Meu querido filho:
Escrevo-te a lápis porque o nosso gato entornou o tinteiro. Por sorte, não tinha tinta!
Há algum tempo que estás na tropa. Enquanto tu cá estavas não dávamos pela tua falta, mas agora que partiste, bem vemos que cá não estás.
No domingo o Sr. Regedor organizou uma corrida de burros; foi pena cá não estares, ganhavas, de certeza, o primeiro prémio.
Mandei-te umas camisas novas, que fiz com as velhas do teu pai. Quando assim estiverem, manda-mas para fazer novas para a tua irmã.
No domingo foi a festa da terra. Pensei muito em ti, por causa da feira dos porcos.
O teu irmão vai casar com uma mulher. Tu já a conheces. É aquela que nos fez rir muito no enterro do teu avô.
O nosso gato, ao atravessar a estrada, ficou sem rabo. Tem cuidado, não te vá acontecer o mesmo!
Aqui estamos todos bem menos o tio Júlio que morreu. Espero que esta carta te vá encontrar da mesma maneira!
Tua mãe
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Um caipira ia puxando o seu burro numa estrada, quando pára ao lado um tremendo Audi, estalando de novo.
O motorista, a gozar, pergunta: “sabes quantos cavalos tem este carro? mais de 200!”.
E, rindo, vai embora; tão distraído estava que não vê uma ponte; tenta desviar-se e cai com a frente do Audi no rio.
Dali a pouco, passa o caipira puxando o burrinho.
Coça a cabeça, tira o chapéu e pergunta:
– “Como é, moço ? Dando água prá tropa?” -
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Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua “limousine” quando viu dois homens à beira da estrada, a comer erva.
Ordenou ao motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: – Porque estais a comer erva?
– Não temos dinheiro para comida… – disse o pobre homem – . Por isso temos que comer erva.
– Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro.
– Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
– Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: – Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse: – Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
– Pois que venham também – respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: – O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu: – Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura!
“Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…” -
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O alentejano está a comer ao balcão de um restaurante na estrada, quando entram três motoqueiros de Lisboa, tipo “Abutres” (aqueles gajos que vestem roupas de couro preto, cheias de coisas cromadas e que gostam de mostrar a sua força quando estão em bando).
O primeiro, vai até ao alentejano, apaga o cigarro em cima do bife dele e vai sentar-se na ponta do balcão.
O segundo, vai até ao alentejano, cospe no copo dele e vai sentar-se na outra ponta do balcão.
O terceiro, vira o prato do alentejano e também vai sentar-se junto dos outros…
Sem uma palavra de protesto, o alentejano levanta-se, põe o boné já gasto na cabeça e vai-se embora.
Depois de algum tempo, um dos motoqueiros diz ao empregado do restaurante: – Aquele gajo não era grande homem!
– Era mesmo um banana. – remata o segundo motoqueiro.
E o empregado: – Nem grande motorista… acabou de passar com o TIR por cima de três motas que estavam ali paradas!!! -
Anedota
Havia uma mulher que queria vender o seu carro! Então ela pega num papel, escreve o seu número e cola o papel no vidro de trás do carro.
Ia ela na estrada quando recebe um telefonema:
– Tôu xim? Quem fala?
– Daqui é a polícia, estamos atrás de si, encoste que não pode atender o telemóvel a conduzir! -
Anedota
Ti Maneli, alentejano de Castro Verde, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro a tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou por perguntar ao Ti Maneli: – O Senhor na altura do acidente não disse “Estou óptimo”?
Ti Maneli responde: – Bem, ê vô contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar a minha mula favorita na camionete…
– Eu não pedi detalhes! – Interrompeu o advogado. – Responda somente à questão: – O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou óptimo”?
– Bem, eu coloquê a mula na camionete e estava descendo a rua…
O advogado interrompe novamente e diz: – Meritíssimo, estou tentando estabelecer os factos. Na cena do acidente este homem disse ao soldado na GNR que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar o meu cliente, e isto não pode ser. Por favor, poderia dizer-lhe que deve responder somente à minha pergunta.
Mas, nesta altura, o Juiz mostra-se muito interessado na resposta do Ti Maneli e diz ao advogado: – Eu quero ouvir a versão dele.
Ti Maneli agradece ao Juiz e prossegue: – Como ê estava dizendo, coloqê a mula na caminete e estava descendo a rua quando uma pickup passou o sinal vermelho e bateu num lado da minha caminete. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rua e a mula foi lançada pro outro lado. Eu fiquei muito ferido e mal me podia mexer. Mas eu conseguia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, percebi que ela estava muito ferida. Em seguida chegou o soldado da GNR. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi ver como ela estava. Depois de ter olhado bem prá mula, abanou a cabeça, pegou na pistola e deu-lhe três tiros. Depois ele atravessou a estrada com a arma na mão, olhou para mim e disse: – A sua mula estava muito mal e eu tive que a abater. E o senhor, como é que se está a sentir?
– Aí ê pensê bem e disse: … Eu? Estou óptimo… Porra ia dizer que tava mal, nã??? -
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Um tuga chega a xai-xai e pergunta a um maluco: – Esta estrada vai a Maputo?
o maluco responde preocupado: – Não sei, mas se a estrada for, vai nos fazer muita falta!!! -
Anedota
Um sujeito pede um frango em um restaurante de beira de estrada e logo depois chama o garçom para reclamar:
- Este frango está malpassado!
E o garçom:
- Mas como você sabe se nem encostou nele?
- É que ele comeu todo o milho da minha salada!

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