Um casal de alentejanos foi a Lisboa. Como estavam com pressa, meteram-se à frente de uma fila. Diz logo o lisboeta que estava atrás” Então compadre não acha que esta a meter a carroça à frente dos bois”. – Diz logo o alentejano “Maria passa lá a carroça para trás e deixa lá passar os bois!
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Anedota
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Anedota
Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
– Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.
O garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever, pegou numa caneta e começa a soletrar:
– Ca-ne-ta!
– Sim senhor, agora isto.
– e volta a escrever, desta vez BORRACHA
– Você aí ao lado agora. Mesma cena, e o garoto:
– Bo-rra-cha!
– Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo.
– e ele escreve SINO O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
– Pu-nhe-ta -
Anedota
Calino, para um amigo, à mesa do café em que se falava de filmes:
— Eu cá, quando o filme é para rir, fico sempre na última fila.
— Sim? Porquê?
— Muito simples: nunca ouviste dizer que «ri melhor quem ri no fim»? -
Anedota
— Apeles expôs à porta uma pintura sua, e pôs-se detrás do pano a escutar os votos e censuras várias dos que passavam. Veio um sapateiro e notou defeito na chinela de uma figura principal. Emendou Apeles a falta; e no dia seguinte tornou a passar aquele oficial, e, vendo a emenda, ficou satisfeito de si, e atreveu-se a notar outra coisa na perna da mesma figura. Então Apeles, aparecendo, disse-lhe:
— «Não suba o sapateiro além da chinela».
Daqui ficou o adágio contra os que dão votos no que não entendem. -
Anedota
Depois da meia-noite saía de certa casa na Rua de… uma porção de senhoras. Uns poucos de cães, assustados pelo ruge-ruge das saias de seda, começaram a ladrar com toda a força.
Uma das senhoras que se tornava notável pela sua extrema magreza, disse para as mais:
— Que seria de mim, se aqueles cães me cercassem?
Ao que outra acrescentou, de repente:
— Não seria a primeira vez que a esta hora se juntassem «trinta cães a um osso». -
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Diz o comandante a um marinheiro gago: – Quando avistares a Turquia avisa-me para me atirar a água.
Pouco depois, o marinheiro diz: – Tu… tu…tu. ao ouvi-lo todos se atiraram a água. Tu… tu… tubarões – gritou o gago. -
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Chove a cântaros, o autocarro vai cheio, e o passageiro, na paragem, insiste para lhe arranjarem um lugar, porque precisa ir imediatamente para casa.
— Só se for no tejadilho — diz o cobrador.
O homem sobe. Continua a chover. No tejadilho vai um caixão e o homem resolve meter-se dentro dele. Na outra paragem há um homem que também não pode ir no autocarro porque não há lugar.
— Só se também quer ir no tejadilho — grita-lhe o cobrador.
— O homem aceita e sobe. Lá mais adiante, o que ia no caixão deita um braço de fora e resmunga — Ainda chove?
O outro, vendo o «morto» levantar a tampa do caixão e falar, apanhou tamanho susto que se atirou para o chão e morreu.
Moral da história: «Guardado está o caixão para quem o há-de usar»… -
Anedota
Um vampiro convida Frankstein para jantar. Serve-lhe uma deliciosa carne em sangue, suculenta. Frankstein, regalado com o jantar, diz ao des-pedir-se do vampiro:
— Espero que me convides mais vezes para comer desta deliciosa carne!
Ao que o outro responde:
— Impossível, meu caro! «Mãe há só uma»! -
Anedota
Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou:
— Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
O outro disse:
— Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.
O terceiro falou:
— Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
— Qual era o assunto?
— Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?
— Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.
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Anedota
Na prisão, um preso pergunta ao outro:
- Porque é que estás aqui?
- Concorrência comercial…
- Como assim?
- O Governo e eu fabricamos notas iguais…
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Um inspector de prisões chega a uma cidade e encontra um homem sentado à porta da prisão a fumar cachimbo.
— Onde está o director?
— Saiu.
— E o chefe dos guardas?
— Foi assistir ao casamento do filho.
— E os outros guardas?
— Estão no café a jogar bilhar.
— E você, que faz aqui?
— Eu não posso sair daqui. Sou o preso. -
Anedota
Conversa entre o empregado e o chefe, ambos Angolano:
– Chefe, os nossus arquivo estão superlotados… posso jogar fora os que têm mais de 10 anos?
– Sim, craro ! … mas antes tira uma cópia di cada. -
Anedota
O carcereiro para o preso:
— Porque te prenderam?
— Porque perdi o comboio.
— Só por causa disso?
— Sim… Se o tivesse apanhado, teria passado a fronteira! -
Anedota
Num dos calabouços do Torel um preso, que se encontrava incomunicável, certa noite e a altas horas desata num berreiro ensurdecedor, a chamar o guarda que estava de seviço.
— Ó senhor guarda! ó senhor guarda! — Gritava o homem com toda a força dos seus pulmões, descarregando socos e pontapés na porta.
Finalmente, o polícia, com passo vagaroso, decide-se a ir saber o que o impertinente hóspede deseja.
— Que diabo quer você com esse espalhafato? — pergunta-lhe mal humorado.
Com inacreditável serenidade, o preso responde:
— O senhor guarda seria tão amável que me indicasse a saída em caso de incêndio? -
Anedota
É um casal que está deseperadamente a tentar ter um filho. Já consultaram todos os médicos, fizeram todos os exames, tentaram todos os métodos… Em vão. Até o dia em que ouvem falar de um super professor americano que consegue milagres. Eles compram uma passagem para os Estados Unidos e vão consultar o professor. Como eles não falam inglês e nem o professor fala português, este dá a entender por gestos que ele quer que eles façam amor para que ele possa diagnosticar. Inicialmente envergonhado, o casal começa a “trabahar”. O professor os examina sob todos os ângulos, e depois de um tempo manda-os parar. Ele vai até à mesa dele e escreve uma receita. Super feliz, o casal volta para casa. Assim que chega, o marido vai à farmácia e pergunta:
– O senhor tem Triteoterol?
O farmacêutico responde:
Triteoterol?… Triteoterol?… Não conheço. O senhor tem a receita?
O sujeito dá a receita ao farmacêutico. Esse lê e responde:
– O senhor leu errado. Está escrito “Try the Other Hole”! -
Anedota
O capelão de uma prisão passa nas celas, um pouco antes do Natal, para distribuir aos detidos as gulodices de circunstância. Um deles, recentemente encarcerado, parece tão afectado pela sua sorte que o capelão lhe propõe:
— Quer que escreva a alguns dos seus amigos, pedindo-lhes que venham vê-lo? Isso levantar-lhe-ia a moral.
— Não vale a pena — resmunga ele —. Os compinchas já estão todos aqui.

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