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Na praça de touros, grande toureiro Zeca Lemos, teve pouco sorte a lidar o touro e levava marrada em cima de marrada, e alguém na assistência gritava OLÉ…OLÉ. Mais tarde no hospital, o melhor amigo do Zeca Lemos foi visitá-lo, e lamentava-se o toureiro com as dores, e disse para o amigo: o que me dói mais não são as feridas, mas sim o animal que estava no público a gritar OLÉ…OLÉ; ao que responde o amigo: eeera eu pá, estaaaava a a a dididizer “Ó LEMOS foge que o touro mata-te”.
Um rapaz estava em uma cama de hospital. Não tinha braços, pernas e nem orelhas. Era cego de um olho e comia por um tubo.

De repente, passa no corredor uma mulher gostosíssima e o cara berra com as poucas forças que tem:
– Ô gostosa, que tal vir aqui e me fazer um boquete?

O pai, ao ouvir aquilo o repreende e diz:
– Meu filho, não devia dizer estas coisas. Deus castiga!

– Ele vai fazer o quê? Me despentear?
Um japonês estava muito mal na UTI de um hospital. Uma senhora, que trabalhava como voluntária, entra no quarto, senta na cama, ao lado do doente e puxa conversa:
– Tão jovem e sofrendo! Não é fácil! Aonde você mora?

E o japonês, fazendo muito esforço, fala:
– Soro…ca…ba…

– Que coincidência! Tenho uma irmã que mora em Sorocaba! O nome dela é Marta, você conhece?

E o japonês, com um fio de voz:
– Soro…ca…ba…

– Isso eu já entendi! Eu perguntei se você conhece minha irmã!

O japonês toma fôlego, reúne suas últimas forças e grita:
– Eu “non” conheço Sorocaba! Japonês tenta “expricar” que se você “non” sair de cima da mangueirinha, o soro caba!
O cara tava viajando nestes aviões modernosos, cheios de sacanagem, quando deu uma baita vontade de ir no banheiro. Foi no banheiro marcado masculino mas todos estavam ocupados. Recorreu à aeromoça, que lhe disse para ir no banheiro feminino que estava desocupado, mas frisou bem:
– Não aperte em hipótese alguma os botões JAQ, SAQ, AT e RAA.
O cara escutou, mas não prestou atenção. Foi no banheiro, sentou no vaso, e ficou olhando pros botões. Logicamente, como era curioso, apertou o botão JAQ. Automaticamente um Jato de água Quente lavou a sua bunda. O caro ficou embasbacado com aquilo
– As mulheres é que sabem das coisas – pensou consigo mesmo.
A curiosidade continuou e apertou o botão SAQ. Na seqüência um Secador de Ar Quente secou a sua bunda, não deixando uma gotinha só de água. O cara achou que estava no paraíso com aquele luxo todo. Já mais relaxado apertou o botão AT e um Aplicador de Talco passou talco generosamente em sua bunda.
Totalmente desinibido, foi direto no botão RAA. Depois que acordou no hospital perguntou o que havia acontecido com ele. A última coisa que se lembrava é de ter apertado o botão RAA, no que a enfermeira respondeu:
– O senhor foi avisado pra não apertar os botões. RAA significa Removedor Automático de Absorvente…
Lula está fazendo uma visita num hospital. Ele está passando por uma ala acompanhado do diretor do hospital, quando vê um homem num quarto masturbando-se ferozmente. A situação é meio constrangedora, e o presidente pede uma explicação. O diretor explica:
– Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de esperma, e ele é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia para evitar que seus testículos explodem.
O presidente se satisfaz com a resposta e prossegue a visita. Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira ajoelhada aplicando-lhe uma bela sessão de sexo oral.
– Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão conceituado como este.
O diretor responde:
– Mesmo problema, só que o plano de saúde desse é melhor…

No hospital dos doidos um internado desata a correr pelos corredores, e atrás dele vai toda a gente que o vê correr: enfermeiros, médicos, serventes. O doido corre e vai gitando:
— Estou podre! Estou podre! Estou podre!
Chegando ao fundo de um corredor sem saída, parou. Quando os perseguidores chegaram ao pé dele, o doido, com as lágrimas nos olhos, metia o dedo no cú, cheirava, tornava a meter o dedo no cú, tornava a cheirar, e continuava:
— Estou podre! Estou podre!

Um homem foi encontrado estendido numa valeta e conduzido de urgência para o hospital. Na sala de operações, um interno desabotoava-lhe o casaco, a fim de o preparar para a intervenção, quando descobriu a seguinte nota, presa ao forro: «A todos os membros da classe médica: estou simplesmente embriagado; deixem-me dormir; não tentem extrair-me o apêndice, já mo tiraram duas vezes.»