Autor: Anedota

Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou:
— Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
O outro disse:
— Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.
O terceiro falou:
— Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
— Qual era o assunto?
— Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?
— Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.

O João viveu no Dubay durante 20 anos. Dubai é a maior cidade dos Emirados Árabes Unidos. É a capital do emirado do Dubai.
Depois de 20 anos, regressou em Angola, encontrou a pobre Maria sua esposa desesperada. Ela aguentou os 20 anos na solidão.
Quando o marido chegou em casa, a mulher recebeu-o com beijos, depois entendeu ir ao mercado comprar alimentos.
Maria volta à casa e a empregada da limpeza disse: parece impossível Maria! O seu marido está a espera, há mais de meia hora!
-E eu, não esperei por ele durante 20 anos?

O pai estava a passear com o filho. A certa altura, o garoto perguntou:
— Pai, o que é electricidade?
— Bem, não sei ao certo — respondeu o pai. — Tudo o que sei é que é algo que faz as coisas funcionarem.
Mais adiante, o menino fez outra pergunta.
— Pai, como é que a gasolina faz os motores funcionarem?
— Não sei, filho. Não entendo nada de motores. Depois de curto intervalo, o garoto novamente:
— Pai, porque brilha o asfalto, como se estivesse molhado, nos dias de calor?
— Não sei, não entendo de pavimentação.
Outras perguntas se seguiram, com quase os mesmos resultados. Por fim, o garoto interrogou:
— O pai não se aborrece quando faço todas essas perguntas?
— Claro que não, filho. De que outra forma tu aprenderias alguma coisa?

O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que a mãe soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, a mãe começou a des-fazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
— João, que etiqueta é esta?
O rapaz não hesitou e replicou:
— É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
— João, mas que espécie de baile foi esse?!…

O pai do Zezinho foi buscá-lo à escola para o levar a uma consulta ao dentista. Sabendo que os papéis, no grupo de teatro da escola tinham sido distribuídos nesse dia, perguntou ao filho se lhe calhara algum. O Zezinho, entusiasmado, disse que sim.
— Calhou-me o papel de um homem que está casado há vinte anos.
Responde o pai:
— Óptimo, filho. Continua o bom trabalho, que qualquer dia dão-te um papel em que possas falar.

– O meu pai, aqui por estas redondezas, foi o homem mais valente. Chegou a andar à pancada com dez e doze, e dava sempre pancadaria em todos. Na guerra foi o mais valente. Só à parte dele matou mais de 50.

- O meu pai também foi muito valente: onde quer que ele chegava, quem mandava era ele. Aquilo era com pessoas, era com bois, com cobras, com lobos, fosse o que fosse. Não havia nada que fizesse pouco dele. Tu já ouviste falar no Mar Morto?
– Já.
– Pois foi ele quem o matou.