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Anedota
O Silva era um alto funcionário da corte do Rei.
Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de beijar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar.
Todas as vezes que tentou, deu-se mal.
Um dia revelou o seu desejo a Gaio, principal advogado da Corte e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto – concordou, sob a condição de Silva lhe pagar mil moedas de ouro.
Silva aceitou o acordo, que não foi formalizado por escrito.
No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.
A Corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.
Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca do Silva.
O Rei ficou muito feliz e então chamou Silva que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, beijando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.
Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio.
Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Silva recusou-se a pagar ao advogado Gaio.
Silva sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei.
Mas o Silva subestimou o advogado.
No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e…
e…
… o Rei mandou chamar o Silva… -
Anedota
Ti Maneli, alentejano de Castro Verde, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro a tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou por perguntar ao Ti Maneli: – O Senhor na altura do acidente não disse “Estou óptimo”?
Ti Maneli responde: – Bem, ê vô contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar a minha mula favorita na camionete…
– Eu não pedi detalhes! – Interrompeu o advogado. – Responda somente à questão: – O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou óptimo”?
– Bem, eu coloquê a mula na camionete e estava descendo a rua…
O advogado interrompe novamente e diz: – Meritíssimo, estou tentando estabelecer os factos. Na cena do acidente este homem disse ao soldado na GNR que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar o meu cliente, e isto não pode ser. Por favor, poderia dizer-lhe que deve responder somente à minha pergunta.
Mas, nesta altura, o Juiz mostra-se muito interessado na resposta do Ti Maneli e diz ao advogado: – Eu quero ouvir a versão dele.
Ti Maneli agradece ao Juiz e prossegue: – Como ê estava dizendo, coloqê a mula na caminete e estava descendo a rua quando uma pickup passou o sinal vermelho e bateu num lado da minha caminete. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rua e a mula foi lançada pro outro lado. Eu fiquei muito ferido e mal me podia mexer. Mas eu conseguia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, percebi que ela estava muito ferida. Em seguida chegou o soldado da GNR. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi ver como ela estava. Depois de ter olhado bem prá mula, abanou a cabeça, pegou na pistola e deu-lhe três tiros. Depois ele atravessou a estrada com a arma na mão, olhou para mim e disse: – A sua mula estava muito mal e eu tive que a abater. E o senhor, como é que se está a sentir?
– Aí ê pensê bem e disse: … Eu? Estou óptimo… Porra ia dizer que tava mal, nã??? -
Anedota
O filho, advogado recém-formado, chega todo sorridente para contar a novidade para o pai, advogado titular do escritório:
– Papai! Papai! Em um dia, resolvi aquele processo em que você esteve
trabalhando por dez anos!
O pai aplica um safanão na orelha do filho e berra:
– Idiota! Este processo é que nos sustentou nos últimos dez anos! -
Anedota
Um advogado foi surpreendido dirigindo em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:
– Por favor, posso ver sua habilitação?
– Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.
– Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.
– Não o tenho, o carro é roubado.
– Como é? O carro é roubado?
– Aliás, pensando melhor, quando fui guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta e eu que acredito que lá estejam os documentos do carro.
– Você tem uma arma em seu porta-luvas?
– Claro, meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar o corpo no porta-malas.
O guarda fica desesperado e diz:
– Aguarde um minuto, por favor.
O policial chamou o Capitão pelo rádio e relatou todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais ao local, que cercaram o carro e, com suas armas em punho, exigiram que o advogado descesse do carro.
Nessa hora, chega o Capitão e diz ao advogado:
– Posso ver sua habilitação?
– Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.
– O veículo é seu?
– Sim, Senhor. Aqui estão os documentos.
– Por gentileza, abra seu porta-luvas lentamente.
O advogado abriu o porta-luvas, que estava vazio.
