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Uma freira estava a andar pela rua quando, de repente, uma loira lhe ofereceu boleia.
Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.
Um reluzente carro desportivo vermelho com estofamento de couro.

– Que belo carro a senhora tem! – comentou a irmã. – Deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?
– Não foi bem assim não, irmã – respondeu a loira. – Na verdade, eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!

A freira não diz nada.
Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…
– O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?
– Na verdade, não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…

Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento, ela foi para o quarto e, de repente, alguém bate na porta.
– Quem é?
– Sou eu! O Padre Osvaldo!
– Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!

Duas freiras estavam de viagem num carro já velhote. Por vezes, o indicador de combustível não indicava o nível correto, e esta foi uma dessas alturas. Para sorte delas, havia um posto de gasolina por perto.
As freiras pediram emprestado um recipiente para levarem a gasolina até ao carro. O empregado do posto, como não tinha mais nada, ofereceu-lhes um penico velho:
— Se as senhoras não se importarem, vou encher este penico com gasolina. Assim já podem chegar aqui de carro e depois abastecer convenientemente.
As freiras concordaram e levaram o penico com a gasolina. Quando estavam a abastecer o carro, passou um automobilista que, ao ver a cena, parou e ficou a observar as duas irmãs. No final, disse o sujeito:
— Já vi pessoas com muita fé, mas isto ultrapassa tudo!

Um homem morre e vai para o Céu. Ao chegar lá, repara que há relógios por todo o lado. Intrigado, pergunta a São Pedro:
— Desculpe, porque têm aqui tantos relógios?
— Fazemos colecção. Temos de vários países e, cada vez que um político diz uma mentira, os ponteiros rodam.
— Mas não estou a ver nenhum relógio de Portugal!
— Ah! Esse tenho-o no meu quarto a servir de ventoinha.

Numa casa de novos ricos, a patroa dava as últimas instruções antes de os convidados chegarem para jantar:
— Sirva o peixe com o limão na boca. É assim que se faz em casa de gente rica e chique.
Dito e feito. À hora do jantar, muito formal, os convidados estavam à mesa quando a empregada entrou na sala trazendo o peixe numa bela travessa de prata.
— E o limão? — pergunta a patroa, a olhar para a bandeja.
— Na minha boquinha, como a patroa pediu! — responde a empregada.

Era uma vez, um alentejano que viajou para a França. Nesse mesmo dia foi a um casamento e como não sabia falar francês disse: Quem casar? O francês respondeu: Je n se par!!! E o alentejano foi se embora. No dia seguinte ouve um enterro e perguntou novamente a um francês: Quem morrer? O francês respondeu: Je n se par!!! E o alentejano exclamou: Coitado do je n se par casou ontem e morreu hoje.

Um muçulmano, durante o período do Ramadão, senta-se junto a um alentejano num voo.
Quando o avião descola, começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira, depois de servir o vinho, pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde, com ar ofendido:
– Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
O alentejano, engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
– Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!

Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam a tomar café na Praça de São Pedro.
O primeiro homem falou:
– O meu filho é padre. Quando entra num recinto tratam-no de “Padre”.
O segundo homem bradou:
– O meu filho é bispo. Quando entra num recinto tratam-no de “Sua Graça”.
O terceiro homem disse:
– O meu filho é cardeal. Quando entra num recinto todos inclinam a cabeça e tratam-no de “Sua Eminência”.
O quarto homem disse, orgulhosamente:
– O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto tratam-no de “Sua Santidade”.
Como a única mulher estava a saborear o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela com um subtil:
– Então?
Ela, orgulhosamente, respondeu:
– Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura. Quando ela entra num recinto todos exclamam: “Oh! Meu Deus!”.

Na sala de aula, a professora pergunta aos seus alunos:
— Quem sabe dizer qual é a pessoa mais rápida do mundo?
— É o Schumacher! — diz o Pedro.
— É o Alonso! — diz a Maria.
Começam todos a rir.
— Eu sei a resposta! — grita o Joãozinho, com convicção. — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!
— A tua tia? — pergunta a professora, espantada. — Porquê?
— Quando ela se pesa na balança, vai dos zero aos cem em menos de um segundo!

Um homem muito friorento morre. Como teve’uma vida exemplar, vai directamente para o Paraíso. Ao fim de algum tempo diz a São Pedro:
— Está muito frio aqui. Não há um sítio mais quente?
São Pedro manda-o para o Purgatório. Pouco depois, ele volta:
— Faz muito frio no Purgatório. Não há nada mais quente?
— Só o Inferno — diz São Pedro —, mas aquilo é terrível.
— Não interessa, vou tentar.
Passam três meses e não há notícias do homem. Um pouco inquieto com o que teria acontecido, São Pedro decide ir ter com o Diabo e pergunta-lhe o que aconteceu ao friorento.
— Está ali — diz o Diabo, abrindo a porta do Inferno.
No meio das chamas, São Pedro vê ao fundo uma silhueta toda encolhida. É o homem, que grita:
— Fechem a porta, porra!

Um belo casal esta desfrutando de um jantar requintado, num restaurante caro e conceituado. Para espanto de todos que estão em volta, de repente, o homem se atira para debaixo da mesa e fica lá.
Rapidamente, um garçom se aproxima e, com toda atenção que um restaurante chique exige, dirige-se à mulher e pergunta:
-Perdão, senhora, mas está acontecendo algo com o seu marido? Ele está passando mal?
-Não, de jeito nenhum! Ele está meio bravo, mas está ótimo! Ele é aquele homem grandão que acabou de entrar no restaurante!

Um muçulmano devoto entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
– O que é que você está a fazer?
– No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!

Numa cidade do interior, todas as mulheres que traiam o marido, ao se confessarem ao padre, diziam que haviam caído no buraco. O velho padre morreu, e entrou um padre novo que nao tinha conhecimento do buraco. E varias mulheres durante a confissão diziam-lhe todas o mesmo: que tinham caído no buraco. O padre como desconhecia a história, ia dizendo:

  • Mas isso não é pecado minha filha.

Certo dia o padre foi falar com o Presidente da Câmara (Prefeito). Disse-lhe que ele deveria fechar as ruas da cidade, porque estavam com muitos buracos. O Presidente como já sabia da história por conversas anteriores com o anterior padre, começou a rir-se. Então o padre respondeu-lhe:

Não sei porque se ri. A sua mulher esta semana já caiu três vezes…