Um rapaz está noivo há três anos.
— Não achas que já é tempo de casarmos? — pergunta à noiva.
— Acho que sim. Mas quem nos quererá?
Um jovem norte-americano, muito pobre, pede a mão a uma vizinha, de família rica.
— Caso contigo quando tiveres um milhão de dólares.
O jovem parte para o Alasca e descobre uma mina de ouro. Um ano depois, rico, telefona à namorada:
— Querida, podemos casar. Já tenho um milhão de dólares.
— Óptimo — responde ela —, casamo-nos já amanhã, se quiseres. Mas antes, por favor, diz-me: quem me está a telefonar?
Um casal de namorados assiste a um espectáculo de teatro ao ar livre. No fim do primeiro acto, ele levanta-se, pede-lhe desculpa e pergunta a um empregado onde podia satisfazer uma necessidade:
— O senhor vira à esquerda, passa por um carvalho grande, anda trinta metros, depois vira à direita, anda mais quinze metros e já pode…
Voltando para o lugar, interroga a namorada:
— Já começou o segundo acto?
— Tens obrigação de saber. Fizeste parte dele, no início.
Não sei querido, pergunte pro seu pai.
Um casal de namorados vai ao lago dos desejos. O rapaz atira uma moeda, debruça-se e formula o desejo. A rapariga prepara-se para fazer o mesmo que ele, mas debruça-se de mais e cai para dentro do lago. O rapaz, espantado, diz:
— E não é que isto resulta mesmo?
– Santidade, Jesus tinha 12 apóstolos, eu tenho 12 ministros.
Em 2008, quando o Papa Bento XVI visitar Portugal e perguntar ao 1º ministro para quê 40 ministros e secretários de estado, este, certamente, responderá:
– Bem, Santidade… Ali Babá tinha 40.
— O meu namorado diz a toda a gente que vai casar com a mais linda rapariga do mundo…
— Oh! O estúpido! E tu deixas que ele faça isso depois de andar contigo tanto tempo?
Ele ia jantar pela primeira vez em casa da namorada. Quando ia atacar a sopa, reparou no olhar severo da futura sogra, que lhe perguntou friamente:
— Em sua casa não costumam orar, antes de começarem a comer?
— Não, minha senhora — disse ele atrapalhado —. A minha mãe é muito boa cozinheira…
— Quem é esta senhora que canta tão mal?
— A minha mulher — respondeu o interrogado.
— Ela não canta mal, até pelo contrário. A canção é que é estúpida. Pergunto a mim próprio quem terá sido o idiota que a compôs.
O sujeito em questão esclareceu friamente.
— Eu próprio.
Maria, ouviste rádio hoje?
-Não senhora…
É que no México, um furacão varreu uma cidade inteira em cinco minutos e tu levas duas horas para varrer a cozinha!
Num espectáculo, após ter actuado um péssimo cantor, um espectador pergunta ao seu vizinho:
— Gostava de saber porque é que estava a atirar tomates a este cantor e, agora que ele se retirou, está a aplaudi-lo?
— É para que ele volte ao palco. Ainda tenho três tomates…
Sabem o que fazem os Alentejanos para não terem mais filhos? Atiram pedras às Cegonhas!
E sabem o que fazem os Lisboetas para mão terem mais filhos? Atiram pedras aos Alentejanos!
Nisso, chegou a Fada Madrinha, que lhe perguntou o motivo de seu desagrado:
– É que aquelas duas gordas feiosas foram à festa do príncipe e eu não posso ir porque estou menstruada…
– Que é isso, minha filha? Tenho uma coisinha que vai resolver o seu problema!
Então, a fada dirigiu a sua varinha de condão para a abóbora ali presente e a transformou o fruto em um absorvente! Em seguida, deu à menina o absorvente com todas as explicações pertinentes ao seu uso.
E lá foi a Cinderela feliz e contente para a festa. À meia noite ela morreu.
O polícia bateu à porta. O piano deixou de tocar e uma mocita apareceu, perguntando ao agente da autoridade:
— Que deseja?
— Pois… recebemos uma denúncia, pelo telefone, de que nesta casa se estava assassinando um tal Mozart!
No concerto.
— Que lhe parece a execução deste pianista?
— Execução, acho demais… Talvez uns cinco anos de cadeia…
– Por que é que tens essa perna de pau?O pirata explica:
– Nós estávamos no meio de uma tormenta no mar. Uma onda enorme passou por cima do navio e atirou-me ao mar. Eu caí no meio de um monte de tubarões. Lutei contra eles e consegui voltar para o navio, mas um tubarão conseguiu abocanhar a minha perna.
- Que história! Mas e o gancho? Foi culpa do tubarão também?
– Não, o gancho foi outra história. Nós estávamos a abordar um barco inimigo e, enquanto lutávamos, fui cercado por quatro marinheiros. Consegui matar três, mas o sacana do quarto cortou-me a mão…
– E a pala no olho?
– Uma gaivota cagou-me no olho.
– E perdeste o olho só por causa da gaivota?!?!
– Era o meu primeiro dia com o gancho…