No eléctrico vai sentada uma bela rapariga. Um malandrão chega ao pé dela e segreda-lhe: «Se você me mostrasse um bocadinho mais dessa linda perna… eu dava-lhe esta nota!» — e mo-trou-lhe uma nota de cinco euros. A moça pegou na nota e, efectivamente, puxou a saia um centimetrozinho mais acima. O homem, estasiado, aventurou-se novamente:
—Se você puxasse um bocadinho de nada a mais… eu dava-lhe esta notinha… e estendeu-lhe dez euros.
A rapariga puxou a saia um bocadinho mais acima. E em seguida, pergunta-lhe:
— Olhe lá. Quanto é que me daria se eu lhe mostrasse o sítio onde fiz a operação à apendicite?
— Oh! Isso… dou-lhe vinte euros.
— Pois então dê-mos cá.
Ele estendeu-lhe a nota, ela recebeu-a, e ele verificou que ela, quietinha no banco, não fazia menção de levantar a saia. Começou a pensar que estava a ser ludibriado, e perguntou:
— Então? Mas onde é que foi?
— Olhe, foi ali! — e apontou o Hospital de Santa Marta, por onde nesta altura o eléctrico ia passando.
Etiqueta: hospital
Um enfermeiro do Hospital de Santa Maria, estava namorando uma médica e ela ficou grávida! Ele, não querendo que sua mulher soubesse, disse-lhe para pedir a transferência para Évora.
- Como te aviso quando o bebe nascer?
- Manda um postal e escreve só ”Pão alentejano.
Passaram-se alguns meses e, um dia, quando o enfermeiro chegou a casa, a esposa disse-lhe:
- Recebeste um postal de Évora e eu não consigo entender o significado da mensagem. Ele leu o postal e caiu no chão com um violento ataque cardíaco. Foi levado imediatamente para as urgências.
O cardiologista perguntou à esposa:
- Aconteceu alguma coisa que possa ter causado o ataque? – Não! Ele apenas leu este cartão postal que diz:
“Cinco pães alentejanos: Três com chouriço e dois sem”
– Levanta-te e caminha.
O homem levantou-se pegou na cadeira de rodas e ao passar em frente aos outros doentes, estes perguntam-lhe:
– Então o novo médico como é???? E ele responde:
– É tudo a mesma merda, nem radiografias, nem análises, nem nada, querem e despachar …
A professora pediu aos alunos que levassem para a aula instrumentos utilizados num hospital.
— Cíntia, o que trouxeste?
— Um bisturi.
— Quem to deu?
— A minha mãe.
— E o que disse ela?
— Falou que serve para cortar a pele.
— Ah, parabéns. Vítor, o que trouxeste?
— Uma seringa.
— E quem ta deu?
— O meu pai.
— O que disse ele?
— Falou que serve para aplicar injecções.
— Parabéns. E tu, Joãozinho, o que é essa bola debaixo do teu braço?
— Um balão de oxigénio.
— E quem to deu?
— Tirei-o à minha avó.
— E que disse ela?
— Dá cá isso!… Dá cá i… Dá cá… Dá…
Na maternidade, um sujeito espera no corredor o nascimento do filho. Finalmente, a enfermeira traz-lhe três bebés, e ele pergunta:
— Mas o que é isto!? É para escolher?
O paciente já estava há mais de 3 meses no hospital e acabou por se apaixonar pela enfermeira.
- Estou apaixonado por ti. Quero-te. Não quero me curar, não quero sair daqui.
- Você nem se vai curar nem vai sair daqui. O seu médico é o meu marido e ele viu quando você me agarrou ontem à noite.
- Como está hoje o doente ? – perguntou o médico à enfermeira.
- Oh, está muito melhor – replicou ela. – Começou esta manhã a falar.
- E que disse ele ?
- Disse que se sentia muito pior.
Depois de terem operado um elefante, diz um dos veterinários a outro:
- Não deixamos nada lá dentro, pois não?
- Não… mas… onde é que está a enfermeira?
A enfermeira atende o telefone e do outro lado perguntam:
- Como está o senhor Sousa, do bloco H?
- Os exames dele estão todos bem, deve ter alta ainda hoje… Quem fala?
- É o próprio Sousa! Por aqui ninguém nos diz nada!
Quando a enfermeira-chefe mostrava as dependências do hospital às enfermeiras recém-ohegadas, parou diante duma enfermaria, apontou com o dedo e preveniu:
— Cautela! Esta é a sala mais perigosa de todas.
— Porque é a dos doentes contagiosos? — perguntou uma das moças.
— Nada disso. Aqui estão os doente quase curados. Por isso, para vocês são os mais perigosos…