Actualizações recentes

Um velho telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher. A atendente pergunta- lhe:
– Qual o problema de sua esposa?
– Surdez. Não ouve quase nada.
– Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, e vai-se aproximando até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo?
– Está certo.
À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste. Verificou que a mulher estava a 15 metros de distância, e perguntou-lhe:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Aproximou-se 5 metros:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Fica à distância de 3 metros:
– Maria, o que temos para jantar?
Nada! Silêncio! Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
– Maria, o que temos para jantar?
– Frango, porra! É a quarta vez que respondo!
Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho perdido no interior de Minas.
– Essa terra dá mandioca?
– Não, senhora.
– Dá batata?
– Também não, senhora!
– Dá feijão?
– Nunca deu!
– Arroz?
– De jeito nenhum!
– Milho?
– Nem brincando!
– Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
– Ah! … Se plantar é diferente.
Estava uma portuguesa, uma inglesa e uma alemã, num seminário internacional sobre os direitos da mulher. A alemã decide contar a sua experiencial acerca dos seus direitos:
– Em minha casa era eu que fazia tudo, até que um dia arrebentei e disse o meu homem, que a partir daquele dia, se quisesse roupa lavada, tinha que a lavar; se quisesse comer tinha que cozinhar, se quisesse casa arrumada, tinha que arrumar.
Deu resultado. Depois falou a inglesa, e passou-se exatamente a mesma coisa, foi então a vez de ser a portuguesa a falar:
– Em minha casa era eu que fazia tudo, até que um dia arrebentei e disse o meu homem, que a partir daquele dia, se quisesse roupa lavada, tinha que a lavar; se quisesse comer tinha que cozinhar, se quisesse casa arrumada, tinha que arrumar. E sabem uma coisa… Ao fim do primeiro dia, não via nada; ao fim do segundo dia também não via nada, até que ao fim do terceiro dia, já conseguia abrir o olho um bocadinho..

O homem vai ter com o vizinho para lhe pedir o escadote emprestado.
O vizinho diz-lhe:

  • Lamento, mas emprestei-o ao meu filho e ele ainda não mo devolveu… Já lá vão dois meses…
  • Pois, sabe como é… Não lho devia ter emprestado… Uma pessoa empresta uma coisa a um filho e depois nunca mais a vê! Vai ter sorte, se ele lhe devolver o escadote.
  • Bem, também não faz mal. O escadote nem é meu, é do meu pai!

O sujeito queria fazer um muro no seu terreno.
Como não sabia quantas paletes de tijolo comprar, foi perguntar ao seu vizinho, que tinha recentemente construído um muro semelhante.
O vizinho respondeu-lhe:

  • Comprei 10 paletes.

O homem comprou 10 paletes de tijolo e, passadas duas semanas, tinha concluído o muro, mas sobraram-lhe 4 paletes.
O homem foi falar com o vizinho e perguntou-lhe:

  • Olhe lá, não me tinha dito que tinha comprado 10 paletes de tijolo?
  • Sim. 10 paletes.
  • Que estranho… Sobraram-me 4 paletes, a mim…
  • Pois, a mim também…
Mê querido filho.
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa.
Por isso, mudámos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-lo pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí, prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção! Foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.
O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a chave suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.
Se vires a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças. Se nã a vires, nã digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.

O agricultor mandou o filho ir à casa de um vizinho buscar uma caixa com galinhas.
O rapaz foi mas, pelo caminho para casa, deixou cair a caixa, que se abriu, e as galinhas fugiram.
O rapaz foi atrás delas por todo o lado e juntou-as novamente na caixa, mas não tinha a certeza se as tinha apanhado todas.
Chegando a casa, vira-se para o pai e diz, mostrando a caixa com algum receio:

  • Pai… As galinhas fugiram-me, mas eu consegui apanhar as doze…
  • Caramba, filho, mas eram só sete…
Uma mulher estava na sala de bate-papo da Internet quando uma pessoa com apelido estranho perguntou: – Quer teclar?
– Você é homem ou mulher? – ela perguntou.
– Você quer ou não teclar?
– Depende! Você é homem ou mulher?
– Adivinhe! –
Ok! Me diz ai: cinco marcas de cerveja!
– Brahma, Kaiser, Skol, Antártica, Bavária!
– Ótimo, ótimo… Agora me diga cinco marcas de camisinha!
– Jontex, Prosex…
Hum… é difícil!
– É… você é homem!
– Sou sim! Mas como você descobriu?
– Fácil, ora, você bebe mais do que transa!