Filho para a mãe: – Mamã, tira-me a carne da sopa. – Já vai, filho. – Mamã, tira-me a carne da sopa. – Já disse para esperares um pouco. – Mas tira-me a carne da sopa. – Bolas. Isto de ter um filho leproso é uma chatice do caraças.
O casal estava louco para tirar uma! Descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de seis anos por algumas horas no domingo, seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança.
Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto a sacanagem rolava solta no quarto.
Tem um carro sendo guinchado aí na rua!
Ok Filhinho….. assim amor… mexe mais!!!
Um pouquinho depois:
O caminhão do gás tá passando!
Tá bom filho…. ooo yehhh… vc está toda molhada!!!
Passados mais alguns minutos:
Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!
E continuou:
O Pedrinho ganhou uma bicicleta nova!
Legal filho…. assim! assim! De quatro agora amor!!!
De repente o casal é surpreendido com a notícia:
Os pais da Karina estão transando!
O QUE??????????
Os dois pulam da cama e correm até a sacada.
Você está vendo isso daí ? Pergunta o pai.
Não… – responde o garoto, é que a Karina tá sentadinha na varanda também…
Um fulano estava a caminhar numa rua e viu uma placa onde estava escrito: “Clínica Médica: Tratamos qualquer doença, com resultado garantido, ou seu dinheiro de volta a dobrar.” e pensou: – Estes gajos estão-se achando muito espertos, mas vou enganá-los e ainda sacar alguma massa. Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente: – Bom dia, o que o traz por cá? – Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não consigo sentir o gosto de nada. Água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto. E o médico: – Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número 13. E veio um frasco cheio de merda. O médico encheu uma colher e enfiou-a na boca do paciente. – O que é isso?! O senhor deu-me merda?! Está doido?! E o médico imediatamente: – Pronto, recuperou seu paladar, está curado! O fulano saiu lixado da vida pensando: – Desgraçado, dessa vez apanhou-me, mas agora tenho que recuperar o meu dinheiro. Desta vez vai ser infalível. Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e … – Ora, ora! O senhor aqui de novo?! E o paciente: – Como assim, de novo? Quem é o senhor? Quem sou eu? Perdi minha memória! O que estou a fazer aqui? O médico sem pestanejar: – Ah, estou a ver! Enfermeira, o frasco 13, por favor. – O frasco 13 de novo não, porra! – Maravilhoso! Recuperou a memória. Está curado! E o fulano, pior que estragado: – Mas que grande filho da puta! Levou-me o dinheiro de novo! Não é possível! Dessa vez não lhe vou dar hipótese! Uma semana depois lá estava ele de novo: – Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez? – Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi o tesão. Não tenho mais vontade de foder ninguém. Vejo a Catarina Furtado, a Madona, a Shakira, a Carla Perez, a dançarina da boite e nada! Não tenho mais vontade nenhuma! O médico pensou um pouco e solicitou: – Enfermeira, o frasco … Diz o paciente muito depressa e enraivecido: – Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fodo-o, doutor. Fodo-o a si, fodo a enfermeira, fodo a menina da recepção e fodo toda a gente desta clínica filha da puta. Fodo-os a todos! – Pronto! Já recuperou a sua tesão novamente! Já está curado!
Meu querido filho: Escrevo-te a lápis porque o nosso gato entornou o tinteiro. Por sorte, não tinha tinta! Há algum tempo que estás na tropa. Enquanto tu cá estavas não dávamos pela tua falta, mas agora que partiste, bem vemos que cá não estás. No domingo o Sr. Regedor organizou uma corrida de burros; foi pena cá não estares, ganhavas, de certeza, o primeiro prémio. Mandei-te umas camisas novas, que fiz com as velhas do teu pai. Quando assim estiverem, manda-mas para fazer novas para a tua irmã. No domingo foi a festa da terra. Pensei muito em ti, por causa da feira dos porcos. O teu irmão vai casar com uma mulher. Tu já a conheces. É aquela que nos fez rir muito no enterro do teu avô. O nosso gato, ao atravessar a estrada, ficou sem rabo. Tem cuidado, não te vá acontecer o mesmo! Aqui estamos todos bem menos o tio Júlio que morreu. Espero que esta carta te vá encontrar da mesma maneira! Tua mãe
Abraão levou o filho para o deserto, amarrou-o a uma árvore e acendeu uma fogueira debaixo dos seus pés. De repente, uma voz: – Abraão! Abraão! Que é isso? – Senhor, eu estou sacrificando o meu filho, conforme a Vossa ordem! – Não, Abraão, eu só queria medir a tua fé! – Mas, Senhor! – Porra! Abraão, solta o menino! Abraão soltou o filho. O menino saiu disparado. Correu, correu, correu, e Abraão gritava: – Filho volta! Filho volta! O Senhor libertou-te! O menino parou longe, e gritou: – Libertou o caralho! Se eu não fosse ventríloquo estava fodido!
Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia a conversa: – Então, como estás Paulinho? – Péssimo! – O quê! Péssimo! Com aquele Ferrari que tu tens? – Ficou destruído num acidente. E o pior é que o seguro tinha acabado de vencer. – Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos. E o teu filho, esse puto tão inteligente? – Morreu. Conduzia o Ferrari. O sujeito tenta fugir daquele assunto tão trágico: – E tua filha linda, que mais parecia um modelo? – Morreu. Estava junto com o irmão. Só a minha mulher é que não estava no carro. – Graças a Deus! Como está ela? – Fugiu com o meu sócio. – Bem. Pelo menos a empresa ficou só para ti. – Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a firma falida! Totalmente falida. Estou a dever milhões! – Porra! É melhor mudar-mos de assunto. E o teu clube? – Sou do Sporting. – Foda-se, Paulinho! Não tens nada positivo? – Tenho. SIDA.
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão. A aula começa e a professora: – Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: – Patrick Henry em 1775 em Filadélfia. — Muito bem, Suzuki. E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se? Suzuki: – Abraham Lincoln, em 1863, em Washington. A professora olha os alunos e diz: – Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: – Japonês filho da puta! – Quem foi?, grita a professora. Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde: – General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour. A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala: – Acho que vou vomitar. – Quem foi?, grita a professora novamente. E Suzuki: – George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991. Um dos alunos fala: – Chupa-me o pau! E a professora, irritada: – Acabou-se! Quem foi agora? E Suzuki, sem hesitações: – Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997. E outro aluno fala ao fundo: – Suzuki de merda! E Suzuki responde: – Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002. A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz: – Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho! E Suzuki, bem alto: – Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente.
Querido “diz a namorada ao namorado” quando olho para ti lembra-me o deserto. “Ele pergunta” Porque?… Tenho assim um olhar tão profundo. Não filho…” Diz ela”… tens é cara de CAMELO
Mocinha: Padre, o João é um Filho da Puta!!! Padre: Não fale assim, minha filha. Todos nós somos irmãos. Mocinha: Mas o senhor não sabe o que ele fez… Padre: E o que ele fez? Mocinha: Ele me deu beijo na bôca. Padre: Olhe, eu também te dou um beijo na bôca, e não sou Filho da Puta. Mocinha: Ele tirou minha blusa!!! Padre: Eu também estou tirando sua blusa, e não sou Filho da Puta. Mocinha: Ele tirou meu soutien e chupou os meus peitinhos!!! Padre: Eu também estou tirando seu soutien, chupando os seus peitinhos e não sou Filho da Puta. Mocinha: Ele tirou minha calcinha e alizou a minha xaninha!!! Padre: Eu também estou tirando sua calcinha , alizando a sua xaninha e não sou Filho da Puta. Mocinha: Ele me comeu seu padre!!! Padre: Eu também estou te comendo e não sou Filho da Puta. Mocinha: Mas depois… Mas depois… Padre: Diga, diga, diga… Mocinha: Ele me disse que tinha SIDA… Padre: PUTA QUE PARIUUU , QUE FILHOOOOOO DA PUTAAAAA!!!*
Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado para a sua idade. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema: “Querido filho. Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Estou muito triste por não poder fazê-lo, porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão. Com amor, teu pai.” Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: “Pelo amor de Deus, pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!” Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e polícias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta: “Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim.”
Júlio está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio: – Júlio, por que você não corta essa barba? – Ah, se dependesse só de mim! Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba. Ela me ama assim! – Ora, querido, insiste a amante, faça isso por mim, por favor. – Não sei não, querida. Sabe, minha mulher me ama muito! Não tenho coragem de decepcioná-la. – Mas você sabe que eu também te amo muito! Pense no caso, por favor. O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo. Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com voz sonolenta diz: – Ricardo! Seu merda, filho de uma puta! Você ainda está aqui? Vai embora! O barbudinho já está pra chegar!
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua. – Pai, quem são aquelas senhoras? O pai meio embaraçado responde: – Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão? – Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua. – Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto. – Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer. O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe: – Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor? A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe: – Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer! O pai fica amarelo: – E… E então! Como é que se passou? – Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai? O pai desmaiou !
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: – Diz-me lá quem escreveu Os Lusíadas? O aluno, a gaguejar, responde: – Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui. E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe: – Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai. Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa: – Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele… Diz o pai: – Bem, ele não costuma ser mentiroso. Se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão! Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante: – Parece que o dia não lhe correu muito bem! – Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas! Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar. Diz o comandante do posto: – Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um aperto e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá a ler o jornal. Pergunta-lhe este: – Então o dia correu bem? – Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto? O marido, confortando-a: – Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras!
😏 Agora ainda mais rápido e catita!
😍 Novo visual da página para ficar mais rápida e funcionar melhor em telemóveis.
😆 Melhorei os links de partilha, agora funcionam yay! ;D
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