O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido. O Capitão, indignado, disse:
– Eu não entendo, o guarda que o abordou disse que o senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas…
O advogado responde com cara de espanto:
– Olha que mentiroso! Aposto que ele disse também que eu estava trafegando em excesso de velocidade! -
Anedota
Um açougueiro entra no escritório de um advogado e pergunta:
– Doutor, se um cachorro solto na rua entra num açougue e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cachorro?
– Sim, é claro – responde o advogado.
– Então, o senhor me deve 8 reais. Seu cachorro estava solto e roubou um filé da minha loja!
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de 8 reais e entrega ao açougueiro. Alguns dias depois, o açougueiro recebe uma carta do advogado, cobrando 200 reais pela consulta. -
Anedota
O doutor advogado casou-se com uma senhora que já havia sido casada 12 vezes. Em plena noite de núpcias, a noiva disse: -Por favor, meu amor, seja gentil. Ainda sou virgem.
Assustado, já que ela tinha sido casada 12 vezes, o advogado pediu a ela que explicasse essa história. E ela respondeu:
-Meu primeiro marido era Representante de Vendas e passava o tempo todo dizendo de falando de maneira eloqüente: “Isso vai ser fantástico para você!”·
-Meu segundo marido era do Apoio de Software. Ele nunca tinha certeza como funcionava mas vivia prometendo mandar alguém dar uma olhada.
-Meu terceiro marido era Técnico. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas mas que o sistema não funcionava.
-Meu quarto marido era de Serviços Educacionais. Ele sempre dizia: “Quem sabe faz. Quem não sabe vai dar aula”.
-Meu quinto marido era do Departamento de Telemarketing. Ele dizia que tinha os pedidos mas não sabia quando ia poder entregar o produto.
-Meu sexto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário.
-Meu sétimo marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.
-Meu oitavo marido era de Normas e Procedimentos. Ele dizia que o procedimento estava correto, mas que ele desconhecia qualquer norma a respeito.
-Meu nono marido era Gerente de Marketing. Ele dizia que sabia que tinha o produto mas não sabia como utiliza-lo.
-Meu décimo marido era psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
-Meu décimo primeiro marido era ginecologista. Não queria misturar trabalho com lazer.
-Meu décimo segundo marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.
-Por isso agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza que ele vai me foder! -
Anedota
Um político sério, um advogado generoso e o Pai Natal estavam a andar pela rua quando viram uma nota de €100.
Qual dos três a apanhou?
Claro que foi o Pai Natal, porque os outros dois não existem! -
Anedota
Um advogado e um engenheiro estão pescando no Caribe. O advogado comenta:
-Estou aqui porque minha casa foi destruída num incêndio com tudo que estava dentro. O seguro pagou tudo.
-Que coincidência! -diz o engenheiro. -Minha casa também foi destruída num terremoto e perdi tudo. E o seguro pagou tudo.
O advogado olha intrigado para o engenheiro e pergunta: -Como você fez para provocar um terremoto? -
Anedota
Com a roupa suja de sangue e respiração ofegante, o cliente entra esbaforido no escritório do advogado:
-Doutor, doutor! O senhor precisa me ajudar! Acabo de matar minha mãe!
E o advogado, tranqüilamente:
-Espere um pouco. A coisa não é bem assim. Estão dizendo que você matou sua mãe. -
Anedota
Um homem entra num escritório de advocacia e pergunta sobre os honorários para consultoria.
-Cinqüenta dólares por três perguntas – responde o advogado.
-Mas não é um pouco caro? – pergunta o homem.
-Realmente é – responde o advogado. – Qual é sua terceira pergunta? -
Anedota
O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato! -
Anedota
O doente à beira da morte está deitado na cama. Em volta dele estão o seu médico, seu advogado, sua mulher e seus filhos, todos esperando pelo momento. De repente, o doente abre os olhos, olha em volta e grita:
- Assassinos, ladrões, mal-agradecidos, sem-vergonhas, pilantras! O médico, meio confuso, diz:
- Acho que ele está melhorando.
- Por que acha isso, doutor? – pergunta a mulher.
- Ele reconheceu certinho todo mundo aqui no quarto.

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