Etiqueta: mulher

O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:

– Vim me confessar, seu padre.
– Quais são seus pecados, meu filho?
– Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
– Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
– Isso não seria direito, padre.
– Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
– Não, não!
– Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
– Também não.
– Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
– Não. Nenhuma dessas, padre.
– Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.

O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:

– O padre o absolveu?
– Não. Mas me deu três dicas sensacionais!
Um sujeito casado volta de uma viagem de negócios na China onde ele aproveitou para conhecer algumas garotas de programa. Só que quando ele volta seu pênis está todo verde. Ele esconde isso da mulher do jeito que pode e vai consultar um médico. O médico olha o órgão do sujeito e diz debochando:

– Ahaha! Você foi para a China!
– É verdade.
– E conheceu umas garotas de programa!
– É verdade!
– Infelizmente, isso não tem cura. Vamos ter que cortar!

O sujeito nem acredita no que ouve. Ele vai ver outro médico, mas o diagnóstico é o mesmo. O sujeito está super deprimido, e vai consultar um urologista que também confirma o diagnóstico.

Ele decide afinal confessar suas escapadas à mulher que, depois de uma boa descompostura, o aconselha a ver um médico chinês, um legítimo, lá na China. Afinal eles devem estar acostumados com esta doença.

O sujeito volta então para a China e marca uma consulta com um médico de renome. Ao examiná-lo, o médico dá uma risadinha:

– Heheheh! O senhor esteve na China recentemente!
– É verdade.
– E o senhor fez umas bobagens com as garotas?
– É verdade.
– E o senhor foi ver um médico brasileiro?
– É verdade.
– E o médico brasileiro lhe disse que teria que cortar?
– É verdade.
– Médico brasileiro não sabe nada! Não precisa cortar.

O sujeito nem acredita! Seu pesadelo acabou!

– Então existe um tratamento para isso?
– Não, mas não precisa cortar. Cai sozinho.
Na segunda-feira o sujeito chega atrasado no serviço, exibindo umas olheiras enormes e vai logo levando uma comida do chefe.

– Sabe o que é, dotor, é a minha mulher… – começa a desculpar-se.
– E o que é que tem a sua mulher? – pergunta o chefe, incisivo.
– Ela está dormindo com outro cara…
– É mesmo? – retruca o chefe, com ar compadecido. – Puxa, que pena! Sente-se aí, não fica assim, meu amigo, isso vai passar… tenho certeza de que você vai saber superar isso…
– Mais é muito difícil, doutor!
– Eu entendo! Ela não lhe sai da cabeça, não é?
– Não, não é isso! É que a minha cama é pequena… não cabem três pessoas!
O sujeito está no bar, totalmente bêbado. Ele vê a única mulher do bar, sentada no balcão.

Ele vai até lá, põe a mão sobre a perna dela e começa a boliná-la. Depois do susto ela levanta e taca a maior bofetada no bêbado.

Ele imediatamente se desculpa e explica:

– Desculpe, eu pensei que fosse minha mulher. Você se parece demais com ela!
– Seu bêbado, vagabundo, desgraçado, filho da mãe… – responde ela.
– Olha só! Você fala igualzinho também!
No balcão do bar o bêbado cutuca uma mulher e diz:

– Posso te c-contar uma (hic) piada de loira?

– Você que sabe! – respondeu ela – Mas olha bem pra mim! Eu sou loira natural, tenho um metro e oitenta de altura, 70 quilos, sou triatleta e faço jiu-jit-su!

O bêbado fica olhando e não diz nada. Ela continua:

– Agora dá uma olhada na minha amiguinha aqui do lado! Ela é loiríssima, tem um e noventa de altura, pesa 85 quilos, joga basquete e luta capoeira…

O bêbado continua impassível e a loira prossegue:

– Agora olha pro outro lado! Tá vendo essa loira maior do que a Peiticeira? Pois então, somos amigas de infância! Ela é campeã sul-americana de halterofilismo, tem um e oitenta de altura e quarenta centímetros de braço. Agora a escolha é sua, se você quiser contar a piada, vai em frente!

O bêbado pensa um pouco, olha para cada uma das loiras e diz:

– Ah, se tiver que explicar três vezes eu prefiro nem contar!
Dois amigos conversavam num banco de praça sobre variados assuntos, quando, de repente, surge um papo sobre mulheres.

Aí um deles comenta pro outro assim:

– Pô meu, acho que minha mulher anda me botando chifre!

