Actualizações recentes

Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

  • O rei…

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

  • … é forte…

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

  • e viril…

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

  • Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?
A freira vai ao médico:
– Doutor, tenho tido um ataque de soluço, que não me deixa viver. Não durmo, não como e dói-me o corpo todo de tanto movimento compulsivo involuntário.
– Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele a examina e diz:
– Irmã, a senhora está grávida!
A freira levanta-se e sai correndo do consultório, com cara de pânico. Uma hora depois o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:
– Doutor, o que o senhor disse à irmã Carmen?
– Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, eu disse que ela estava grávida. Espero que, com o susto, ela tenha parado de soluçar!
– Sim, a irmã Carmen parou de soluçar, mas o padre Paulo saltou da torre da igreja!
Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo esbaforido na casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
– Com licença – diz ele, expulsando todo mundo do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo o marido fica do lado de fora do quarto! Ouve alguns barulhos estranhos e depois de alguns minutos enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido: – O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate. A porta torna a se fechar. Mais barulho estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta: – O senhor tem uma chave de fenda?
Espantado o marido vai buscar a chave de fenda. Passam-se mais alguns minutos: – O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado: – Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – sentencia o carniceiro. – Não consigo abrir a minha maleta!

A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição no quadro negro: “Joãozinho tem o Pau Grande!”. Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:”Joãozinho tem o Pau Grande!”. Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.
No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro… até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem.
Quando toca a campaínha avisando que a aula terminou ela pede para todos sairem menos o Joãozinho.
Tranca a porta, tira a roupa e viola o menino.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:
“A Propaganda é a Alma do Negócio!”.

Joãozinho e Luisinho conversam na hora do recreio.

  • Meu pai é tão alto – diz Luisinho, contando vantagem. – mas tão alto que um dia ele levantou os braços e encostou a mão nos nuvens.
  • Quando ele encostou sentiu algo macio? – perguntou Joãozinho sem querer ficar por baixo.
  • Exatamente.
  • Pois era o saco do meu pai!

Joãozinho está brigando na rua, com um menino que deveria ter a metade da sua idade.
Um senhor que passava por eles se aproxima e os separa.

  • Você não tem vergonha? – diz ele se dirigindo ao Joãozinho. – Bater num menino bem menor do que você? Seu covarde!!
  • O senhor queria o quê? – respondeu ele. – Que eu ficasse esperando ele crescer?