Um casal viajava de carro numa estrada do interior há vários
quilómetros, sem dizerem uma palavra. Uma discussão anterior levou-os a um impasse e nenhum deles queria dar o braço a torcer.
Quando passaram por um grupo de mulas, cabras e porcos, o marido perguntou sarcasticamente,
“-Parentes teus ?”
‘-Sim’, disse a mulher
‘São os meus sogros e os meus cunhados !’ rematou ela.
Seu João pensou melhor e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar a transportadora (dona da pick up) para o tribunal.
No tribunal, o advogado da transportadora começou a inquirir seu João:
O Senhor não disse na hora do acidente: “Estou bem”?
Seu João responde:
Bem, vou lhe contar o que aconteceu, eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete…
Eu não pedi detalhes, – interrompeu o advogado – só responda a pergunta. O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou bem”?
Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia…
O Advogado interrompe novamente e diz:
Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui, na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, isso é uma fraude. Por favor poderia dizer a ele que simplesmente responda a pergunta?
Mas a essa altura o Juiz estava muito interessado na resposta de Seu João e disse ao advogado:
Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu João agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
Como eu estava dizendo, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada ao outro lado. Eu estava muito ferido e não queria me mover. De qualquer forma eu podia ouvir a mula zurrando e grunhido e pelo barulho eu pude perceber que o estado dela era muito ruim.
Logo após o acidente o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse:
A mula estava muito mal e eu tive que atirar nela, como está se sentindo?
Um motociclista ia a 140 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se.PÁ!!! Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratado e medicado, comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o bicho põe as asas na cabeça e grita:
-M*#%@!!!!! Matei o motoqueiro!!!
Um policial está na estrada, chegando no Posto Rodoviário onde trabalha e avista um carro andando em baixíssima velocidade. Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista. Aliás, a motorista. É uma velhinha acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
– Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! – adverte o guarda. – Mas, seu guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! Será possível que hoje em dia, só porque ninguém respeita a sinalização… – Um minuto, senhora! – interrompe o policial – Posso saber que sinalização a senhora está respeitando?
A velhinha não diz nada. Só aponta uma placa onde está escrito “BR-050”.
– Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade e sim o número da estrada, BR-050… Olha, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem? – Tá certo… Tá certo… – Só mais uma coisa – torna o guarda – As demais senhoras estão passando bem? Elas parecem tão assustadas… – Elas já vão melhorar! – responde a velhinha – É que nós acabamos de sair da BR 201…
Um argentino pede a um taxista que o leve ao mirante de uma estrada nas proximidades de Buenos Aires, onde fica prostrado por mais de duas horas, observando a cidade sem dizer uma palavra.
A certa altura, o motorista perde a paciência e interrompe o seu devaneio:
– Mas que tanto o senhor observa? – Estou olhando para ver como é a cidade sem mim!
Um brasileiro entra na policia em plena Rio de Janeiro e dirige-se ao xerife:
– Vim entregar-me, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz. – Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas, e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia. – Atropelei um norte-americano na estrada ao sul. – Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes norte-americanos atravessam as estradas e os caminhos de todo o mundo? – Mas ele estava no acostamento. – Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer. – Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula! – Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria retaliação, mísseis, bombas, armas químicas, tudo isso culminando com a invasão do Brasil, e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua. – Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada. – O senhor é um grande humanista, enterrar um norte-americano, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubús e outros animais, provavelmente até porcos do mato. – Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : “I am Alive! I am Alive” – Tudo mentira, esses norte-americanos mentem muito…
Dois alentejanos, aproximando-se a hora do almoço discutem onde seria o melhor sítio para almoçar. Diz um deles:
Olha, aquele chaparro parece um bom sítio!
Tu estás tolo! – diz o outro – Estás a ver a estrada! Os gajos vem lançados na curva e depois vêem bater no chaparro!
Então onde vamos comer?
Vamos comer no meio da estrada!
E foram!
Um homem que vinha de carro, ao ver dois homens no meio da estrada, não tem mais nada, desvia-se e vai bater no chaparro.
Diz então o segundo alentejano:
Tás a ver compadre! Olha se a gente lá tivesse os dois!
Um caracol ia atravessar a estrada! Quando foi atropelado por uma tartaruga! Acorda nas urgências e a enfermeira pergunta-lhe! Como è que isso aconteceu? Como é que queres que eu saiba foi tudo tao depressa!
Um motociclista ia a 130 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se: PANG!! Pelo retrovisor, o tipo ainda viu o bicho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não podendo conter o remorso ecológico, parou a motorizada e voltou para socorrer o bichinho. O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angustia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, comprou uma gaiolinha e levou-o para casa, tendo o cuidado de deixar um pedaço de pão e água para o acidentado. No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedacinho de pão e a vasilha de água no cantinho, o bicho põe a mão, ou melhor, a asa na cabeça e grita: – Merda, matei o gajo da mota !
O sujeito vai andando pela estrada montado num jegue quando, de repente, o bicho empaca.
O sujeito puxa pelo cabresto, empurra, mete o chicote e nada. De repente, ele vê uma faixa: “Consertam-se jegues”. Ele vai andando até a oficina, procura o responsável, descreve o problema e o mecânico manda o ajudante guinchar o animal.
Chegam no local, o guindaste levanta o jegue, coloca-o sobre a carroceria e seguem todos para a oficina. Ao chegar lá, o dono da oficina fala pro ajudante: – Bota ele na rampa!
O guindaste coloca o jegue na rampa. O dono da oficina pega duas pesadas raquetes de madeira, aproxima-se do jegue e dá uma bruta raquetada espremendo os testículos do animal que sai em disparada.
O dono do jegue, atônito com a eficiência do serviço, pergunta: – E agora? Como é que vou pegar o jegue?
O dono da oficina fala pro ajudante: – Bota ele na rampa!
Dois amigos roubam uma mota e vão a acelerar numa estrada e diz o pendura: – Ó pá olha a velha, ó pá olha a velha!! E dão uma mocada na velha e a velha vai ao ar, diz então o condutor: – Estava a ver que não acertavas.
😏 Agora ainda mais rápido e catita!
😍 Novo visual da página para ficar mais rápida e funcionar melhor em telemóveis.
😆 Melhorei os links de partilha, agora funcionam yay! ;D
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