- Dê-me o exemplo de um animal desdentado.
- A minha avó, Sr. Professor!
Havia um garoto que era um tagarela, quando começava a falar, nunca mais se calava. O professor chateou-se com a história e mandou um bilhete para os pais assinarem :
Este menino fala muito
Ao outro dia o miúdo entrega outro bilhete ao professor :
Sai à mãe !
Menino Joãozinho, diga depois de mim : ai …
- Ai!
- Éi…
- Éi!
- Ói…
- Ói!
- Ui…
- Uí!
- Joãozinho, não é UÍ, é UI ,então disse tudo bem ,e não é capaz de dizer UI?
Diga lá ,Ui!
- Uí!
- Não , não é nada disso! Então o que é que o menino diz quando se queima, por exemplo?
- Porra !
– Sabes… Sempre que discutimos, a minha mulher ameaça ir para casa da mãe dela…
– Olha, tens sorte… A minha ameaça sempre trazer a mãe para nossa casa!
Joãozinho vai a farmácia.
- Seu Joaquim, me dê uma caixa de supositórios.
Distraído, o menino pega a caixa e vai saindo da farmácia sem entregar o dinheiro.
- É pra pôr na conta de sua mãe? – pergunta o farmacêutico.
- Não, é prá pôr no cú do meu pai!
Joãozinho chega em em casa e entrega ao pai o recibo da mensalidade escolar.
- Meu Deus! Como é caro estudar nesse colégio.
E o menino:
- E olhe, pai, eu sou o que menos estuda da minha classe!
Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.
- O rei…
Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.
- … é forte…
Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.
- e viril…
Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:
- Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?
– Doutor, tenho tido um ataque de soluço, que não me deixa viver. Não durmo, não como e dói-me o corpo todo de tanto movimento compulsivo involuntário.
– Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele a examina e diz:
– Irmã, a senhora está grávida!
A freira levanta-se e sai correndo do consultório, com cara de pânico. Uma hora depois o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:
– Doutor, o que o senhor disse à irmã Carmen?
– Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, eu disse que ela estava grávida. Espero que, com o susto, ela tenha parado de soluçar!
– Sim, a irmã Carmen parou de soluçar, mas o padre Paulo saltou da torre da igreja!
No meio da aula de Geografia, Joãozinho chega para a professora e pergunta:
- Professora! Lâmpada é boa de chupar??
- Que é isso Joãozinho? Imagina! Quem que te falou uma coisa dessas?
- Meu pai! Ontem eu passei na frente do quarto dele e ouvi ele dizer para minha mãe: “Agora, apaga a luz e chupa!”
– Com licença – diz ele, expulsando todo mundo do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo o marido fica do lado de fora do quarto! Ouve alguns barulhos estranhos e depois de alguns minutos enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido: – O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate. A porta torna a se fechar. Mais barulho estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta: – O senhor tem uma chave de fenda?
Espantado o marido vai buscar a chave de fenda. Passam-se mais alguns minutos: – O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado: – Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – sentencia o carniceiro. – Não consigo abrir a minha maleta!
A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição no quadro negro: “Joãozinho tem o Pau Grande!”. Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:”Joãozinho tem o Pau Grande!”. Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.
No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro… até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem.
Quando toca a campaínha avisando que a aula terminou ela pede para todos sairem menos o Joãozinho.
Tranca a porta, tira a roupa e viola o menino.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:
“A Propaganda é a Alma do Negócio!”.
Joãozinho batendo boca com um coleguinha do prédio:
- Meu pai é melhor que o seu – desafia o coleguinha.
- É porra nenhuma! – retruca Joãozinho.
- Meu irmão é melhor que o seu!
- É o caralho!
- Minha mãe é melhor que a sua!
- Bem… isso pode ser! Meu pai vive dizendo a mesma coisa!
Joãozinho e Luisinho conversam na hora do recreio.
- Meu pai é tão alto – diz Luisinho, contando vantagem. – mas tão alto que um dia ele levantou os braços e encostou a mão nos nuvens.
- Quando ele encostou sentiu algo macio? – perguntou Joãozinho sem querer ficar por baixo.
- Exatamente.
- Pois era o saco do meu pai!
Catar piolhos com luvas de boxe!
Joãozinho está brigando na rua, com um menino que deveria ter a metade da sua idade.
Um senhor que passava por eles se aproxima e os separa.
- Você não tem vergonha? – diz ele se dirigindo ao Joãozinho. – Bater num menino bem menor do que você? Seu covarde!!
- O senhor queria o quê? – respondeu ele. – Que eu ficasse esperando ele crescer?