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Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?

Reza a história que, na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo e ao chegar à adega, esta estava vazia, então voltou a casa para ver se havia algo para petiscar mas os ratos tinham comido tudo. Para além disso a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.

No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Este com a pressa de abrir a porta, tropeça e bate com a cara no chão, começando logo a sangrar. Abre a porta e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:

  • Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta Árvore de Natal. Onde é que queres que a meta?

Uma mulher escuta a campainha da sua casa tocar, ao abrir a porta dá de cara com um homem que lhe pergunta:

  • A senhora tem vagina?

Assustada e indignada ela bate-lhe a porta na cara.
Na manhã seguinte, tocam a campainha, é o mesmo homem que lhe faz a mesma pergunta.
Ela furiosa bate-lhe a porta na cara novamente.
No terceiro dia repete-se a mesma cena.
Quando o marido volta do trabalho à noite, ela enfim lhe conta o acontecido.
Sentindo-se ultrajado ele combina com ela:

  • Amor, amanhã não vou trabalhar, se esse cretino aparecer, me escondo, você atende e eu então apareço e lhe esmurro a cara.

Na manhã seguinte, tocam a campainha, porém o marido antes de se esconder diz para a mulher:
Se for o mesmo homem, quando ele lhe perguntar se você tem vagina, diga-lhe que sim para sabermos o que ele vai dizer.
Ela atende, e o homem está lá de novo com a mesma pergunta:

  • A senhora tem vagina?

Ela responde: – Tenho.
Ah…, optimo! Então me faça a gentileza de pedir ao seu marido que pare de usar a da minha mulher e passe a usar a sua..

Um alentejano veio a Lisboa e encontrou-se com um amigo.
Andavam os dois a passear pela rua e o alentejano cumprimentava todos os manequins que via nas montras. O amigo disse-lhe para não fazer aquilo, porque aquelas figuras não eram pessoas.

  • Bom, está beim – respondeu-lhe o alentejano.

Certo dia iam a passar por um quartel e estava lá o sentinela em sentido.
Vai o alentejano dá-lhe uma bofetada e diz:

  • Quem é que há-de dizer que um safado destes não é gente?

Dois alentejanos, zangados há muito tempo, passam um pelo outro num caminho. Um deles leva um bovino à frente. Diz o outro:

  • Atão vai passear o boi?

O outro, muito admirado:

  • Mas que jêto, compadre? A gente nã se falava há tanto tempo!

Mas isto nã é um boi.
É uma vaquinha. O compadre enganou-se.
Resposta do primeiro:

  • Ê cá nã falê consigo. Foi com a vaca.
João comprou um par de sapatos novos e chega a casa: – Maria o que achas?
– Acho de quê?
– Não notas nada de diferente?
– Não…
João vai à casa de banho, tira a roupa toda e volta apenas com os sapatos novos calçados.
– E agora? Já notas alguma coisa diferente?
– Não, o ‘coiso’ continua pendurado para baixo, assim como estava ontem e como estará amanhã!
– E SABES PORQUE É QUE ELE ESTÁ PENDURADO PARA BAIXO?
– Porquê?
– Porque ele está a olhar para os meus sapatos novos!
– Hum… podias ter comprado um chapéu…

Num congresso de genética apresentam-se os mais conceituados cientistas.
Discutem e apresentam as suas novas invenções.Um Holandês: “Eu tenho a apresentar o cruzamento entre uma abóbora e uma ervilha sem ambos perderem nenhuma das suas capacidades” Todos aplaudem
Um alentejano: “Eu tenho a apresentar o cruzamento entre um pirilampo e um chato sem ambos perderem as suas capacidades.”
Alguém pergunta “Qual a finalidade disso?”
O Alentejano: “De noite, a coisa da minha Maria parece Las Vegas”

Estava-se a fazer um concurso de Tiro ao Alvo com 3 concorrentes.
Um Alentejano, um Francês e um Inglês. Coloca-se uma maçã em cima da cabeça de um homem e o Inglês atira a seta.
Depois de acertar diz: I’m Robin Hood.
O Francês atira a sua seta espetando-a em cima da do Inglês e diz: I’m Guilherme Tell.
O Alentejano atira a seta acertando inevitavelmente na cabeça do homem, olha para o público e diz: I’m sorry.

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: – Diz-me lá quem escreveu Os Lusíadas?
O aluno, a gaguejar, responde:
– Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
– Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
– Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele…
Diz o pai:
– Bem, ele não costuma ser mentiroso. Se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão! Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
– Parece que o dia não lhe correu muito bem!
– Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas! Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
Diz o comandante do posto:
– Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um aperto e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
– Então o dia correu bem?
– Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto?
O marido, confortando-a:
– Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras!