Actualizações recentes

Um alentejano encontrou um pinguim no centro da cidade. Espantado, meteu-o no carro e levou-o, enquanto pensava o que havia de fazer. Nesse momento, viu um polícia; parou o carro e perguntou:
– Sr. polícia, acabo de encontrar este pinguim no centro da cidade. O que hei-de fazer?
O polícia respondeu:
– Olhe, leve-o ao Jardim Zoológico.
O alentejano agradeceu e assim fez. No dia seguinte, o polícia viu passar o mesmo alentejano no seu carro, com o pinguim ao lado. Mandou-o parar e perguntou:
– Então eu não lhe disse ontem que levasse o pinguim ao Jardim Zoológico?
– E levei, Sr. polícia. Hoje vou levá-lo ao cinema.

Eduardo morreu e foi para o Céu; Alberto morreu e foi para o Inferno. Passados tempos, os dois fantasmas encontram-se e o Eduardo perguntou ao amigo:
— Então que tal te dás lá pelo Inferno?
— Bem… A temperatura é agradável, trabalha-se pouco… enfim… não se está mal… E tu?
— Nós no Céu trabalhamos vinte e duas horas por dia — responde o outro —, limpamos o Sol, puxamos brilho às estrelas, lavamos as nuvens…
— Mas porque trabalham tanto?
— Que queres? O serviço é muito e somos tão poucos no Céu…

No Paraíso, toda a gente parece andar entediada. São Pedro faz uma proposta:
— Vamos dar uma volta pela Terra… há por lá coisas novas para ver, ao que parece… Que acham? Podemos distrair-nos um pouco.
— Eu não vou! — disse Deus. — Estou muito velho para
empreender essa viagem.
— Eu também não vou! — disse Jesus. — Uma vez, já me chegou. Tão depressa não ponho os pés nesse planeta.
— Eu iria de boa vontade — diz o Espírito Santo —, mas nunca antes de eles lá em baixo proibirem o tiro aos pombos.

Neste casal, as coisas já não eram como antes. Azedaram bastante. Certo dia, vinham de carro por uma estrada do interior sem dizer uma palavra. Uma discussão prévia tinha levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma quinta onde havia mulas e porcos, o marido perguntou:

  • Parentes teus?
  • Sim — respondeu ela, cunhados e sogra.

Uma mulher foi levada de urgência para um hospital. Ao chegar lá, ia numa situação de pré-coma. Nesse estado, encontrou-se com Deus:
— Que é isto? — perguntou ela ao criador. — Eu morri?
— Não, pelos meus cálculos só morrerás daqui a quarenta e três anos, oito meses, nove dias e dezasseis horas — respondeu o Criador.
Ao voltar a si, e sabendo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu fazer uma lipoaspiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, ficando linda. Mas ao sair da clínica, atravessou a rua, veio um carro a alta velocidade e atropelou-a, matando-a na hora. Ao encontrar-se de novo com Deus, perguntou:
— Senhor, eu acreditei em Ti e achei que tinha mais quarenta e três anos de vida. Então porque morri? Logo depois daquela despesa toda com cirurgias plásticas!?
E Deus, aproximando-se dela e olhando-a directamente nos olhos, respondeu:
— Juro que não te reconheci!

A professora pergunta ao Joãozinho:
— Quantos tomates pode o mesmo tomateiro dar?
— Não sei a resposta, professora…
Com ironia, ela diz:
— Pergunta à qual não sabes a resposta.
Então o Joãozinho, num raciocínio rápido, decide entalar a professora:
— Veja se sabe esta: quantas tetas tem uma porca?
— Não sei, Joãozinho…
— Está a ver! A senhora apanhou-me pelos tomates, mas eu apanhei-a pelas tetas!

Um homem, ainda novo, chega ao Paraíso. Pede a Deus:
— Podiam dar-me uma ocupação, para passar o tempo? ; Deus diz-lhe:
— Pega numa lima e vai limar o Himalaia.
Passados sete mil anos, o homem volta:
— Está feito. E agora?
— Bom — diz Deus —, toma uma colher de sopa e vai esvaziar o oceano Pacífico.
Vinte mil anos depois, o homem está, de novo, no Paraíso.
— Já acabei. Não há mais nada para fazer? Deus, já farto, encolhe os ombros e diz-lhe:
— Olha, Jesus, vais descer à Terra e dizer aos homens que devem amar-se uns aos outros. Tens trabalho para toda a eternidade!

Um moçoilo (rapazinho diferente), andando pela rua, passava por uma loja que faz chaves e conserta fechaduras. Na frente, ele vê uma placa:
“Trocam-se segredos”.
Curioso, ele entra rapidamente na loja. Depois de ver que não havia nenhum cliente, ele chama o balconista e pergunta:
-Aqui realmente se troca segredos? -Sim – responde o atendente.
-Eu sou gay, e você?

O padre e a freira estão a viajar pelo Canadá e acabam por ficar presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:
– Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com frio! – geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com muito frio! – geme a freira, pela terceira vez.

– Escuta, irmã – diz ele, sem se levantar. – Eu tenho uma ideia: já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização, e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
– Por mim está ótimo! – responde a freira.
– Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
– Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
– Risca o sete, risca o sete!