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Anedota
A menina chega chorando na casa da mãe, que espantada pergunta:
– O que aconteceu, minha filha?
– O Tiago me bateu, mãe! Me deu uma surra! Uma semana de casamento e ele já me bateu…
Diz a mãe, surpresa:
– Ué! Mas eu pensei que o Tiago tivesse viajado!
– Eu também, mamãe… -
Anedota
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA! -
Anedota
Venho pedir a rata da sua filha em casamento. – O quê?! No meu tempo pedia-se a mão!
– Pois é, mas farto de punhetas ando eu! -
Anedota
Depois da morte, o casal encontra-se no céu. A mulher: – Que tal continuarmos casados?
Marido: – No dia do casamento fui claro: – “até que a morte nos separe. ” agora desaparece. -
Anedota
Depois de namorar durante um ano, o Miguel decidiu casar-se. A mãe da sua namorada, e sua futura sogra era genial (além de ser terrivelmente
sensual). Ela sozinha ocupou-se da organização de tudo, casamento, igreja, música, fotógrafo, jantar, flores… Um dia telefonou-lhe e pediu-lhe que fosse a sua casa para reverem a lista de convidados e retirar alguns da sua família pois o total de convidados estava acima das nossas expectativas. Quando chegou, fizeram uma revisão da lista e diminuiram para menos de cento e cinquenta convidados. Foi quando ela o deixou boquiaberto e lhe disse:
– Sempre o achei um homem atraente, e já que dentro de um mês você será um homem casado, gostava de ter sexo selvagem consigo.
Então, ela levantou-se, caminhou sensualmente para o quarto e sussurrou-lhe ao ouvido: «Se quiser você sabe onde é a porta de saída…».
Ele ficou em pé imóvel, quente, gelado, quente, por uns três minutos e
finalmente decidiu que sabia perfeitamente o caminho a tomar. Dirigiu-se a correr para a porta, saiu, e lá fora apoiando-se sobre o capôt
do seu carro estava o sogro, sorridente, que lhe explicou que os dois queriam unicamente estar seguros de que a sua filha iria casar-se com um homem educado e honesto, e por isso o tinham posto à prova. O sogro abraçou-o de tal forma que ele nem conseguia falar e deu-lhe os parabéns.
O Miguel pensou: «Ainda bem que eu tinha os preservativos no carro porque se os tivesse no bolso…» -
Anedota
-Padre, o senhor acha certo alguém lucrar com o erro dos outros?
-Mas é claro que não, meu filho!
-Então vê se devolve a grana que eu te paguei para fazer o meu casamento. -
Anedota
— Então, morreu a tua mulher?
— É verdade. Em resultado duma queda que deu, quando montava a cavalo.
— Claro, vendeste o cavalo…
— De modo nenhum. Tenciono casar outra vez. -
Anedota
Dois homens conversam à mesa do café:
— Sabes, já lá vão uns seis meses que não falo à minha mulher.
— Eh pá, seis meses? Mas porquê? Tiveram alguma zanga?
— Não! O que se passa é que eu acho falta de educação interrompê-la. -
Anedota
Acordei com a mãe de todas as ressacas, virei-me e ao lado da cama havia um copo de água e duas aspirinas. Olhei à volta e vi a minha roupa passada e pendurada. O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete da minha mulher: «Querido, deixei o café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.»
Desci e encontrei um café à minha espera. Perguntei à minha filha:
— Não me lembro de nada! Sabes o que aconteceu ontem?
— Bem, pai, tu chegaste às três da madrugada, completamente bêbado, vomitaste no tapete da sala, partiste móveis, urinaste no guarda-roupa e aleijaste-te no olho ao bater na porta do quarto.
— E porque está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
— Bem, é que a mãe arrastou-te até à cama e, quando ela estava a tirar-te as calças, tu disseste: «Não faça isso, por favor! Eu sou casado!» -
Anedota
O marido vai em viagem ao estrangeiro. A mulher escreve–lhe: «Promete-me que, enquanto aí estiveres, só saíras com homens. Pela minha parte, farei o mesmo.»
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Anedota
O homem pergunta à mulher:
— Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
— Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada. -
Anedota
Um casal vinha por uma estrada do interior sem dizer palavra. Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma quinta onde havia uma mula e porcos, o marido perguntou, sarcástico:
— Parentes teus?
— Sim — respondeu ela. — Cunhados e sogra. -
Anedota
Na Iua-de-mel diz o noivo para a noiva:
— Querida, tenho um segredo para te contar. É que eu sou daltónico!
— Querido — diz a noiva —, também tenho um segredo para te contar. É que eu não sou sueca, sou cabo-verdiana! -
Anedota
— Vá, minha querida — diz o marido à mulher —, que preferes como prenda de anos: uma viagem ao Canadá ou um casaco de peles?
— Uma viagem ao Canadá. Disseram-me que lá os casacos de pele são muito mais baratos. -
Anedota
O telefone toca. O marido atende e, a certa altura, diz:
— Enganou-se no número. Aqui não é o serviço de informações sobre o trânsito nas estradas.
Depois, virando-se para a mulher, explica:
— Um cretino qualquer que queria saber se a via estava livre. -
Anedota
Uma mulher terrivelmente ciumenta todas as noites passa revista ao marido. O mais pequeno cabelo que encontre dá origem a uma violenta discussão.
Uma noite, não descobre cabelo nenhum. Começa a chorar e grita:
— Agora até andas com mulheres carecas!

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