Uma mulher ao passar numa loja de animais e, ao ver um papagaio, fica com vontade de também ter um em casa. Entrou e comprou um. Quando estava a levar a gaiola com o novo papagaio, o vendedor disse:
– Olhe, tenho que a advertir que este papagaio pertencia a uma dona de um bordel e, de vez em quando, ele diz algumas asneiras.
– Não faz mal. Levo-o na mesma — pensando ela, atendendo ao baixo preço que pagou.
O papagaio chega à nova casa e diz:
– Casa nova, dona nova.
A mulher acha divertido. Algum tempo depois, chegam as duas filhas adolescentes da escola. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas.
Inicialmente ofendidas, as miúdas acabam por se rir. Mais tarde, chega o marido. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas, clientes velhos. Olá, Zé!
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O Joãozinho estuda numa escola pública.
Um dia destes chega contente à escola.
A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:
– Joãozinho, de onde vem tanta alegria?
Joãozinho responde:
– É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do partido do Primeiro-Ministro.
A diretora ficou esfuziante e disse:
– Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo Primeiro-Ministro e ele ficará contente em saber disso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas-nos. Certo, Joãozinho?
Na semana seguinte, o Primeiro-Ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:
– Primeiro-Ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do seu partido?
A diretora, espantada, pergunta:
– Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que eram 8?
Responde o menino:
– Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos.
O professor perguntou ao menino Carlinhos:
— Se ambos os teus pais tivessem nascido em 1958, que idade dizias que eles tinham?
— Dependia…
— Dependia de quê?
— De perguntarmos ao meu pai ou à minha mãe…
No hospital da escola de medicina, o professor chama um dos alunos mais avançados e pergunta:
- Como foi o resultado da cirurgia que mandei você fazer?
- Cirurgia? Nooossa! Eu entendi que era pra fazer a autópsia. .
- Mãe, mãe … Na escola me chamaram de dentuço.
- Não liga pra eles, Paulinho… e fecha a boca que você tá riscando o chão!
Malandro, este Joãozinho
Estava o Joãozinho na escola e a professora perguntou:
–Joãozinho, esta 1 gajo com 1 caçadeira e tão 3 patos no ar, o gajo dispara. quantos patos sobram?
–Nenhum.–diz e o joãozinho–A caçadeira abre em leque e fod* os outros 2.
A professora diz:
–não joãozinho, se estão 3 patos no ar e o gajo dispara 1 tiro sobram 2,mas gostei do teu raciocínio.
–Ai é? Então vamos ver 1 coisa. estão 3 gajas a comer 1 gelado, 1 lambe, 1 trinca e a outra chupa. qual é k é a casada?
A professora diz:
eh eh…..é a k chupa……
–Não é a k tem aliança mas gostei do seu raciocínio.
Numa escola em África a professora pede aos alunos que diga um verbo. O primeiro aluno pensa um bocado e finalmente diz:
- Bicicrete!
- Não, bicicleta não é um verbo! Tu aí atrás, ora diz um verbo!
O rapaz pensa um pouco e finalmente diz:
- Prástico!
- Não! Plástico também não é um verbo! Tu aí ao pé da janela, diz um verbo!
O rapaz pensa um pouco e diz:
- Hospedar!
- Muito bem! Hospedar é um verbo, sim senhor! Agora diz uma frase com esse verbo!
O rapaz pensa mais um pouco e por fim diz:
- Hospedar da minha bicicrete são de prástico!
O Animal Desdentado — Menino Augusto: dê o exemplo de um animal desdentado.
— A minha avó, senhor professor.
A professora pergunta aos alunos quem é capaz de imitar vozes de animais. Um dos meninos levanta-se e diz que não sabe, mas que o avozinho imita perfeitamente um lobo.
— Isso não pode ser, menino. Agora o seu avô fazer tal e qual o lobo.
— Já lhe disse, senhora professora. E estou a falar verdade.
No dia seguinte aparece com o avô na escola, apresenta-o à professora, e, chegando a boca ao ouvido do avô, pergunta-lhe:
— Ó avô: há quanto tempo que não papas uma boa garota?
O avô: HUUUUUUU!
O filho pede o carro emprestado ao pai, que lhe faz algumas exigências:
- Filho, vamos fazer o seguinte: você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia, e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.
Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.
- Filho, estou realmente orgulhoso: você melhorou suas notas na escola, e estudou a Bíblia. Mas não cortou o cabelo! Como fica nosso trato?
- Papai, lendo a Bíblia, fiquei intrigado: Sansão tinha cabelos longos, Noé também…até Jesus; e todos eram boas pessoas!
E o pai:
- É verdade… e todos eles andavam a pé.
- Mãe, me disseram na escola que eu sou muito distraído.
- Menino, presta atenção, eu não sou sua mãe. Sua casa é a do lado!
Joãozinho estava um dia na escola, quando um colega lhe diz que todos os adultos escondem um segredo e que por isso são muito fáceis de chantagear, ganhando dinheiro com isso, bastava dizer-lhes “Sei toda a verdade!”.
Quando Joãozinho chega a casa, depois de cumprimentar a mãe, diz-lhe “sei toda a verdade!”.
A mãe preocupada pega na carteira e dá 5 contos ao Joãozinho, pedindo-lhe: “não digas nada ao teu pai”.
Joãozinho todo contente espera ansiosamente a chegada do pai. Quando este chega diz-lhe O mesmo:”sei toda a verdade!”.
O pai saca da carteira, dá-lhe 10 contos e diz-lhe “não digas nada á tua mãe!”.
Joãozinho, radiante com a facilidade com que tinha ganho o dinheiro, sai na rua para apanhar mais algum. Vê o carteiro, e chegando perto dele e diz-lhe “sei toda a verdade!”. O carteiro todo feliz abre os braços e diz: – Vem dar um abraço no teu pai!.
A professora fala para o aluno: joaozinho,eu fui bonita é passado e eu sou bonita é o que?
O garoto olha para a professora e diz: é mentira!
– Mamãe?
– Que foi, minha filha?
– Mamãe, aconteceu algo terrível… Minha casa está uma bagunça, tenho que ir buscar as crianças na escola, fazer o almoço, preciso levar o Pedrinho na natação, estou com 38 graus de febre e o Otávio acabou de me ligar que vai trazer três amigos para o jantar. Mamãe, você precisa me ajudar, por favor!
– Fica calma, minha filha! Eu vou já pra aí. No caminho pego as crianças na escola, faço o almoço, depois levo o Pedrinho na natação, dou uma ajeitada na casa e, em seguida, preparo uma Lazanha para o jantar. Enquanto isso, você toma um comprimido e vai para a cama, descansar.
– Oh! Mamãe! Você é a melhor mãe do mundo, sabia? Te amo, mamãe!
– Obrigada, minha linda! Também te amo! Daqui a pouco estarei aí!
– Tá certo, e não se esquece de mandar um beijo para o papai!
– Papai? Mas filha, o seu pai morreu quando você era ainda uma garotinha!
– Pera um pouco! Aí não é do 7633-0856?
– Nããão. Aqui é do 7633-0865!
– Então, quer dizer que a senhora não vem?
No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:
– Professor – diz a primeira. – Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.
Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?
– Claro! Não tem problema – diz o professor. – Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.
Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.
Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: “Em que rua o carro quebrou?”.
– É só o senhor colocar esta mochila nas costas, pular, e puxar a primeira cordinha. Se o pára-quedas não abrir, puxe a segunda cordinha. Lá embaixo vai estar um jipe, esperando para trazê-lo de volta.
O português salta, puxa a primeira cordinha e não acontece nada.
– Ai meu Jisuis.
Puxa a segunda cordinha, e nada.
– Ai meu Jisuis! Só falta o jipe não estar lá me esperando.