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Uma pulga encontra outra toda friorenta e pergunta-lhe:

  • Então, o que é que se passa?
  • Olha, – responde-lhe a outra – fui ao cinema e apanhei boleia do bigode de um gajo. Gelei!
  • Ena pá! Da próxima vez, faz como eu! Vem nas mamas de uma mulher!

No dia seguinte encontram-se novamente e a pulga lá está de novo a tremer.
A outra pergunta-lhe:

  • Então, não fizeste o que eu te disse?
  • Eu fiz pá. Mas quando acordei já estava no bigode do homem!
Um polícia da Judiciária vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho lavrador: – Preciso de inspecionar a sua quinta por suspeita de plantação ilegal de droga!
O lavrador diz: – Ok, mas não vá prá encosta ali à direita.
E aponta para uma certa área.
O polícia, chateado, diz indignado: – O senhor sabe que tenho o poder do governo comigo?
E tira do bolso um crachat mostrando-o ao lavrador: – Este crachat dá-me autoridade para ir onde quero… e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta! Está claro? Fiz-me entender?!”
O lavrador, educado pede desculpas e volta para o que o estava a fazer. Poucos minutos depois, o lavrador ouve uma gritaria e vê o polícia da “judite” a correr para salvar a pele, perseguido pelo malhado, o maior touro da propriedade! A cada passo o touro chega mais perto do polícia, que parece que irá levar umas cornadas, antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O polícia está apavorado…
O lavrador larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças: – “O seu crachat, mostre-lhe o seu CRACHAT!”

O menino Zézinho chega esbaforido e todo sujo, alêm de atrasado, à aula.
A Professora toda empertigada, interpela o Zézinho:

  • ENTÃO ISTO É QUE SÃO HORAS DE CHEGAR? E ainda por cima todo sujo?

Isto não tem explicação.

  • Tem sim, xôpessora: tive de levar a vaca lá de casa, pró touro cobrir.
  • Mas o seu pai não pode fazer isso?
  • Poder, pode…,mas acho que a vaca prefere o touro.
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora:
– Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
– Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki:
– Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
– Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
– Japonês filho da puta!
– Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
– General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.
A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala:
– Acho que vou vomitar.
– Quem foi?, grita a professora novamente.
E Suzuki:
– George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
– Chupa-me o pau!
E a professora, irritada:
– Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
– Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
– Suzuki de merda!
E Suzuki responde:
– Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz:
– Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
– Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente.

Numa aula, a professora pergunta aos meninos o que estes querem ser quando forem grandes. Um diz que quer ser aviador, outro cientista, outro piloto de automóveis e, quando chega a vez do menino Carlinhos, este diz que queria ser playboy.
Pergunta a professora:

  • Playboy, menino Carlinhos?! O que é isso?
  • Então! É um gajo que anda em brutos carros, bebe uns brutos whiskies e anda com umas brutas mulheres.
  • Ó menino Carlinhos, chegue aqui!

A professora deu-lhe uma série de reguadas no rabo e o miúdo vai a chorar para casa. Chega a casa e o pai, ao ver o filho a chorar, pergunta:

  • Porque choras meu filho?
  • Porque a minha professora perguntou-me o que eu queria ser quando fosse grande e eu disse que queria ser playboy.

O pai, irritado, faz-lhe a mesma coisa. No outro dia, o menino Carlinhos já de mansinho, quando a professora pergunta o que este quer ser quando for grande, responde:

  • Eu quero ser mini-playboy!
  • E o que é isso? – pergunta a professora.
  • Então! É um gajo que anda em brutos triciclos, bebe umas brutas gasosas e bate umas brutas “penhetas”!…
O homem entra na esquadra, dirige-se ao balcão e diz:
– Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.
– Com certeza. Quando é que ela desapareceu?
– Há duas semanas?
– Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?
– Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte..

Na Madeira, chega um menino à beira da professora e diz:

  • Sra. Professora, a minha coelha teve cinco coelhinhos e são todos P.S.D.!
  • Muito bem! Olha, amanhã vem cá o Sr. Alberto João Jardim e tu contas-lhe essa história. Está bem?
  • Está bem! – responde o menino.

No dia seguinte, o Alberto João Jardim vai visitar a escola e, como combinado, a professora chama o menino. O menino dirige-se à beira do presidente e diz:

  • Sr. Presidente, a minha coelha teve cinco coelhinhos e dois são do P.S.D.!
  • Então, – diz intrigada a professora – não eram os cinco?
  • Eram, …mas três já abriram os olhos!