Um exímio tocador de flauta foi dar um concerto. Houve um fidalgo que o convidou para ir no dia seguinte jantar a sua casa, com ele e a família.
— Olhe — disse o fidalgo —, e não se esqueça de levar a flauta.
— Não é preciso — respondeu o músico —, a minha flauta nunca janta.
Arthur Rubinstein não era nada moderado nas suas manifestações. O célebre pianista foi convidado para jantar e, em seguida, pediram-lhe que se sentasse ao piano. Toca alguns acordes, durante três minutos, e diz:
— Já está!
— É muito pouco, mestre — disse a dona da casa.
— Também não comi muito — responde o artista.
O chefe que estava bem perto ouviu e respondeu: – Magrinho é o teu salário, sacana!
Duas cançonetistas falam de uma outra:
— Aprendeu a cantar por correspondência — sussurra Nicolletta. Logo Sheila replica:
— Nesse caso, algumas cartas devem ter-se extraviado…
No ensaio da ópera.
— Vamos lá: um pouco mais de paixão. Você nunca amou? — diz o encenador ao tenor.
— Com certeza que sim. Mas não cantava ao mesmo tempo.
Porque estão todos a saltar?
E um dos malucos diz:
Estamos a fingir que somos pipocas a estalar(fazer)
E o medico diz:
Hum…E porque aquele não esta?
Porque ficou agarrado a panela!! Diz um maluco.
Quantos alentejanos são precisos para agarrar uma enxada? Não se sabe, nunca se viu um alentejano agarrar uma enxada 😀
— Muito chatos são os meus vizinhos de cima! Calcula lá, que ontem passaram a noite a bater com um pau no soalho!
— Não conseguiste dormir, toda a noite, não?
— Sim. Mas não me ralei. Levei o tempo todo a tocar trompete.
Não sei, filho… Seu pai nunca quis me apresentar a família dele…
— Porque deixaste de cantar no coro da igreja?
— Porque, um dia que estive doente, alguém perguntou ao senhor prior se tinha mandado concertar o órgão.
Mulher: Porque vais sempre para a varanda, quando eu canto? Não gostas de me ouvir?
Marido: Não é isso, querida… É que não quero que os vizinhos pensem que estás a discutir comigo.
– Ó Compadre, vossemecê tá batendo uma punheta?
– Pois tou!
– Mas a pila é minha!
– Ó porra, por isso é que nã me vinha!
Uma nova-rica convidou um grande artista para’dar um concerto em sua casa. Comentando uma das suas interpretações, exclamou:
— Que bela música! Quem a compôs?
— Beethoven — respondeu o artista.
— Ah, pois — remediou a senhora, com ar de entendida. — A propósito, que é feito dele? Ainda compõe?
— Não — replicou o artista, gravemente. — Decompõe-se.
-Porque? Que defeito tem ela?
Faz uma porção de erros de ortografia!
- Ontem, matei dez coelhos e dez perdizes.
- Eu tive melhor sorte. Matei vinte coelhos e vinte perdizes.
- Também és caçador?
- Não. Também sou mentiroso.
Dois grandes amigos conversam:
— Olha, rapaz… A minha mulher é uma tremenda mentirosa.
— A Gabriela? — surpreende-se o amigo — Então, o que aconteceu? Porque estás a dizer isso?
— Ah, ontem não dormiu em casa e inventou que passou a noite com a irmã.
— E não passou?
— Claro que não! Quem passou a noite com a irmã dela fui eu!