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Numa escola primária, todos os dias a seguir ao almoço, a professora perguntava aos alunos o que estes haviam comido.
Virava-se para o Joaquim e perguntava-lhe:

  • Ó Joaquim, o que é que comeste hoje?
  • Bife com batatas fritas! – respondeu o Joaquim.
  • Muito bem, e tu Zezinho?
  • Comi umas costeletas! – respondeu o Zezinho.
  • Muito bem, e tu ciganito?
  • Eu comi sopa! – respondeu o ciganito.
  • Muito bem!

E durante toda a semana o ciganito respondia sopa até que este, já zangado, diz à mãe:

  • Ó mãe, a minha professora pergunta sempre o que é que a gente come e só eu é que como sopa.
  • Está bem filho, amanhã dizes à professora que comeste faisão! – diz a mãe.

No outro dia, depois de a professora perguntar aos outros miúdos, chega a vez do cigano:

  • Então ciganito, o que é que comeste hoje?
  • Ah, eu hoje comi faisão!
  • E olha lá, comeste muito? – continua a professora.
  • Ah, três malgas!
Um alentejano vem à capital para um exame periódico de saúde: – Você bebe?
– Dois ou três copos de vinho às refeições e um uisquinho à noite. – Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E quanto a sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Só?! Com a sua idade e a sua saúde?! Mais velho sou eu e chega a ser duas a três vezes por semana.
– Pois! Só que você é médico em Lisboa e eu sou padre em Aljustrel.

Numa escola de betos pergunta a professora:

  • António, diz-me uma flor começada por ‘R’.
  • Rosa! – diz o António.
  • Ai! É óptimo, é óptimo, é óptimo.

João, diz-me uma flor começada por ‘C’.

  • Cravo! – diz o João.

Ai! É óptimo, é óptimo, é óptimo.

  • Zezinho, diz-me uma flor começada por ‘O’.
  • Hum, …orgasmo! – diz o Zezinho.
  • Orgasmo?! Mas orgasmo não é uma flor!
  • Mas é óptimo, é óptimo, é óptimo…

Uma professora pediu que os alunos fizessem uma composição onde utilizassem pelo menos uma vez a expressão “Suponho que …”.
Uma das composições :
Ontem à noite, depois do jantar, os meus pais deixaram-me com a empregada, e foram ao cinema. Suponho que tenham ido ver um bom filme

  • Muito bem, diz a professora. Agora vamos ver a composição do Quinzinho.

Na semana passado quando fui ver o meu avô, vi-o subir o monte com a TIME debaixo do braço. Ora, como o meu avô não sabe inglês, suponho que tenha ido cagar!

Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.

  • Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.

O garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever, pegou numa caneta e começa a soletrar :

  • Ca-ne-ta!
  • Sim senhor, agora isto. – e volta a escrever, desta vez BORRACHA – Você aí ao lado agora.

Mesma cena, e o garoto:

  • Bo-rra-cha!
  • Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo. – e ele escreve SINO

O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.

  • Pu-nhe-ta!
O portuga tava subindo e descendo uma escada de madeira apoiada na parede.
Ele tinha uma fita métrica na mão e sempre que ia tentar medir a escada a fita caia. Ele apoiava a fita na parte de baixo da escada, subia e a fita saia do lugar.
O brasileiro, vendo o martírio do português então pergunta: – ô portuga ! Por que você não deita essa escada no chão; ai você vai conseguir medi-la com mais facilidade!
E o portuga:
– É que eu não quero medir o COMPRIMENTO da escada, e sim sua ALTURA!
Após um nutritivo e saboroso 69 com sua namorada, Haroldo se lembra que tem uma consulta dentária naquela tarde. Terminado o ato, Haroldo teme que o dentista note seu bafo de vagina e escova os dentes 457 vezes, passa o fio dental 247 e bebe 14 litros de Listerine.
Chegando ao consultório, coloca 25 balas de HALLS preto e é atendido pelo Dr. João Carlos que lhe orienta a sentar-se na cadeira. Posicionado e com a boca aberta, Haroldo se tranqüiliza e deixa o profissional fazer seu trabalho..
O dentista aproxima-se da boca de Haroldo e afirma categórico: – Porra Haroldo, como você faz um 69 antes de vir ao dentista? Sacanagem isso…
– Estou com bafo de xana, Doutor?
– Não, sua testa é que está com cheiro de cú!
Moral da história: O excesso de preocupação com o óbvio, nos faz esquecer dos detalhes.

Uma professora:

  • Hoje é o dia mundial das boas acções, portanto, o Jãozinho, o Carlinhos e o Zézinho – que eram os três “melhores” alunos da turma – vão lá fora praticar uma boa acção, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem ?

Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.

  • Então Joãozinho, qual foi a boa acção que praticaste ?
  • Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua !
  • Muito bem, e tu Carlinhos?
  • Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
  • Ah sim? E tu Zézinho?
  • Pois … Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
  • O quê ? Os três !?!? Então e demoraram tanto tempo porquê ???
  • Não havia meio de o raio da velha querer atravessar a rua !…
O empresário chega a casa, vira-se para a mulher e diz:
– Querida, recebi uma Notificação do Inspetor das Finanças a respeito do atraso na entrega da declaração do IRS! Achas que devo comparecer na Repartição de jeans ou de fato e gravata?
– Bem, querido. Digo-te a mesma coisa que a minha mãe me disse quando lhe perguntei se, na noite das nossas núpcias, eu devia usar uma cuequinha de rendas ou uma cuequinha de seda!
– E o que foi que a tua mãe te disse?
– Tanto faz. Ele vai-te foder na mesma!