E o outro responde pra ele:

– É… Elas são mesmo umas ingratas, nos tiraram uma costela e nunca nos agradeceram por isso e ainda nos botam um par de chifres!
Três amigos estavam reunidos tomando uma cervejinha, entre outras coisas falavam sobre as melhores posições durante o ato sexual:

– Um deles disse: Para mim a melhor é o 69!
– O outro disse… para mim é o papai e mamãe!
– E o último disse: Não há nada melhor do que o RODEIO!

Os outros dois amigos o olharam assombrados e perguntaram do que se tratava.

O homem explicou:

Bem, fale para sua mulher que se coloque de quatro… comece a transar por trás, ao estilo cachorrinho… uma vez que as coisas estejam bem quentes… apoie seu peito sobre as suas costas, abrace-a fortemente, e diga com delicadeza, bem baixinho, ao seu ouvido:

“Esta é a posição favorita da minha secretária… E DEPOIS TENTE SE MANTER EM CIMA DELA POR MAIS DE OITO SEGUNDOS.”
No Japão, descobriram o Viagra para mulher.

O nome que deram foi: TARON.

– Quando você dá o TARON pra mulher – diz o japonês – ela fica alegre, carinhosa ao extremo. Te beija e abraça o dia inteiro e a noite inteirinha. Não dá sossego a noite toda. Ela quer transar quantas vezes você agüentar. Só te chama de: meu amor, minha vida, te adoro, te amo!!!

Aí, perguntaram pro japonês:

– Puxa, esse produto é fantástico mesmo?
– SIM, SIM, SIM!!! Garantido non – respondeu o japonês – funciona mesmo! Não falha non!
– Mas o nome é mesmo… TARON?
– SIM!!! É TARON… Para ser mais preciso, chama-se: TARON de CHEQUE, né?
Uma loira guiava o seu WW “carocha” quando este pifou. Ainda foi a tempo de parar na berma. Saiu do carro, levantou o capot da frente e começou aos gritos:
-“Roubaram-me o motor! Roubaram-me o motor!” Por coincidência outra loura guiando outro “carocha” e vendo a mulher a gesticular, parou e foi-lhe perguntar o que se passava.
-“Roubaram-me o motor! ­”Não se preocupe. Tenho a impressão que tenho um motor igual a esse na parte de trás do meu carro. Se tiver empresto-lho!”
Sujeito entra no bar e pede:

– Um uísque duplo.

Ele paga, bebe de um gole, e olha pra carteira.

– Outro uísque duplo.

Ele paga, bebe de um gole, e olha pra carteira.

E o sujeito repete o ritual uma porção de vezes. Lá pelas tantas, o barman não aguenta e pergunta:

– O senhor me desculpa a indiscrição, mas porque toda vez que o senhor bebe, o senhor dá uma olhada na carteira?
– É que aqui na carteira tem uma foto da minha mulher. Quando eu começar a achar ela bonita, tá na hora de ir para casa.
Um sujeito está voltando para casa, dirigindo acima da velocidade permitida.

Olhando pelo retrovisor, ele vê um carro de polícia buzinando, com um guarda fazendo gestos obrigando-o a parar. Ele pensa: “corro mais do que ele”, e pisa fundo no acelerador.

O carro dá uma arrancada e a polícia segue-o numa corrida desenfreada – 100, 120, 140, 160 km/h. Quando o velocímetro chega a 180 e a polícia continua atrás dele, o sujeito desiste e encosta. O guarda chega na janela e diz:

– Olha, eu tive um dia cansativo hoje e só quero ir para casa. Me dê uma boa desculpa e eu o deixo ir. O sujeito pensa por um momento e diz:
– Há três semanas minha mulher fugiu com um guarda. Quando eu vi seu carro no meu retrovisor, eu pensei que fosse o senhor e que estivesse tentando devolvê-la!
O caipira desconfiava que sua namorada, a mulher mais gostosa da cidade, andava pulando a cerca. Certo dia ele resolveu seguí-la. Ela saiu de casa com um vestido bem leve e foi até o bosque.

O marido desconfiado ficou olhando bem de longe, pra não dar bandeira. Sua namorada andava na direção de um homem, que estava comendo manga debaixo de uma enorme mangueira.

Então ela parou debaixo da árvore com ele, começou a conversar e logo estava sem roupa. O caipira ficou furioso e foi correndo atrás deles.

– Você vai morrer! Você vai morrer! – gritava ele, desesperado.

Quando foi chegando mais perto, viu que o cara era um negão de uns 2 metros de altura e 1 de largura. O negão, que estava chupando os peitões da caipirinha, se levantou e disse:

– E quem é que vai me matar? Você, seu baixinho magrelo?
– Não senhor – disse o caipira – É que o senhor chupou manga e agora tá tomando leite. Isso aí mata, viu?