Etiqueta: automobilista

Duas freiras estavam de viagem num carro já velhote. Por vezes, o indicador de combustível não indicava o nível correto, e esta foi uma dessas alturas. Para sorte delas, havia um posto de gasolina por perto.
As freiras pediram emprestado um recipiente para levarem a gasolina até ao carro. O empregado do posto, como não tinha mais nada, ofereceu-lhes um penico velho:
— Se as senhoras não se importarem, vou encher este penico com gasolina. Assim já podem chegar aqui de carro e depois abastecer convenientemente.
As freiras concordaram e levaram o penico com a gasolina. Quando estavam a abastecer o carro, passou um automobilista que, ao ver a cena, parou e ficou a observar as duas irmãs. No final, disse o sujeito:
— Já vi pessoas com muita fé, mas isto ultrapassa tudo!

Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o dito avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:

  • Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!

A ruiva pega num banco e diz:

  • Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!

A loira pega numa porta e diz:

  • Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!

Uma loira queria vender o seu carro velho, mas tinha muitas dificuldades porque o mostrador acusava 250 000 Km. Após muito reflectir, ela decide pedir um conselho a uma amiga. A Rita disse-lhe:

  • Estás pronta para fazer algo ilegal?
  • Sim! – respondeu – Quero vendê-lo, custe o que custar!
  • Então, vais ter com o meu amigo Toni que é mecânico. Ele vai colocar o teu contador de quilometragem em 50.000 Km.

A loira vai ver o Toni, e o Toni coloca de novo o contador de quilometragem em 50.000 Km. Alguns dias mais tarde, a Rita pergunta à loira:

  • Vendeste o carro?
  • Estás doida? Agora que ele só tem 50.000 Km, eu fico com ele!

O motorista de táxi gabava as suas qualidades ao freguês provinciano, que se admirava como o trânsito conseguia fazer-se àquela velocidade, na cidade, com tanto movimento. Pretendendo causar maior admiração ao cliente, diz-lhe:
— Quer ver como ainda apanho aquela velhinha que está quase a chegar ao passeio? Acelera o carro, e quase a atingir a senhora, faz um ligeiro desvio para a esquerda; e quando vai a endireitar a direcção sente uma pancada no carro, ouve um corpo a cair, e pára o carro com uma travagem brusca, sem perceber o que se passava.
— Vocês, cá na cidade, afinal, têm muito pouca pontaria! Se eu não abrisse a porta, aqui do meu lado, você não conseguia apanhar a velhota.

Iam dois tipos a fazer corridas com os seus carros. Um, com um Lamborghini, engana-se no caminho e separa-se do outro. O do Ferrari, julgando que o outro tinha desistido, vai mais devagar, com calma. Entretanto, vê um tipo num Mini Mil, que estava a precisar de ajuda.
— Então amigo, problemas com o carro?
— Sim, algo com o carburador, não anda, será que me podia rebocar até à garagem mais próxima.
— Tudo bem!
Eles atam o Mini ao Ferrari e seguem viagem. Mais à frente, num outro cruzamento, o do Lamborghini torna a juntar-se ao do Ferrari e, ao notar que este está a rebocar outro carro, abranda, e põe-se ao lado dele. O do Ferrari, esquecendo-se do Mini, acelera e passa o Lamborghini. Este último volta a pôr-se ao lado do Ferrari, e assim sucessivamente, até ambos os carros atingirem grandes velocidades. O tipo do mini, que ia atrás, fartava-se de buzinar, mas ninguém o ouvia. Ao passarem por um polícia que estava na berma da estrada, este resolve notificar o chefe.
— Chefe, estou a precisar de férias.
— Porquê? Ora diga lá.
— Veja lá o chefe que acabo de ver um Ferrari e um Lamborghini em plena disputa, e ia um gajo num Mini Mil atrás, a apitar para ultrapassar.