um homem estava sendo julgado por assassinato. Apesar das fortes evidências de que o caboclo tinha culpa no cartório, uma coisa ainda não tinha sido esclarecida: não foi encontrado o cadáver.

Sabendo que o presunto não foi encontrado, o advogado de defesa tenta um último truque para livrar a cara do seu cliente. Ele vai até o júri e começa:

– Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para vocês! Dentro de um minuto, a pessoa presumidamente assassinada vai entrar neste tribunal.

Disse e se virou para a porta. Os jurados, surpresos, também olharam ansiosos para a porta. O minuto passou e nada aconteceu. Então o advogado deu seu lance final:

– Sim, eu falei que a vítima entraria por essa porta e todos vocês olharam com expectativa. Isso deixa mais do que claro que vocês têm dúvida se neste caso alguém realmente foi morto e insisto para que vocês considerem meu cliente inocente!

O júri retirou-se para a resolução final. Mais uns minutos depois, voltou e declarou que o acusado era mesmo culpado.

O advogado, indignado após seu golpe de mestre, pergunta:

– Mas como? Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!

Aí o primeiro do júri responde:

– Sim, nós realmente olhamos, mas seu cliente não…

Um advogado recém-formado abriu um escritório num luxuoso prédio no centro da cidade. Depois de alguns dias, irritou-se com a falta de clientes.
Finalmente viu um homem entrar e rapidamente pegou no telefone, fingindo estar a falar com alguém:

  • Ah, foi? E o que é que lhe disseram? Que somos os melhores? Bom, talvez tenham exagerado um pouco. Muito bem, mas não vamos comparecer à sala de tribunal; confiamos esses assuntos à nossa equipa de auxiliares.

Está tudo providenciado.
Pode deixar que uma das nossas secretárias fica em cima do assunto.
O advogado desligou e voltou-se para o homem.

  • Em que posso servi-lo ?
  • Em nada. Sou técnico da Telecom e vim ligar o telefone.
Um advogado e um engenheiro estão pescando no Caribe.
O advogado comenta: – Estou aqui porque minha casa foi destruída num incêndio com tudo que estava dentro. O seguro pagou tudo.
– Que coincidência! – diz o engenheiro. – Minha casa também foi destruída num terremoto e perdi tudo. E o seguro pagou tudo.
O advogado olha intrigado para o engenheiro e pergunta: – Como você faz para provocar um terremoto?
O Silva era um alto funcionário da corte do Rei.
Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de beijar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar.
Todas as vezes que tentou, deu-se mal.
Um dia revelou o seu desejo a Gaio, principal advogado da Corte e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto – concordou, sob a condição de Silva lhe pagar mil moedas de ouro.
Silva aceitou o acordo, que não foi formalizado por escrito.
No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.
A Corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.
Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca do Silva.
O Rei ficou muito feliz e então chamou Silva que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, beijando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.
Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio.
Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Silva recusou-se a pagar ao advogado Gaio.
Silva sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei.
Mas o Silva subestimou o advogado.
No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e…
e…
… o Rei mandou chamar o Silva…
Ti Maneli, alentejano de Castro Verde, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro a tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou por perguntar ao Ti Maneli: – O Senhor na altura do acidente não disse “Estou óptimo”?
Ti Maneli responde: – Bem, ê vô contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar a minha mula favorita na camionete…
– Eu não pedi detalhes! – Interrompeu o advogado. – Responda somente à questão: – O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou óptimo”?
– Bem, eu coloquê a mula na camionete e estava descendo a rua…
O advogado interrompe novamente e diz: – Meritíssimo, estou tentando estabelecer os factos. Na cena do acidente este homem disse ao soldado na GNR que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar o meu cliente, e isto não pode ser. Por favor, poderia dizer-lhe que deve responder somente à minha pergunta.
Mas, nesta altura, o Juiz mostra-se muito interessado na resposta do Ti Maneli e diz ao advogado: – Eu quero ouvir a versão dele.
Ti Maneli agradece ao Juiz e prossegue: – Como ê estava dizendo, coloqê a mula na caminete e estava descendo a rua quando uma pickup passou o sinal vermelho e bateu num lado da minha caminete. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rua e a mula foi lançada pro outro lado. Eu fiquei muito ferido e mal me podia mexer. Mas eu conseguia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, percebi que ela estava muito ferida. Em seguida chegou o soldado da GNR. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi ver como ela estava. Depois de ter olhado bem prá mula, abanou a cabeça, pegou na pistola e deu-lhe três tiros. Depois ele atravessou a estrada com a arma na mão, olhou para mim e disse: – A sua mula estava muito mal e eu tive que a abater. E o senhor, como é que se está a sentir?
– Aí ê pensê bem e disse: … Eu? Estou óptimo… Porra ia dizer que tava mal, nã???
Três amigos conversavam num bar, quando começaram a falar dos presentes que iriam dar às suas namoradas. O amigo médico disse:
– Vou dar à minha namorada um colar de ouro com brilhantes e um anel de rubis. Se ela não gostar do colar, tenho a certeza de que ela vai gostar do anel.
O amigo advogado continuou:
– Hoje à noite a minha namorada vai ganhar um telemóvel novo, o mais leve do mundo, e um vídeo gravador com 8 cabeças. Se ela não gostar do telemóvel, vai gostar do vídeo.
E por último falou o amigo engenheiro:
– Vou dar à minha namorada uma blusa da Zara e um vibrador.
Os amigos ficaram curiosos e quiseram saber porquê um vibrador.
E ele respondeu:
– Se não gostar da blusa, ela que se f*da!
Um advogado foi surpreendido dirigindo em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:
– Por favor, posso ver sua habilitação?
– Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.
– Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.
– Não o tenho, o carro é roubado.
– Como é? O carro é roubado?
– Aliás, pensando melhor, quando fui guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta e eu que acredito que lá estejam os documentos do carro.
– Você tem uma arma em seu porta-luvas?
– Claro, meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar o corpo no porta-malas.
O guarda fica desesperado e diz:
– Aguarde um minuto, por favor.
O policial chamou o Capitão pelo rádio e relatou todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais ao local, que cercaram o carro e, com suas armas em punho, exigiram que o advogado descesse do carro.
Nessa hora, chega o Capitão e diz ao advogado:
– Posso ver sua habilitação?
– Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.
– O veículo é seu?
– Sim, Senhor. Aqui estão os documentos.
– Por gentileza, abra seu porta-luvas lentamente.
O advogado abriu o porta-luvas, que estava vazio.
O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido. O Capitão, indignado, disse:
– Eu não entendo, o guarda que o abordou disse que o senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas…
O advogado responde com cara de espanto:
– Olha que mentiroso! Aposto que ele disse também que eu estava trafegando em excesso de velocidade!
Um açougueiro entra no escritório de um advogado e pergunta:
– Doutor, se um cachorro solto na rua entra num açougue e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cachorro?
– Sim, é claro – responde o advogado.
– Então, o senhor me deve 8 reais. Seu cachorro estava solto e roubou um filé da minha loja!
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de 8 reais e entrega ao açougueiro. Alguns dias depois, o açougueiro recebe uma carta do advogado, cobrando 200 reais pela consulta.
O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder!