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Numa aula, a professora pergunta aos meninos o que estes querem ser quando forem grandes. Um diz que quer ser aviador, outro cientista, outro piloto de automóveis e, quando chega a vez do menino Carlinhos, este diz que queria ser playboy.
Pergunta a professora:

  • Playboy, menino Carlinhos?! O que é isso?
  • Então! É um gajo que anda em brutos carros, bebe uns brutos whiskies e anda com umas brutas mulheres.
  • Ó menino Carlinhos, chegue aqui!

A professora deu-lhe uma série de reguadas no rabo e o miúdo vai a chorar para casa. Chega a casa e o pai, ao ver o filho a chorar, pergunta:

  • Porque choras meu filho?
  • Porque a minha professora perguntou-me o que eu queria ser quando fosse grande e eu disse que queria ser playboy.

O pai, irritado, faz-lhe a mesma coisa. No outro dia, o menino Carlinhos já de mansinho, quando a professora pergunta o que este quer ser quando for grande, responde:

  • Eu quero ser mini-playboy!
  • E o que é isso? – pergunta a professora.
  • Então! É um gajo que anda em brutos triciclos, bebe umas brutas gasosas e bate umas brutas “penhetas”!…

Na Madeira, chega um menino à beira da professora e diz:

  • Sra. Professora, a minha coelha teve cinco coelhinhos e são todos P.S.D.!
  • Muito bem! Olha, amanhã vem cá o Sr. Alberto João Jardim e tu contas-lhe essa história. Está bem?
  • Está bem! – responde o menino.

No dia seguinte, o Alberto João Jardim vai visitar a escola e, como combinado, a professora chama o menino. O menino dirige-se à beira do presidente e diz:

  • Sr. Presidente, a minha coelha teve cinco coelhinhos e dois são do P.S.D.!
  • Então, – diz intrigada a professora – não eram os cinco?
  • Eram, …mas três já abriram os olhos!

Numa escola primária, todos os dias a seguir ao almoço, a professora perguntava aos alunos o que estes haviam comido.
Virava-se para o Joaquim e perguntava-lhe:

  • Ó Joaquim, o que é que comeste hoje?
  • Bife com batatas fritas! – respondeu o Joaquim.
  • Muito bem, e tu Zezinho?
  • Comi umas costeletas! – respondeu o Zezinho.
  • Muito bem, e tu ciganito?
  • Eu comi sopa! – respondeu o ciganito.
  • Muito bem!

E durante toda a semana o ciganito respondia sopa até que este, já zangado, diz à mãe:

  • Ó mãe, a minha professora pergunta sempre o que é que a gente come e só eu é que como sopa.
  • Está bem filho, amanhã dizes à professora que comeste faisão! – diz a mãe.

No outro dia, depois de a professora perguntar aos outros miúdos, chega a vez do cigano:

  • Então ciganito, o que é que comeste hoje?
  • Ah, eu hoje comi faisão!
  • E olha lá, comeste muito? – continua a professora.
  • Ah, três malgas!

Numa escola de betos pergunta a professora:

  • António, diz-me uma flor começada por ‘R’.
  • Rosa! – diz o António.
  • Ai! É óptimo, é óptimo, é óptimo.

João, diz-me uma flor começada por ‘C’.

  • Cravo! – diz o João.

Ai! É óptimo, é óptimo, é óptimo.

  • Zezinho, diz-me uma flor começada por ‘O’.
  • Hum, …orgasmo! – diz o Zezinho.
  • Orgasmo?! Mas orgasmo não é uma flor!
  • Mas é óptimo, é óptimo, é óptimo…

Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.

  • Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.

O garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever, pegou numa caneta e começa a soletrar :

  • Ca-ne-ta!
  • Sim senhor, agora isto. – e volta a escrever, desta vez BORRACHA – Você aí ao lado agora.

Mesma cena, e o garoto:

  • Bo-rra-cha!
  • Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo. – e ele escreve SINO

O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.

  • Pu-nhe-ta!

Uma professora:

  • Hoje é o dia mundial das boas acções, portanto, o Jãozinho, o Carlinhos e o Zézinho – que eram os três “melhores” alunos da turma – vão lá fora praticar uma boa acção, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem ?

Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.

  • Então Joãozinho, qual foi a boa acção que praticaste ?
  • Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua !
  • Muito bem, e tu Carlinhos?
  • Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
  • Ah sim? E tu Zézinho?
  • Pois … Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
  • O quê ? Os três !?!? Então e demoraram tanto tempo porquê ???
  • Não havia meio de o raio da velha querer atravessar a rua !…