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Anedota
O professor perguntou aos alunos: quantos corações temos nós?
-Dois, senhor professor. Respondeu um dos alunos
-Dois? Como?!… Replicou o professor.
-Dois, sim senhor professor: o meu e o seu.
Agir como se pensa é a coisa mais difícil do mundo. Disse o professor. -
Anedota
O director da cadeia, ao ver o preso, exclama:
— Outra vez aqui?
— Sim, senhor director. Por acaso vieram algumas cartas para mim, enquanto estive ausente? -
Anedota
Um alentejano à sombra de um chaparro e com um garrafão de água no lado; e um lisboeta pergunta-lhe: estas a transpirar porque não bebe água. Porque o garrafão não é só meu e a minha parte é a do fundo do garrafão.
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Anedota
O director da penitenciária reúne os presos no pátio e fala ao megafone:
— Atenção, vamos fazer uma faxina para limpar este presídio, porque amanhã o governador vem aí.
No meio do pátio, um dos presos comenta:
— Até que enfim que o apanharam! -
Anedota
Dona Marisa Lula morreu e foi para o céu. Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, ela viu uma enorme parede com relógios atrás dele.
Ela perguntou:
– Que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
– São Relógios de Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio de Mentira. A cada vez que você mente, os ponteiros de seu relógio se movem.
– Oh – disse Dona Marisa – De quem é aquele relógio ali?
– É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
– E aquele, é de quem?
– É o de Abraão Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
Dona Marisa perguntou:
– E cadê o Relógio do meu marido?
– Ah! O do Lula está na minha sala. Estou usando-o como ventilador de teto. -
Anedota
No salva-vidas andam quatro homens à deriva, há já uns poucos de dias. Não há comida e o barco começa a meter água. Diz um: É preciso que alguém se sacrifique para salvar a vida a três. O americano prepara-se para se atirar ao mar. Abre os braços, atira-se, e grita com quanta força tem: Viva a América!
O barco continua a meter água, e a fome aperta cada vez mais. Diz o português: Um de nós tem de sacrificar a vida para salvar os outros dois. O inglês prepara o salto, olha para o céu, levanta o braço, e no momento de se atirar à água, grita: Viva a Inglaterra!
O barquinho está cada vez mais metido na água. Então o chinês diz, lamentosamente: Um de nós tem de morrer para que o outro se salve. Não há outro remédio., O português hesita. Levanta-se, enche o peito de ar, atira o chinês pela borda fora, e grita: Viva Por-tu-gal! -
Anedota
A professora chega à aula sem cuecas e pergunta ao Zezinho: – Zezinho, diz-me o nome de três estados do Brasil. O puto pôs-se a olhar para as pernas da professora e diz: – Bela Vista!… Pernambuco!… Mato Grosso! -
Anedota
Em Londres, um português pergunta ao inglês:
— Oiça: você é capaz de me dizer onde é que se mija?
O inglês, que por acaso sabia português, respondeu-lhe:
— Olhe: ao fundo do corredor há uma porta que diz: «Gentlemen». -
Anedota
O inglês chega à recepção do hotel e diz: «Dar a chave do quarto 28. Mim ser inglês da Inglaterra». Entrou no elevador e diz ao ascensorista: «Segundo piso. Mim ser inglês da Inglaterra». O rapaz do ascensor, que já tinha ouvido aquilo na recepção, responde-lhe: Pois com certeza; se o senhor é inglês é da Inglaterra. Se fosse francês, era da França; se fosse alemão era da Alemanha. Nós já sabemos isso.
—Sim, mas mim, à porta de hotel, pisar pé de porteiro, e ele dizer: «Seu inglês da porra!» -
Anedota
Português, espanhol e francês combinam que pagará o jantar aquele que não for capaz de desejar tanto dinheiro como os outros. Sai o francês:
— Eu queria que a água do mar se transformasse cm tinta, e eu, com uma caneta, fosse escrevendo o dinheiro que quisesse, todo para mim.
— Eu, diz o espanhol, queria que todo o baguinho, de terra ou de areia, por mais pequeno que fosse, se transformasse numa nota de conto de réis, e fosse todo meu.
— Já ganhei — diz o português —. Eu queria que viesse um raio que os partisse a vocês, e que esse dinheiro fosse todo para mim. -
Anedota
Numa escola o Director discursa: essa escola foi fazida em 1965…
Um aluno intervém: – Não é fazida sr. Director, é feita!
O director diz: não importa se é fazida ou feita, o que importa é que a palavra foi dizida! -
Anedota
Português, espanhol e francês apostam qual será o melhor atirador. O francês põe uma rolha no ponto mais alto da Torre Eifel, desce, faz pontaria, dispara, e a rolha voou, perdeu-se no espaço. O espanhol sobe ao pico mais alto das montanhas das Astúrias, deixa em cima duma rocha uma cereja e desce. Cá de baixo aponta a espingarda, faz o tiro e o caroço da cereja é levado pela bala.
— Formidável! —gritam os outros dois.
O português não sabe o que há-de fazer. Vai para a ponte sobre o Tejo, olha e torna a olhar em roda, mas não vê nada que lhe interesse para alvo. De repente, passa uma nuvem de mosquitos. O homem faz pontaria ao que ia atrás, dispara, o bicho dá duas ou três cambalhotas e segue atrás do bando.
— Ele lá vai à mesma — grita o espanhol —. Não o mataste!
— Pois vai — diz o português —. Mas não queiras ficar como ele: aquele nunca mais fará filhos! -
Anedota
Fui apresentar ao professor de desenho os quadros feitos pelo nosso filho, e ele aconselhou-me a orientar o menino para a literatura.
— Mas porquê?
— Diz ele que sai mais barato estragar papel do que estragar telas, pincéis e tintas…
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Anedota
Quatro turistas portugueses vem para o Brasil, alugam um carro e começam a correr pela Via Dutra. Logo são parados por um guarda que se aproxima da janela e pergunta:
- Muito bonito! Por acaso posso saber o nome dos quatro elementos?
O Manuel responde rápido:
- Ora, essa é fácil: terra, fogo, água e ar!
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Anedota
Próximos de um lago de água geladíssima, estavam um português, um americano e um francês. Na outra margem, dois amigos conversavam:
— Dou-te cem euros se conseguires fazer com que aqueles três tipos saltem para a água gelada.
O outro, sem perder tempo, foi falar com os três turistas e, após uns segundos, os três pularam para a água. O outro perguntou:
— Tudo bem, eu pago-te os cem euros, mas, diz-me, como fizeste para eles saltarem?
— Fácil! Para o americano, disse que era obrigatório por lei, para o francês, que era moda e, para português, disse que era proibido! -
Anedota
Estavam um francês, um alemão e um português num café. A certo altura, o francês disse:
— Aquele tipo que entrou é igual a Jesus Cristo. A barba, o cabelo, a túnica… vou falar com ele.
Dirigiu-se ao sujeito e tanto insistiu que ele confessou ser Jesus Cristo, mas não queria que ninguém soubesse. O francês fez chantagem e exigiu, para se calar, que ele o curasse de ser coxo. Jesus Cristo fez o milagre. Chegou o francês à mesa e contou aos outros. O alemão levantou-se e foi ter com Jesus Cristo. Era cego de um olho e exigiu que ele lhe desse visão. O milagre foi feito. O português, sabendo disto tudo, não se mexeu. Jesus Cristo, intrigado por ele o não procurar, foi ter com ele e pôs-Ihe a mão no ombro. O português levantou-se, deu um salto, gritando-lhe:
— Tira a mão de cima de mim, que eu estou de baixa!…

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