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Dois estudantes tinham estado na farra a noite toda e estavam atrasados para um exame. A pressadamente, arranjaram uma desculpa: «Tivemos um furo.» Ficaram surpreendidos quando o professor, normalmente inflexível, concordou em deixá-los fazer o exame no dia seguinte.
À hora marcada, o professor isolou os estudantes em salas separadas e deu-lhes as perguntas do exame. A primeira, que valia 5% da nota total, era incrivelmente fácil. A segunda, na página seguinte, só tinha três palavras: «Qual dos pneus?»

No clube de golfe, estavam um padre, um médico e um advogado disputando uma partida, quando de repente percebem um grupo de jogadores extremamente ruins, um pouco mais à frente, atrapalhando o jogo.

Antes que eles começassem a reclamar, um dos carregadores explica:

– Eles são cegos, senhor. Eles perderam a visão tentando salvar o clube de um incêndio, há alguns anos.
– Puxa, que azar! – lamenta o padre. – Vou rezar uma missa por eles.

E o médico:

– Vou falar com um amigo oftalmologista para ver se ele consegue um transplante.

E o advogado:

– Pô, por que esses caras não jogam à noite?

Ao descer a rua, um homem passou em frente a uma casa e reparou numa criança que chorava enquanto tentava chegar à campainha. Por muito que tentasse esticar-se, o pequenito não conseguia lá chegar. O homem gritou-lhe:

  • Deixa que eu toco – e aproximou-se da entrada para tocar à campainha.
  • Muito obrigado, – disse o miúdo – agora toca a fugir.
Na segunda-feira o sujeito chega atrasado no serviço, exibindo umas olheiras enormes e vai logo levando uma comida do chefe.

– Sabe o que é, dotor, é a minha mulher… – começa a desculpar-se.
– E o que é que tem a sua mulher? – pergunta o chefe, incisivo.
– Ela está dormindo com outro cara…
– É mesmo? – retruca o chefe, com ar compadecido. – Puxa, que pena! Sente-se aí, não fica assim, meu amigo, isso vai passar… tenho certeza de que você vai saber superar isso…
– Mais é muito difícil, doutor!
– Eu entendo! Ela não lhe sai da cabeça, não é?
– Não, não é isso! É que a minha cama é pequena… não cabem três pessoas!
  • Pai, o que é que quer dizer alternativa ? – pergunta um menino.

O homem senta o filho e diz:

  • Imagina que já és grande e queres começar um negócio. Um dia, decides comprar uma galinha. A galinha começa a pôr ovos. Com o tempo, nascem pintainhos e ficas com uma data de galinhas. És rico, és dono de um aviário, carros, cavalos..
  • Mas pai, eu queria saber o que significava alternativa.
  • Sim, filho. É o que estou a explicar. Portanto, és um homem rico, mas um dia, uma enorme inundação e destrói a tua quinta. Perdes tudo e as galinhas afogam-se porque as estúpidas não sabem nadar.
  • Então, e a alternativa, pai ?
  • A alternativa, meu filho, são patos.
Num circo de segunda categoria, o descuidado domador deixa a porta da jaula aberta e a certa altura do espetáculo, um dos leões escapa e vai caminhando lentamente em direção ao público.

No mais completo desespero, a multidão começa a correr pra todo lado e só um aleijado fica ali parado, suando em bicas, a poucos metros da fera.

Ao perceber a tragédia iminente, a turma começa a gritar:

– Olha o aleijadinho! Olha o aleijadinho!

Enfurecido, o aleijadinho responde:

– Porra! Deixa o leão escolher!

Um viajante em dificuldades no deserto escaldante pediu água a um indivíduo que passava.

  • Desculpe – disse o outro. – Água não tenho, mas tenho umas gravatas muito bonitas que estou a levar para o mercado.

O viajante cambaleou através do deserto e encontrou outro homem.

  • Água! – gritou, sufocado. – Por favor, dê-me água.
  • Não tenho água – foi a resposta. – Só estas gravatas.

Quase morto de sede, o viajante encontrou um terceiro homem, mas ele também levava gravatas para o mercado. O desventurado viajante ia trôpego, até que , para sua surpresa, viu um grande hotel à distância.
Arrastando-se até à entrada, gritou:

  • Por favor, pelo amor de Deus, dê-me água !
  • Desculpe, meu caro senhor – respondeu o porteiro. – Não deixamos entrar ninguém sem gravata.
Entra um sujeito num bar e diz para o barman:

– Quero que o Sr. me pague uma bebida!

O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar dele não é a Santa Casa de Misericórdia.

Então o cliente diz o seguinte:

– Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu te mostrar, você vai me pagar uma bebida!

O barman, intrigado, pede que ele mostre logo. Então o cliente tira do sobretudo um baralho de cartas com cerca de 30 cm. O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve pagar uma bebida para o cidadão. Alguns jogos e copos depois, o barman resolve perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal estranho baralho.

– Eu tenho um geniozinho que concede desejos!!

O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o geniozinho para pedir alguma coisa. O cara esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:

– Vou te conceder um único desejo, mas fala logo que eu quero voltar a dormir!

O barman então, sem pensar muito, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:

– Quero um milhão! Um milhão em notas!

O geniozinho estala os dedos e, de repente, o bar fica entulhado de botas.

– Botas???? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um bocado surdo, não acha??

O homem responde:

– Claro que eu acho!! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 cm???!

Uma empresa com 600 empregados entrou em crise. Pensando no caso, um dos proprietários afirmou a um sócio que a empresa seria perfeitamente rentável se o pessoal fosse reduzido a metade, ficando a laborar com apenas 300 funcionários.

  • Tem a certeza de que isso dá resultado? – perguntou-lhe o sócio.
  • Absoluta ! – replicou o outro. – O que está a dar são as lojas dos trezentos !