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Certo dia um ginecologista vai a praia e lá sentado observando as mulheres que por ele passavam na maior calmaria. Quando entra no mar uma mulher que sem esperar vem uma onda e leva o seu biquíni. Ela se apavora, cobre os seios com uma das mãos e vem passando uma casca de coco verde , ela pega e cobre a parte de baixo. E ele (o ginecologista) achou interessante e ficou olhando. Ela vira pra ele e pergunta:

– O que foi nunca viu não?

Ele diz:

– Já vi e muitas, agora tomando água de coco é primeira vez!
O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:

– Vim me confessar, seu padre.
– Quais são seus pecados, meu filho?
– Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
– Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
– Isso não seria direito, padre.
– Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
– Não, não!
– Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
– Também não.
– Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
– Não. Nenhuma dessas, padre.
– Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.

O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:

– O padre o absolveu?
– Não. Mas me deu três dicas sensacionais!
Um micro ônibus levava políticos para um comício no interior.

Quando capotou violentamente e despencou num perigoso barranco.

Um capiau que viu tudo de perto se encarregou de enterrar eles todos.

Dias depois a polícia vem e o interroga:

– Que aconteceu com os políticos que estavam no ônibus?
– Uai… nóis interrô!
– Diz orgulhoso o matuto.
– Mas… estavam TODOS mortos?
– Bão… teve uns qui dizia que não. Maisi o dotô sabe cumé qui os político são mentiroso!

Três artistas sem trabalho discutem a forma de regressar ao palco. Um deles sugere que se juntem e façam um número de cabaré.

  • Ouçam o que eu imaginei – diz ele.- O pano sobe, eu apareço e conto umas anedotas. A seguir, o pano desce. Depois, o pano sobe e canto umas canções. A seguir, o pano desce. Então, o pano sobe…
  • Espera lá – interrompem os outros dois. – E nós, que fazemos ?
  • Ora, o pano não sobe e desce sozinho.
O sujeito tinha um amigo que era gago de dar dó. Penalizado, um dia lhe indica um fonoaudiólogo famoso por suas curas. Algumas semanas depois, eles se encontram novamente.

– E aí? – pergunta o sujeito. – Já teve alguma melhora?

E o gago responde:

– Toco preto, porco crespo. A aranha arranha o arame. O rato roeu a roupa do rei de Roma.
– Que maravilha!
– Po-po-po-de até-té se-ser, ma-ma-mas onde é que-que eu vo-vou u-u-usar e-esta po-po-porca-caria?
Um sujeito casado volta de uma viagem de negócios na China onde ele aproveitou para conhecer algumas garotas de programa. Só que quando ele volta seu pênis está todo verde. Ele esconde isso da mulher do jeito que pode e vai consultar um médico. O médico olha o órgão do sujeito e diz debochando:

– Ahaha! Você foi para a China!
– É verdade.
– E conheceu umas garotas de programa!
– É verdade!
– Infelizmente, isso não tem cura. Vamos ter que cortar!

O sujeito nem acredita no que ouve. Ele vai ver outro médico, mas o diagnóstico é o mesmo. O sujeito está super deprimido, e vai consultar um urologista que também confirma o diagnóstico.

Ele decide afinal confessar suas escapadas à mulher que, depois de uma boa descompostura, o aconselha a ver um médico chinês, um legítimo, lá na China. Afinal eles devem estar acostumados com esta doença.

O sujeito volta então para a China e marca uma consulta com um médico de renome. Ao examiná-lo, o médico dá uma risadinha:

– Heheheh! O senhor esteve na China recentemente!
– É verdade.
– E o senhor fez umas bobagens com as garotas?
– É verdade.
– E o senhor foi ver um médico brasileiro?
– É verdade.
– E o médico brasileiro lhe disse que teria que cortar?
– É verdade.
– Médico brasileiro não sabe nada! Não precisa cortar.

O sujeito nem acredita! Seu pesadelo acabou!

– Então existe um tratamento para isso?
– Não, mas não precisa cortar. Cai sozinho.