Diz um político, num comício:
— Eu, sim! Eu sou um político incorrupto! Por estes bolsos, nunca passou dinheiro desonesto!
Alguém da assistência:
— Ena, comprou um fato novo!
O candidato a um cargo importante ficou muito irritado com as referências feitas a seu respeito por um jornal local. Irrompeu pela sala da redacção e exclamou:
— Sabem muito bem que tudo o que escreveram é mentira!
— Não tem razões de queixa — argumentou o chefe da redacção. — Imagine que nós dizíamos a verdade!
— O seu pai sabe que fuma? Resposta pronta do garoto:
— E o seu marido sabe que fala a homens que não conhece?
Um presidente de câmara do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um português.
— Faço por três milhões de dólares — disse o alemão. — Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para o meu lucro.
— Faço por seis milhões — propôs o americano. — Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
— Faço por nove milhões — disse o português.
— Nove? — espantou-se o presidente — É de mais! Porquê?
— Três para mim, três para si e três para o alemão fazer a obra!
— E o seu filho, está bem? — Pois está. Está lá pra Lisboa há muitos anos. Não é por ser meu filho, mas é muito esperto. Anda lá com aqueles senhores da alta, com aquela gente assim. Sim, senhor. E está muito bem. Vive muito bem.
— Muito me conta. Mas em que é que ele se emprega?
— Olhe, nem sei bem. Ele agora é lá daqueles que falam muito: é… como é que se chama aquilo? É daqueles… é doputedo. É doputedo.
O polícia de trânsito:
— O senhor não viu a luz encarnada do sinal?
— Vi, sim, senhor guarda. O que não vi foi que o senhor estava aí.
– Paiê, posso ir lá fora ver o eclipse?
– Pode sim meu filhu, mas não chegue muito perto…!
Num comboio havia um miúdo acompanhado pela mãe que era mais feio que os feios, ao ponto de que sempre que ele entrava numa carruagem todas as pessoas começavam a benzerem-se e tapavam os olhos, perante tal espectáculo a mãe resolveu levar o miúdo para outra carruagem, quando entraram viram que apenas lá estava um alentejano a comer melancia, este olhou para a criança mas não fez caso e continuo a comer a melancia, a mãe feliz vira-se para o filho e diz “estás a ver filho afinal existem pessoas que conseguem ver o bom coração das pessoas”, o alentejano quando acabou de comer a melancia vira-se para a mãe e diz : “A Sra. Desculpe, mas o bichinho come as cascas?”
O preso: Lá me fugiu o chapéu! Posso correr a apanhá-lo?
O polícia: E não voltar? Não senhor. Você fica aqui e quem vai apanhar o chapéu sou eu.
– Papai! Papai! Em um dia, resolvi aquele processo em que você esteve
trabalhando por dez anos!
O pai aplica um safanão na orelha do filho e berra:
– Idiota! Este processo é que nos sustentou nos últimos dez anos!
O agente da Judiciária, convicto:
— Não há dúvida: este tipo suicidou-se.
— Ora essa! Então não foi o outro que o matou, com a metralhadora?! — responde o comissário, admirado.
— Foi. Mas quem o mandou fazer frente a uma metralhadora com uma simples pistola?
-Então? Trouxe-me o frasco de dilacetilamidofiaramido? – Perguntou o Dr. ao enfermeiro do laboratório.
-Não senhor, disse o enfermeiro, procurei-o em vão nos armários. O frasco desapareceu.
-Exclamou o pobre Doutor com um pulo! Marotos! Descobriram outra vez a minha garrafa de Whisky.
O miúdo chega à esquadra esbaforido, e diz:
— Senhor guarda, venha já depressa. Um patife está a querer matar o meu pai.
O polícia corre e vê dois homens apertando as goelas um ao outro.
— Eu vou separá-los — diz o guarda. Mas qual é o teu pai?
— É isso mesmo que eu não sei. E é por isso que eles se querem matar.
— Como é que se mata uma manada de elefantes?
— Pinta-se o chefe de cor-de-rosa: a manada morre a rir e o chefe morre de vergonha.
“Paiê… O senhor é o diabo?”
“Que é isso meu filho? De onde você tirou essa bobagem?”
“É que toda vez que o senhor sai de casa, a mamãe grita para o vizinho:
Pode entrar que o chifrudo saiu!”